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18/11/2025

Laurent Guyénot - Quão "Judaico" é o Deus Cristão?

 por Laurent Guyénot

(2025)



Monoteísmo "Pagão"?


A ideia de que os gregos ou romanos — ou mesmo os bárbaros — eram incapazes de elevar-se acima do politeísmo para conceber um Deus universal, e de que os europeus precisaram do monoteísmo judaico — sob a forma de cristianismo — para "conhecer" "Deus", é a mentira seminal que nos alienou do nosso passado romano e, por fim, nos submeteu à influência judaica. Se os judeus nos deram Deus, então lhes devemos o mundo — e eles sabem disso.

13/01/2025

Laurent Guyénot - John F. Kennedy Jr. e a Maldição Cabalista

 por Laurent Guyénot

(2024)


John Fitzgerald Kennedy Jr. morreu há 25 anos, junto com sua esposa e sua cunhada.

Não foi um acidente, mas um assassinato. Resumirei as provas mais adiante.

JFK Jr. foi assassinado porque era filho de JFK, e porque tinha ambições políticas motivadas por uma intensa devoção filial.

Ele precisava morrer pela mesma razão que seu tio Robert Francis Kennedy (RFK) teve que morrer em 1968: nenhum Kennedy deveria jamais se aproximar da Casa Branca novamente – a menos que também se chamasse Schlossberg, de acordo com a opinião do rabino Jeffrey Salkin. E JFK Jr. poderia ter chegado à Casa Branca em oito anos (ele teria 48 anos em novembro de 2008; seu pai tornou-se presidente aos 43 anos). Vou explicar isso também.

26/11/2023

Laurent Guyénot - A Psicopatia Bíblica de Israel

 por Laurent Guyénot

(2023)


Estou cansado de ler que Netanyahu é um psicopata. Ele certamente não é. Não vejo razão para considerá-lo, ou qualquer outro líder israelense, um psicopata no sentido médico da palavra. Ele, e outros como ele, sofre de uma psicopatia coletiva, o que é algo bem diferente.

A diferença é a mesma que existe entre uma neurose pessoal e uma neurose coletiva. De acordo com Freud, a religião (ele se referia ao cristianismo) é uma neurose coletiva. Freud não quis dizer que as pessoas religiosas são neuróticas. Pelo contrário, ele observou que a neurose coletiva tendia a tornar as pessoas religiosas imunes à neurose pessoal [1]. Não concordo com a teoria de Freud, apenas a utilizo para apresentar a minha própria teoria: os sionistas, mesmo os mais sanguinários, não são psicopatas em nível individual; em sua comunidade, muitos deles são pessoas atenciosas e até mesmo altruístas. Em vez disso, eles são os vetores de uma psicopatia coletiva, ou seja, de uma forma particular (que poderíamos definir como não humana) pela qual eles veem e interagem como um coletivo com outras comunidades humanas.

Esse é um ponto crucial, sem o qual não podemos entender Israel. Não adianta chamar seus líderes de psicopatas. O que devemos fazer é reconhecer Israel como uma entidade que sofre de psicopatia coletiva e estudar a origem desse caráter nacional único. É uma questão de sobrevivência para o mundo, assim como é uma questão de sobrevivência para qualquer grupo de pessoas reconhecer um psicopata entre eles e entender seus padrões de pensamento e comportamento.