terça-feira, 26 de julho de 2011

La Ballata Dell'ardito



Dividendo lacquavite ed il mio trinciato forte
Sopra laltipiano allalba,
Io e un tenente prigioniero sprofondammo nel silenzio
Di quellinvernale calma.
Laria tersa delle vette non recava quel fetore
Chera a entrambi familiare,
DunEuropa di ventanni presa nel filo spinato,
A marcir come il letame...

Ma se vi ho guidato è perché ero disperato,
Non intrepida irruenza, ma solo indifferenza.
E se mai fui Ardito, fu solo perché ferito
Ero da tempo e attendevo il momento
Dellestremo congedo, del definitivo Credo
Di chi mai sentì giusto nullaltro che il disgusto...

La battaglia del Solstizio sannunciò con un tremendo
Rombo lungo tutto il fronte
Un buon giorno per morire, proprio quello che più a lungo
La sua luce al mondo infonde.
Li portai fuori cantando versi amari di condanna
Imparati in angiporto,
Confidando che la sorte raccogliendoci a manciate
Almeno raddrizzasse un torto.

Ma se fummo chiamati eroi ed encomiati
La trattativa il sangue scherniva,
E per tutti coloro che divennero concime
Un regio dispaccio di cordoglio vile.
Così presi licenza di sfidare la potenza
Non più di avversari che sanguinavano al pari,
Ma della mano che ordisce, in sicurezza e con decoro,
E strangola i popoli con catene doro.
Adesso ad un solo Superiore eternamente
Vado cercando udienza:
Maggiore Renzi, presente!

segunda-feira, 25 de julho de 2011

As Consequências do Politicamente Correto

por Brett Stevens

Forçar as pessoas a usarem códigos de fala que negam problems óbvios, ao invés, faz com que essas pessoas voltem-se para a violência. Suprimir desejos naturais por sociedades orgânicas trará mais violência, e não menos.

Ninguém nega que as explosões e o ataque armado de ontem na Noruega constituíram um grande horror. Após uma longa sequência de horrores no século XX, nós achávamos que estávamos livres dessas coisas, mas como os eventos de 11 de Setembro de 2001 até ontem sugerem, nós não estamos.

Quanto todos os nossos esforços falham em resolver os problemas, nós temos que pensar que a causa desses problemas ainda permanecem. Nós podemos ter derrotado uma instância deles, mas a irregularidade subjacente qualquer que continua criando o problema permanece sem ser afetada.

Eu gosto de comparar esse raciocínio com rodamoinhos em banheiras e lagos. Você pode interromper o rodamoinho colocando uma rolha nele. Porém, a causa do rodamoinho é um choque de correntes através de um corpo de água, e isso recria o rodamoinho assim que você pára de interrompê-lo.

Quando nós embarcamos na Primeira Guerra, a "guerra para acabar com todas as guerras", nós fizemo-lo com a crença do século anterior de que o nacionalismo era ruim. Os novos Estados-Nações substituiriam os Estados nacionalistas e nós teríamos paz.

Essa crença por sua vez resultou da revolução liberal/esquerdista na França em 1789, que terminou no assassinato de milhares de homens, mulheres e crianças. Os revolucionários franceses queriam um fim para qualquer reino, a não ser o reino do indivíduo.

Eles viam o indivíduo como a vítima da sociedade, forçado a fazer coisas que não estavam em seus interesses, por noções abstratas como cultura e nação. Eles queriam destruir tudo isso e substitui-lo com cidadãos do globo, fazendo apenas o que quisessem fazer.

A Primeira e a Segunda Guerra Mundiais herdaram esse dogma. O estado democrático moderno - com seu esteio moral, base centífica, e maquinaria industrial - travou destruição contra os Estados nacionalistas. Presumia-se que os Estados nacionalistas eram a causa do conflito, e não estavam defendendo-se preventivamente.

Isso culminou em uma Guerra Fria, que foi um conflito entre dois tipos de Estado moderno, um democrático e um comunista. Os comunistas finalmente desintegraram-se porque seus cidadãos perderam qualqur senso de lealdade para com a Nação em si, e ao invés trabalhavam para a própria gratificação às custas do coletivo.

Com o fim da Guerra Fria, nós experimentamos uma grande fusão. O Ocidente tornou-se mais esquerdista mantendo ao mesmo tempo sua base consumista; o Leste tornou-se menos esquerdista adotando uma nova base consumista. O resultado foi um híbrido baseado no ideal democrático.

Esse ideal é a noção do indivíduo tem liberdade igual e fazendo o que quiser, sem ter qualquer obrigação em relação à cultura, história, tradição, herança, costumes ou mesmo bom-senso. O indivíduo está finalmente "livre" sobre esse sistema, com advertência: ele deve apoiar esse sistema, que é uma ideologia política, não uma cultura.

Como um resultado desse ideal, qualquer pessoa que demandasse um padrão social tornava-se O Inimigo. Fazer regras para qualquer um com exceção de si mesmo é realmente maligno, todas as pessoas modernas concordam, exceto por aquela regra que diz que ninguém pode fazer regras. É uma não-ideologia que é atraente porque justifica o egoísmo.

Nós conseguimos nos safar com nossa não-ideologia porque até agora, nós não nos deparamos com qualquer problema que precisasse ser resolvido. Nós podemos sempre nos mudar da vizinhança ruim, arranjar outro emprego, colocar tudo no cartão de crédito, e fazer qualquer outro número de coisas para desviar dos problemas.

Dessa não-ideologia vem a noção do politicamente correto, ou um tipo de códico comportamental e verbal que reforça essa não-ideologia. Esse reforço começa com aqueles em relação aos quais devemos sentir pena. Nós os defendemos de modo que o ideal de tolerância universal e liberdade seja defendido.

Isso por sua vez cria uma sociedade com duas falhas fatais. Primeiro, qualquer indivíduo, se for irracional, pode sabotar um processo afirmando ser vítima dele, levando a um "compromisso" que nos rouba de qualquer direção. Segundo, nenhum padrão social pode ser criado porque isso requeriria que os indivíduos abrissem mão de um pouco de "liberdade".

Por essas razões, nós seguimos um tipo de inércia que nos leva a mais da mesma coisa que nós temos feito. Quando problemas surgem em nossa vizinhança, nós nos mudamos para os subúrbios; se nossos carros são um lixo, nós compramos duas vezes mais. Todo o processo da vida tornou-se escravo dos detalhes.

O resultado final é que aqueles que podem erguer-se acima do rebanho e fazer coisas boas não são reconhecidos; em verdade, eles são ostracizados e humilhados por aqueles que demandam liberdade igual para todos os indivíduos. Nossa sociedade efetivamente odeia líderes e especialistas, e os substitui por tagarelas torpes e políticos condescendentes.

O politicamente correto assassinou a discussão política no Ocidente como resultado. Qualquer idéia além do híbrido esquerdista-consumista ("todo mundo faz o que quiser, e o governo prende os encrenqueiros") é silenciada. Qualquer um que erga-se acima do resto em habilidade mental é acusado de ser estúpido. Nada é realizado.

Esse nível de frustração culmina em eventos como o que ocorreram na Noruega, ou nos massacres escolares no passado recente, ou mesmo na milícia de Hutaree, no massacre de Virginia Tech e em Tim McVeigh. A civilização ela mesma tornou-se uma opressora porque por insistir nos direitos dos indivíduos, ela destrói nosso direito de ter uma civilização estável e sadia.

Vejamos o que Anders Behring Breivik escreveu:

" - Cultura Conservadora (preservação da ordem/patriótica/nacionalista/monuculturalista)
  - Marxismo Cultural (internacionalista/multiculturalista/cosmopolita/globalista)

Porém, a maioria dos humanistas mas também muitos liberais são anti-nacionalistas, e são portanto por definição também marxistas culturais. Você pode promover ou o multiculturalismo (marxismo cultural) ou a monocultura (nacionalismo); não há meio-termo, ainda que a maioria não queria admitir isso ainda.

(...)

O problema é que a Europa perdeu a Guerra Fria em 1950: o momento em que permitiu que marxistas/anti-nacionalistas tomassem livremente, sem restrições as posições de poder que eles podiam ter e as posições de poder que eles tinham a oportunidade de obter (particularmente posições como professores).

O resultado, particularmente na Noruega e Suécia, é que atitude marxistas extremistas (dos marxistas culturais e humanistas) tornaram-se aceitáveis/quotidianas enquanto as velhas verdades estabelecidas do patriotismo e do conservadorismo cultural hoje são rotuladas como extremismo. Atitudes anti-nacionalistas infelizmente, tornaram-se não apenas a norma mas são necessárias como atitude fundamental para ser possível subir na hierarquia sócio-econômica.

(...)

Para mim é muito hipócrita tratar muçulmanos, nazistas e marxistas diferentemente. Eles são todos defensores de ideologias de ódio."

Nossa sociedade suprime qualquer discurso que não seja politicamente correto. Quando você para as pessoas de expressarem o que elas querem, e até mesmo força a sociedade a ser granular de tal modo que nenhum indivíduo pode escolher uma ordem social, as pessoas vão resistir.

Nossa sociedade esquerdista-consumista nos permite trabalhar, comprar e participar em qualquer número de atividades pessoais. Nós não podemos mudar a sociedade em si. É o perfeito sistema pós-totalitário: nos controla sem fazê-lo visivelmente, e nos compele a esmagar aqueles que ameaçam nossa "liberdade".

Suprimir instintos naturais como o desejo por um Estado orgânico - um construído sobre [herança, cultura, valores compartilhados, língua e costumes] ao invés de [dogma político, comércio, e popularidade] - sempre causa uma conflagração. Ao demonizar idéias que devemos discutir, nós garantimos o terrorismo.

De modo a preservar a memória das vítimas em Oslo e Utoya, nós deveríamos reconsiderar nosso caminho trilhado até agora sem questionamentos. Ao invés do politicamente correto, nós devemos falar sobre as coisas que tememos, e parar de cercar as pessoas em cantos das quais a violência é a única saída.

O Rambo Neo-Conservador: Anders Behring Breivik

por Greg Johnson

Nacionalistas Brancos, Nacionalistas europeus, contra-jihadistas, restricionistas de imigração, e até mesmo o Tea Party estão sendo difamados por estarem "ligados" e "associados" com o suspeito homicida norueguês Anders Behring Breivik.

A maioria dessas ligações existem apenas nas mentes de esquerdistas desonestos (e conservadores kosher) buscando espremer vantagens políticas dos corpos de adolescentes.

Mas algumas ligações são reais - tão reais como qualquer coisa na internet possa ser. Por exemplo, eu imediatamente reconheci a foto de Breivik porque eu a vi no Facebook algumas vezes. (Na época do ataque, ele tinha mais de 7.000 amigos no Facebook).


Eu lembro dele distintamente por causa de suas fotos, que parecem fotos de modelo profissional, e não as típicas fotos "à paisana" que as pessoas usam como avatares do Facebook.

Eu lembro-me de dar uma olhada em seu perfil e decidir que ele não estava realmente em sincronia com os objetivos do Counter-Currents. Ele descrevia a si mesmo como conservador e cristão (o que não são necessariamente "bandeiras vermelhas"), mas ele alinhava a si mesmo com o movimento europeu filo-semita e anti-islâmico (o que é uma grande bandeira vermelha, e geralmente uma judaica ainda por cima).

Também, a segunda vez que eu encontrei a foto de Breivik no Facebook, eu notei que seu nome havia mudado. Após sua foto aparecer nos jornais, eu encontrei-a no Facebook ainda sob um terceiro nome (um nome diferente de Anders Behring Breivik), mas quando eu procurei alguns minutos depois novamente, eu não consegui encontrar aquele perfil.

Isso me deu uma sensação desagradável: Existem muitos mutantes ideológicos que vivem mudando de formas e nomes em nosso meio, e esses comportamentos normalmente estão relacionados a um alto grau de narcisismo bem como com desordens psicológicas mais profundas. (Eu tenho a mesma sensação desagradável com pessoas que mudam muito seus avatares do Facebook). Eu aprendi com experiências amargas que nada bom para nossa raça e causa vem de associação com os insanos, então eu prefiro pecar pelo excesso de precaução e evitar pessoas que demonstram sinais de instabilidade.

Inicialmente, eu evitei escrever sobre Breivik porque seus motivos não estavam claros. Então Kevin Slaughter desbamcou todo o mundo do jornalismo revelando ao mundo as razões de Breivik: 2083: A European Declaration of Independence, um manifesto de 1.518 páginas apresentando sua visão-de-mundo e os planos de seus ataques. Breiviki também criou um vídeo bem feito que sumariza suas opiniões e as ilustra com imagens efetivas. (Ambos foram publicados sob o nome Andrew Berwick. O livro indica Londres como o local de publicação. As fotos nas últimas páginas, porém, são de Anders Breivik).

Ainda que os crimes dos quais Breivik é acusado trazem a mente o ataque de Oklahoma City, o manifesto cuidadosamente trabalhado de Breivik está mais ao estilo do "Unabomber" Ted Kaczynski (ainda que Breivik não seja um pensador tão profunda; nem, infelizmente, tão conciso).

Breivik é um nacionalista europeu cuja preocupação primária é a colonização islâmica. Ele é um conservador, um anti-comunista e oponente do "marxismo cultural", um maçom, um cristão que vê o Cristianismo com uma força cultural para a unificação da Europa contra o Islã (mas obviamente não um fundamentalista cristão como afirmado pela mídia de massa), um filo-semita e pro-sionista, um anti-racista, e um anti-Nacional-Socialista, que constantemente utiliza o nazismo como um paradigma do mal. (Breivik chama Adolf Hitler "o Grande Satã" e o culpa pelo declínio de nossa raça.)


Ainda que a Nova Direita norte-americana pertença ao mesmo gênero, Euro-Nacionalista, eu não consigo imaginar uma espécie mais fundamentalmente diferente do que Breivik, pois no âmago de seu pensamento reside uma falha intelectual (ou, mais provavelmente, moral) que torna possível abraçar a Judiaria (e um de seus tentáculos, a Franco-Maçonaria) ao mesmo tempo em que tenta lutar contra suas consequências ("marxismo cultural", a islamização da Europa) e insultar o Nacional-Socialismo e outras formas de Euro-Nacionalismo que vão à raiz do problema.

O objetivo de Breivik era, aparentemente, inspirar uma nova cruzada para expulsar o Islã da Europa. Seu modelo eram os Cavaleiros Templários, uma das ordens militares-espirituais que enfrentaram o Islã durante as Cruzadas. A foto do próprio Breivik em trajes maçônicos é claramente baseada na pretensão maçônica de descendência dos Cavaleiros Templários.

Breivik devota páginas incontáveis para definit detalhadamente a estrutura de seus novos Cavaleiros Templários, completo com graus, juramentos, rituais, e até mesmo protótipos de uniformes e medalhas. Qualquer um familiar com jogos de RPG vai reconhecer imediatamente esse tipo de literatura.

Como, precisamente, Breivik achava que ele poderia ressuscitar os Cavaleiros Templários e impulsionar uma cruzada européia contra o Islã, metralhando adolescentes? Bem, talvez eu tenha lido muito rápido, mas eu não vi uma conexão.



Breivik ergueu um arranha-céus de palavras, mas os elevadores não vão todos até o topo. Ele gastou 300.000 euros (!) preparando-se para sua operação, mas deixo um buraco entre seus meios e seus fins últimos tão grande que poderíamos atravessar com um caminhão por ele.

O tomo de Breivik também inclui dicas para você parecer o melhor possível em suas fotos. O que me faz refletir: Estaria a desconexão entre os objetivos políticos de Breivik e suas ações conectada pelo puro narcisismo desse petulante, porém mortal, imbecil?

Estaria Breivik tão cativado por sua lógica, sua retórica, e seus uniformes brilhosos que ele achou que milhões de homens europeus erguer-se-iam para segui-lo após ele derramar os cérebros progressistas aturdidos de um número suficiente de estudantes secundários? Quando a cruzada não se materializar, você acha que ele vai simplesmente cincluir que ele precisava matar um pouco mais de pessoas, ou talvez passar um pouco mais de tempo em uma mesa de bronzeamento artificial? Teriam todas essas pessoas morrido porque um nerd rico e alienado foi consumido por seu próprio mundo de fantasia?

Se Breivik é realmente o culpado pelas mortes na Noruega, então eu tenho uma simples mensagem para ele: Você fez muito mais, e muito pior, do que matar aproximadamente 90 noruegueses, tão terrível quanto isso já possa ser. Você fez regredir a causa da salvação da raça branca da extinção. Pois as consequências previsíveis desse tipo de terrorismo inútil não incluem o ressurgimento dos Cavaleiros Templários. Ao invés, elas incluem (1) perseguições políticas de dissidentes, e (2) maior resistência pública à nossa mensagem por parte de pessoas normais, que sentem-se enojadas por extermínios em massa, principalmente de adolescentes loirinhos.

Sim, é claro que esse clima de opinião está sendo manipulado pelos nossos inimigos. Sim, nossos inimigos conseguem se safar com crimes piores o tempo todo. Sim, não tinha que ser dessa maneira. Mas ainda assim, essa é a realidade da situação. Eles tem o poder de nos difamar, então é óbvio que eles vão utilizá-lo. O terrorismo é uma luta que nós não podemos vencer, seja no reino da política ou no reino da publicidade. E apenas um idiota escolhe uma luta que ele não pode vencer.


E por que, em nome de Odin, o assassino escolheu matar adolescentes?? (Que estão sendo apresentados pela mídia como "crianças" para horror extra). Sim, havia uma certa lógica em atacar um campo juvenil para o Partido Trabalhista, o partido social-democrata governista. Como todas as elites ocidentais traidores, o Partido Trabalhista Norueguês condena noruegueses comuns a serem perseguidos por ladrões, estupradores e assassinos do terceiro mundo, que eles importam e afagam. E ainda assim eles e suas famílias se escondem do caos que eles inflingem sobre os outros. Breivik pode ter decidido mostrar a esses hipócritas que eles não são invulneráveis, que eles não podem se isolar das consequências dos próprios atos.

Se essa era a mensagem intencionada, então isso foi perfeitamente futil. A bomba de Oklahoma City e os ataques de 11 de Setembro provaram que o governo dos EUA e seus funcionários também não são invulneráveis às consequências de seus próprios atos. Mas se esses attaques produziram um único segundo de reflexão moral nas cidadelas de poder, um único momento de clareza sobre o mal e a insanidade da política americana, eu ainda estou para ver algo disso. Ao invés, eles produziram apenas mais repressão doméstica e aventureirismo estrangeiro: mais mentiras, mais guerras, mais vítimas.

Sim, o 11 de Setembro conseguiu mesmo acordar muitos americanos, mas a bomba em Oklahoma City foi uma enorme regressão para os movimentos patrióticos e milicianos. Novamente, apenas um idiota escolhe uma luta que ele não pode vencer. Se tudo que você pode fazer é machucar um monstro, então é melhor deixá-lo em paz.

Após a tentativa de difamar a American Renaissance tentando ligá-la ao assassino de Arizona Jared Lee Loughner, eu defendi que a luta armada contra nossos inimigos é futil, porque eles são mais fortes que nós. E também desnecessária, porque eles estão engajando-se em políticas que vão enfraquecê-los e destruí-los a longo-prazo.

Eu também defendi que meras condenações verbais de violência por parte de Nacionalistas Brancos não tem qualquer credibilidade intelectual ou moral. O único passo crível que podemos tomar para evitar chacinas inúteis e contra-produtivas como a de Breivik é parar de afagar os insanos entre nós. O elitismo precisa começar em casa.

Fonte: http://www.counter-currents.com/2011/07/anders-behring-breivik/

domingo, 24 de julho de 2011

A Relação entre as Culturas Celta e Hindu

por Druuis Belenios Ategnatos

Os povos celtas são definidos para o propósito desse artigo como referindo-se àqueles povos que no passado falaram uma língua do ramo celta da família linguística indo-européia e que também viveram segundo à cultura antiga considerada como sendo aquela dos falantes de línguas celtas como baseada nas tradições e históricas celtas e na arqueologia. Evidências arqueológicas e linguísticas traçam-nos ao vale do rio Danúbio nos arredores 6.000 a.C., e anteriormente à região do Mar Aral na Eurásia Central. No Oeste da China em particular, há muita evidência para uma cultura de um povo que parecia-se fisicamente muito com os celtas europeus até que o povo túrquicos uigúres e outros chegassem à região por volta do século VIII. Múmias com traços europeus tem sido encontradas naquela região desde 1.500 a.C. O cabelo vermelho ou olhos verdes ocasionais encontrados naquela e em regiões vizinhas é tomado como evidência de que esse povo próximo aos celtas foi absorvido em vários povos que ainda vivem nas áreas em questão, incluindo Xinjiang, Afeganistão, Paquistão, Cazaquistão, Tibet e Nepal. Interessantemente, eu conheço uma pessoa de ascendência irlandesa que converteu à religião Sikh, e em seu turbante, ele às vezes é confundido por um indiano do norte pelos indianos. Também é dito que Genghis Khan tinha cabelos vermelhos e olhos cinza; eu até mesmo li relatos de tribos e cabelos ruivos nas estepes e desertos das regiões próximas, do século XIX.

Em histórias tradicionais da Índia, como os Puranas e Brahmanas, é indicado que em adição aos reinos do norte da Índia, houve reinos ao norte dos Himalaias com a mesma cultura que havia na Índia, o que seria nas regiões que nós estamos considerando para os povos celtas. Mais importante é a famosa terra de Uttara Kurus, descrita como um paraíso espiritual ao norte dos Himalaias. Comparações entre a cultura celta européia e a cultura hindu mostram um grande número de similaridades entre elas. Algumas dessas foram demonstradas em um artigo de duas partes que apareceu em maio e junho na revista Hinduísmo Hoje. Portanto, nós temos uma evidência cultural que apoia as tradições e a arqueologia.


Religiosamente, sabe-se que esse povo védico ruivo do norte converteu-se em algum ponto ao budismo. Certas fontes tradicionais indicam que eles aprenderam o budismo do Buda anterior a Siddhartha Gautama, que era chamado Kashyapa. Um rishi Kashyapa também aparece como um dos rishis védicos mais antigos e como associado com regiões nórdicas como Kashmir, que era originalmente chamada Kashyapa Mira ou Lago Kashyapa. A literatura tibetana, me foi dito, indica que eles aprenderam seu budismo, não da Índia, mas de "Shamballa" que é localizada exatamente onde esses povos viviam.

Porém, os celtas europeus claramente praticaram, e alguns ainda fazem-no, tipos religiosos védicos mais ortodoxos, com tradições similares de cânticos, rituais, adoração, mantras e meditação, com paralelos diretos com a maioria das seitas hindus ortodoxas antigas e modernas encontrada na Índia. Assim, é teorizado por alguns estudiosos que os dois ramos separaram-se porque os celtas mantiveram o dharma antigo, enquanto o povo que ficou nas regiões ao norte dos Himalaias aceitaram o budismo, talvez do Buda Kashyapa.

Um dos traços característicos da cultura celta é o uso do alfabeto sagrado Ogham (pronunciado Oh-wum) pelos Druidas, que são Brâmanes celtas. Muitos estudiosos acreditam que o Ogham foi usado apenas pelos irlandeses, e não por outros celtas. Porém, isso é claramente refutado pelas muitas inscrições em ogham aparecendo em diferentes lugares, incluindo França, Ibéria (Espanha e Portugal), o vale do Danúbio, e as regiões Tocharianas. Ademais, inscrições do ogham tem sido encontradas em antigos locais no Japão, alguns deles megalíticos. Um estudioso japonês que estudou essas inscrições e os locais nas quals elas são encontradas acredita que as inscrições indicam que alguns dos monges budistas que trouxeram o budismo ao Japão eram tocharianos, ou mantinham o uso do sistema sagrado de escrita dos tocharianos.


Também há muitas evidências de varios tipos de que celtas cruzaram o Atlântico da Europa para a América do Norte há muitos milênios, muito antes das incursões vikings na América do Norte, que talvez seguiram rotas celtas. A evidência é arqueológica, epigráfica, linguística, folclórica, entre outras. Índios americanos com traços mais europeus foram reportados pelos primeiros colonos europeus na região.

Origens Védicas dos Europeus: Os Danavas, Filhos de Danú

Muitos antigos povos europeus, particularmente os celtas e germanos, consideravam a si mesmos como filhos de Danú, com Danú significando a Deusa-Mãe, que também era, como Sarasvati no Rig Veda, uma Deusa-rio. Os celtas chamavam a si mesmos "Tuatha Dé Danann", enquanto os germanos tinham um nome similar. Nomes de antigos rios europeus como o Danúbio e vários rios chamados Don na Rússia, Escócia, Inglaterra e França refletem isso, como nomes de locais como Dina-marca (Danava-Marga), para mencionar apenas alguns. O Danúbio que flui na direção do Mar Negro é seu rio mais importante e pode refletir suas origens orientais.

Em verdade, o termo Danu ou Danava (plural de Danu) parece formar o substrato da identidade indo-europeia à base de elementos helênicos, iliro-vênetos, ítalo-celticos, germânicos e balto-eslávicos. Os gregos do norte também eram chamados Danuni. Assim, os arianos europeus poderiam provavelmente todos ser chamados Danavas.

Segundo fontes romanas, Tácito em seus Anais e Histórias, os germanos afirmavam ser os descendentes de Mannus, o filho de Tuisto. Tuisto está relacionado ao védico Tvashtar, o Deus-Céu védico, que também é o nome para o pai de Manu (RV X.17.1-2). Isso faz o povo do Rig Veda também descendente de Manu, o filho de Tvashtar.

No Rig Veda, Tvashtar aparece como o pai de Indra, e confecciona o Raio (Vajra) para ele (RV X.48.3). Porém Indra às vezes entra em conflitos com Tvashtar porque está compelido a superá-lo (RV III.48.3-4). Em outro ponto o filho de Tvashtar é Vishvarupa ou Vritra, que Indra mata, cortando suas três cabeças (RV X.8.8-9), (TS II.4.12, II 5.1). Indra mata o dragão, Vritra, que jaz aos pés da montanha que segura as águas, e emana os sete rios que fluem para o mar. Em várias instâncias, Vritra é chamado Danava, o filho da Deusa Danú que é ligada ao mar (RV I.32.9; II.11.10; III.30.8; V.30.4; V.32).

Nos Brahmanas Vishvarupa/Vritra é o filho de Danu e Danayu, os nomes de sua mãe e pai (SB I.6.3.1, 8, 9). Claramente Vritura é Vishvarupa, o filho do Deus Tvashtar e da Deusa Danu. Danava também quer dizer uma serpente ou dragão (RV V.32.1-2), o que não é apenas um símbolo de sabedoria mas de poder e tanto a sabedoria védica como européia antiga tem suas serpentas ou dragões bons e maus.

Nessa curiosa história tanto indra como Vritura aparecem ultimamente como irmãos porque ambos são filhos de Tvashtar. Nós devemos também notar que Tvashtar confecciona o raio para Indra para que ele mate Vritura (RV I.88.5). Indra e Vritra repressentam as forças de expansão e contração ou as dualidades inerentes em cada um de nós. Eles são ambos inerentes em Tvashtar e representam os dois lados do Criador ou da criação como conhecimento e ignorância. Como Vritra também é o filho de Tvashtar e Danu, Indra deve ultimamente também ser um filho de Danu. Tanto os arianos védicos como os arianos proto-europeus são filhos de Tvashtar, que era às vezes não o Deus supremo mas um demiurgo que deve ser superado.

Os Danavas nos Puranas (VaP II.7) são os filhos do Rishi Kashyapa, que ali assume o papel de Tvashtar como o principal pai criador. Kashyapa é um grande rishi conectado com os Himalaias. Ele é o oitavo ou principal Aditya (Deus Sol) que não deixa o Monte Meru (Taittiriya Aranyaka I.7.20), a montanha mundial das fáblas. Kashyapa é associado com Kashmir (Kashyapa Mira ou Lago Kashyapa) e outras regiões dos Himalaias (as terras védicas de Sharyanavat e Arjika, RV IX. 113.1-2), que conecta os Danavas ao noroeste. O Mar Cáspio também pode ser nomeado relativo a ele. Os proto-europeus, portanto, são os filhos de Tvashtar ou Kashyapa e Danu, através de seu filho Manu. Eles são tanto Manavas e Danavas, como também Aryas.


No Rig Veda, Danu como Dasyu refere-se a um povo inimigo e é geralmente um termo vexatório (RV I.32.9; III.30.8; V.30.4; V.32.1, 4, 7; X.120.6). Os Danavas ou descendentes de Danu são geralmente inimigos do povo védico e seus Deuses. Portanto, assim como o rompimento Deva-Asura ou Arya-Dasyu é refletido no rompimento entre os hindus védicos e os persas, pode-se propor que o rompimento Deva-Danava reflete outra divisão nos povos védicos, incluindo aquela entre os arianos proto-indianos e os arianos proto-europeus. Nesse processo o termo Danu foi adotado pelos proto-europeus e tornou-se denegrido pelos povos védicos seguintes.

Nós deveríamos também lembrar que nos Puranas (VaP II.7), como nos Vedas o termo Danavas refere-se a um grande grupo de povos, muitos inimigos, mas outros amistosos, bem como a vários demônios míticos. No Rig Veda, os Danavas são chamados amanusha ou inumanos (RV II.11.10) como opostos aos humanos, Manusha. Os europeus possuíam entidades negativas similares como os Titãs gregos ou os Fomorii celtas que correspondem mais ao lado mítico dos Danavas como poderes de trevas, ou do submundo como os Asuras e Rakshasas védicos. Estes Danavas míticos dificulmente poderiam ser reduzidos aos Arianos proto-europeus ou a qualquer outro grupo de pessoas.

O acadêmico celta Peter Ellis nota, "os épicos irlandeses contém muitos episódios da luta entre os Filhos de Domnu, representanto as trevas e o mal, e os Filhos de Danu, representando a luz e o bem. Ademais, os Filhos de Domnu nunca são completamente superados ou erradicados do mundo. Simbolicamente, eles são o mundo. O conflito é entre as 'águas do Céu' e o 'mundo'". O mesmo pode ser dito das guerras védicas de Devas e Danavas ou das guerras Puranicas/Brahmanicas de Devas e Asuras.

Os Bons Danavas (Sudanavas)

Os Maruts nos Puranas (VaP II.6.90-135) são chamados os filhos de Diti, uma esposa de Kashyapa, que é às vezes equacionado com Danu. Seus filhos são chamados os Daityas, termos que nós encontramos também conectado com os persas, como o nome do rio em sua pátria original (Vendidad Fargard I.3). Ainda que representados como inimigos de Indra, os Maruts vieram a ser seus companheiros e eram grandes Deuses eles mesmos. Como Deuses dos ventos eles tinham controle do Prana e de outros siddhis (poderes ocultos). Eles também são os filhos de Rudra-Shiva e chamados Rudras, como os iogues shivaístas de tempos posteriores. Eles eram grandes sábios (RV VI.49.11), homens (manava) com línguas de fogo e olhos do Sol (RV I.89.7). Eles eram livres para viajar por todo o mundo e não eram obstruídos por montanhas, rios ou mares (RV V.54.9; V.55.9).


O Rig Veda contém muitas instâncias onde Danu tem um significado positivo indicando abundâncias ou mesmo representando o próprio divino em geral. Danucitra, significando riqueza da luz, ocorre algumas vezes (RV I.174.7; V.59.8). Os Maruts são chamados Jira-danu ou no plural Jira-danava ou Danus velozes, talvez Deuses velozes (RV V.54.9). Esse termo Jiradanu ocorre em outros lugares como o dom dos Maruts na última linha da maioria dos hinos de Agastya (RV I.165-169, 171-178,180-186,189,190). Mitra e Varuna são ditos Sripra-danu ou generosos e seus muitos dons, danuni, são elogiados (RV VIII. 25.5-6). Os Ashvins são chamados lordes de Danuna, Danunaspati (RV VIII 8.16). O Soma também é chamado Danuda e Danupinva, Danu generoso ou abundante com Danu (RV IX.97.23), conectando Danu com água ou outros rios.

Os Maruts são tipicamente chamados Sudanavas, bons em dar ou bons (Su) Danus (RV I.85.10; I.172.1-3;II.34.8; V.41.16; V.52.5; V.53.6; VI.66.5; VI.66.5; VIII.20.18, 23). Similarmente, os Vishvedevas ou deuses universais são chamados Sudanavas (RV VIII.83.6,8,9), assim como os Adityas (RV VIII.67.16), os Ashvins (RV I.117.10,24) e Vishnu (RV VIII 24.12). O termo também ocorre em um hino a Sarasvati (RV VII.96.4), onde Sarasvati é chamada a amiga ou compaheira dos Maruts (Marutsakha; RV 96.2). Mais importante, há uma Deusa chamada Sudanu Devi (RV V.41.18), que é provavelmente outro nome para a mãe dos Maruts. Os Maruts em particular ou os Deuses em geral seriam, então, os filhos de Sudanu ou Sudanavas. Isso sugere que talvez Danu, como Asura, tivesse sido antes uma palavra positiva e significasse divino. Havia não apenas um Danu maligno mas um bom ou Sudanu. No Rig Veda as referências aos Sudanavas são em maiores números que aquelas aos Danava como termo inimigo.

Os Maruts são chamados Sumaya (RV I.88.1), tando um poder bom (Su) ou divino de Maya, que representa um poder mágico, ou Mayina (RV V.58.2), possuídos pelo poder de Maya. Danu é provavelmente, em alguns sentidos, um sinônimo de Maya, um poder de abundância mas também de ilusão. Como a raiz Ma, a raiz Da significa "dividir" ou "medir". Maya é o poder dos Danavas (RV II.11.10). Os Danavas, particularmente Ahi-Vritra, são representados como serpentes (RV V.32.8), particularmente a serpente que habita aos pés da montanha que represa as águas celestiais, a qual Indra mata de modo a soltar as águas. Maya ela mesma é o poder da serpente.

Os Maruts como Deuses dos ventos são poderes dos raios, o qual no pensamento védico ou antigo era considerado como sendo uma serpente ou um dragão. Os Maruts são as boas serpentes, brilhantes como serpentes (RV I.171.2). Os Maruts ajudam Indra em matar Vritra e são seus principais amigos e companheiros. Indra é chamado Marutvan, ou possuído pelos Maruts. Seu líder é Vishnu (RV. V.87), que é chamado Evaya-Marut. Com Rudra (Shiva) como seu pai e Prishni (Shakti) como sua mãe, eles refletem todos os Deuses do Hinduísmo posterior. Como os filhos de Shiva eles estão conectados com Skanda, Ganesha e Hanuman.


Talvez esses Sudanavas ou bons Danus são os Maruts, que em suas viagens guiaram e lideraram muitos povos incluindo os celtas e outrs europeus seguidores de Danu. Como os filhos de Rudra, nós observamos várias figuras similares como Cernunos entre os celtas, que como Rudra é o senhor dos animais e é representado em uma postura iogue, como no Caldeirão Gundestrop. Se os Maruts foram responsáveis por difundir a cultura védica, como eu propus, eles podem ter chamado seus filhos, os filhos de Danu, em um sentido positivo. Nós poderíamos também dizer que os Sudanavas eram os Maruts, Druidas e outras classes Rishis, enquanto os povos que eles governavam, particularmente os rebeldes Kshatriyas ou classes guerreiras poderiam tornar-se Danavas no sentido negativo quando eles recusavam-se a aceitar orientação espiritual.

Nós sabemos tanto de textos celtas e védicos que os primeiros arianos, como outros povos antigos, estavam sempre lutando uns com os outros em vários conflitos locais, particularmente pela supremacia em sua região particular. Isso levou a vários divisões e migrações através dos séculos, o que nós não podemos sempre tomar em um sentido exagerado, na medida em que os príncipes guerreiros da Índia e da Irlanda permaneceram parte da mesma cultura e continuavam a casar uns com os outros. Portanto, qualquer conflito possa ter ocorrido entre os arianos proto-europeus e aqueles do interior da Índia, eram apenas parte dos vários conflitos entre diferentes famílias principescas que ocorriam dentro desses grupos também. Isso foi esquecido com o tempo.

Os arianos europeus tinham Deuses como Zeus, Thor e Jupiter que servem como as contrapartes de Indra como o Deus do céu, o Deus das chuvas, do raio e do relâmpago. Portanto, nós não podemos ler a divisão entre os arianos do Rig Veda e os Danavas como uma rejeição do Deus Indra pelos proto-europeus. Em adição, os arianos proto-europeus continuam a usar o termo Deva como divino como no latim Deus e grego Theos, diferentemente dos persas que fizeram Asura significar divino e Deva significar demônio. Eles também conhecem Manu, que os persas parecem ter esquecido e apenas mencionam Yima (Yama). Diferentemente dos persas, que desenvolveram uma tradição anicônica (anti-imagem) e quase monoteísta, os arianos proto-europeus mantiveram uma tradição pluralista, usando imagens, e adorando muitos Deuses e Deusas, como os védicos. Isso sugere que sua divisão do povo védico ocorreu muito antes que aquela dos persas ou iranianos, e que eles levaram consigo uma forma maior e mais antiga da religião védica.

Migrações para fora da Índia ou da Ásia Central

Nós notamos que Danu ou Danava como um termo para um povo inimigo ou mesmo um anti-deus, como Deva e Asura, provavelmente reflete algum rompimento nos povos arianos. Isso poderia ser o conflito entre os Purus, o principal povo védico localizado no rio Sarasvati próximo a Delhi, e os Druhyus, que localizavam-se ao noroeste do Afeganistão, que lutaram bem no início do período Rig Védico.

Certamente, nós podemos apenas equacionar os proto-europeus com o noroeste da Índia ou da grande Índia que estende-se para dentro do Afeganistão e da Ásia Central. Se eles podem ser conectados com qualquer grupo entre os cinco povos védicos devem ser os Druhyus.

Porém, nós encontramos reinos Druhyu continuando por algum tempo na Índia e dando nomes às regiões como Gandhara (Afeganistão) e Aratta (Punjab) conectados mais com povos iranianos ou citas. Ainda assim, nós notamos uma conexão entre os citas e os celtas, cujos sacerdotes druidas conectam a si mesmos com os citas em um período anterior. Os citas também mantinham um comércio da Índia para a Europa que continuou por muitos séculos. Nesse sentido os proto-europeus poderiam ser uma derivação da Índia ariana por migração, difusão cultural, ou o que é mais provável, uma combinação de ambos.


Ainda que os Druhyus e os proto-europeus possam estar conectados, é difícil confirmar particularmente na medida em que os europeus eram de um tipo étnico muito diferente (Nórdico e Alpino) do que a maioria dos indianos e iranianos, que eram do ramo mediterrâneo da raça caucasiana.

Porém, é possível que tipos étnicos europeus vivessem no antigo Afeganistão e na Ásia Central, mesmo em Kashmir, onde nós encontramos alguns desses tipos mesmo hoje. A evidência dos Tocharianos sugere isso. Os Tocharianos (Tusharas) foram um povo falante de uma língua indo-européia próximo às européias, e também demonstravam traços nórdicos ou alpinos, como cabelos loiros e ruivos. Eles viveram na Bacia do Tarim no oeste da China que dominava a região até a invasão muçulmana no século VIII d.C. quando eles já haviam virado budistas. Eles podem ter relação com as múmias de aparência europeia encontradas naquela área datando de 1.500 a.C. Eles também estavam presentes no oeste da China ao redor de Langchou nos primeiros séculos a.C. A língua tochariana possivelmente está relacionada aos ramos celta e itálico, assim como seus traços físicos assemelham-se aos europeus nórdicos. A região da Bacia do Tarim foi posteriormente considerada como a terra de Uttara Kurus e como uma terra dos deuses. Assim tais grupos não eram sempre censurados como bárbaros nas fronteiras, mas eram às vezes honrados como extremamente avançados e espirituais.


A evidência não mostra uma invasão/migração ariana na Índia em tempos antigos, certamente não após a era Harappa (3.000 a.C.) e provavelmente não antes. Nenhuma evidência genética ou antropológica ou outras evidências foram encontradas para provar isso. Similarmente, nós não encontramos evidência de migração de povos índicos interiores para o oeste, o povo escuro que era proeminente no subcontinente no noroeste. Mas se os mesmos tipos étnicos que os dos europeus estavam presentes no oeste da China, no Afeganistão ou no noroeste do Irã, como no vale Fergana (Sogdia), tal migração para o oeste seria possível, particularmente considerada sua familiaridade com cavalos. Nesse caso a comunalidade das línguas indo-européias não se sustentaria sobra uma etnia comum com os indo-arianos do interior mas sobre uma etnia comum com os arianos periféricos do noroeste da Índia.

Também é possível que os povos europeus derivaram sua cultura ariana da influência dos povos védicos, provavelmente principalmente dos Druhyus mas também dos Citas (que podem eles mesmos ter sido Druhyus), que migraram para a Ásia Central e trouxeram sua cultura a grupos maiores de europeus que já viviam na Europa e na Ásia Central. Os europeus podem ter pego uma influência ariana indiretamente do contato com vários rishis, príncipes ou mercadores, sem qualquer ligação genética ou familiar significativa com povos índicos. Ou alguma combinação pode ter existido. Tais povos com culturas mais védicas como os celtas podem ter derivado principalmente de migrações, enquanto outros como os germanos principalmente através de difusão cultural. Em todo caso, vários meios de arianização existiram que podem explicar a difusão da cultura védica dos Himalaias para a Europa, dentre as quais uma migração efetiva de povos do interior da Índia não precisa ser o único ou mesmo o principal fator.

Nós notamos de fato que os nomes de rios como o Don, Dnieper, Dneister, Donets e Danúbio ao norte do Mar Negro são cognatos com Danu. Isso poderia refletir tais movimentos de povos do Ásia Ocidental ou Central, incluindo migrantes originalmente de regiões da grande Índia e do Irã. Ao fim da Idade do Gelo, conforme a Europa tornou-se mais quente, ela tornou-se uma terra adequada para a agricultura. Isso a tornaria um lugar desejável para migração para povos do leste e do sul, que estavam tornando-se regiões mais secas.

Sobre uma Civilização Esgotada

"Aquele que pertence organicamente a uma civilização não pode identificar a natureza do mal que a mina. O seu diagnóstico pouco ou nada conta; o juízo que fizer sobre ela implicá-lo-á; poupá-la-á por egoísmo.
Mais desprendido, mais livre, o recém-chegado examina sem cálculo e apreende melhor as falhas. se a civilização se perder, ele aceitará, se necessário, perder-se também, atestar nela e em si próprio os efeitos do fatum. Remédios, não os possui nem os propõe. Como sabe que não se cura o destino, não se arvora em curandeiro junto de ninguém. A sua única ambição: estar à altura do Incurável..."
(Emil Cioran)


sábado, 23 de julho de 2011

Juízo

por Craig Smith

A idéia de separação racial, em público ou entre amigos, desperta uma resposta previsível: "Eu prefiro julgar as pessoas individualmente" e a chocada "Como você pode julgá-los como grupo?" A resposta é simples, para aqueles que possuem uma mentalidade voltada para a complexidade: separação racial é efetivamente menos pré-conceituoso, no mínimo porque você não está julgando nem grupo nem indivíduo.

Juízo, no sentido usado aqui, aplica-se a um juízo religioso, por meio do qual grupos e pessoas são diferenciados em uma escala absoluta de "bom" a "mau". A garota que você vê como uma puta pode ter sofrido abuso quando criança; o cara que cheira cola e rouba carros pode estar magoado por causa de uma garota; aquele cara velho e amargo pode ter tido seu carro roubado. Ao invés de julgar, o vir Indo-Europeu tradicional faz uma afirmação forte, aquela da escolha: "Eu prefiro estar com essas pessoas que são minhas amigas", o que pela natureza do mundo como um todo, quer dizer que aqueles que não estão selecionados como preferidos são excluídos.

Cada grupo etno-cultural está por milhares de gerações de procriação separado em inclinação em relação a outros grupos; tanto quanto gêmeos idênticos em cada lado de um continente comportam-se similarmente, e nós temos maneirismos e tendências inatas herdadas dos nossos pais, também tribos e raças possuem inclinações. Elas gostam de certas coisas e não de outras, e precisam de uma sociedade compatível. Quando você mistura todas elas e cria um padrão, ou média, que deve ser aplicado a todas, isto é injustiça com cada indivíduo. Eles estão sendo julgados por um construto humano artificial, abstrato e quantitativo.

Colocar a todos nós sob a mesma média e portanto na mesma escala linear é a mais cruel forma de juízo, na medida em que força-nos a avaliar os outros em termos de absolutos. Existe sob este sistema uma única amplitude de comportamentos aceitáveis, um único modo de aprovar e desaprovar pessoas, e uma única cultura mundial por meio da qual nós avaliamos tudo. Sob essa visão do mundo, você não pode olhar para alguém e pensar, "Eles são o que são", mas você deve vê-los em termos de se você os aprova ou não. Superior, inferior. Bom, melhor. Existe uma única escala linear do nada ao infinito, assim como nossos números.

Como aqueles que leem esta coluna sabem, eu não gosto de preconceito; ele fere o espírito do preconceituoso mais do que tudo, porque é uma visão depressiva e violenta do mundo. Ser preconceituoso significa que você assume que existe um mal absoluta, e enquanto ele existir, você não tem vitória. Você vê apenas uma única linha de aprovação, e você em algum ponto dessa linha, o que quer dizer que você deve medir a si mesmo por um número do mesmo jeito que você faz com todo mundo. Isso é perfeito para máquinas e burocratas, mas esmaga a alma humana.

Porém, o "multiculturalisom" é tão preconceituosos quanto, porque assume que se existe uma área, digamos, com apenas suecos étnicos, essa área não é "diversa" e portanto precisa ser consertada. Tikkun Olam: reparar o mundo, mesmo ele não precisando ser reparado; isso é preconceito contra a Natureza e contra a Realidade. Similarmente, ver o mundo em termos de Bem e Mal é dispor tudo sob uma única forma valorativa, e nega a diversidade de valor na própria vida. Você não pode deixar que punks sejam punks, e frequentadores de igreja sejam frequentadores de igreja; você tem que aplicar algum tipo de "grau" a cada um, e aqueles que estão abaixo da linha de provação são maus.

Então quando eu vejo essas respostas à separação racial, eu percebo que elas vem de pessoas que não são capazes de pensar fora de medidas lineares, e sendo incapazes de estabelecer uma linha de aprovação em algum lugar, optaram por aprovar tudo na idéia de que é "melhor" fazer isso. Eu digo, dispensemos inteiramente com o Bem e o Mal, e percebamos que misturar raças é um fenômeno recente que tem ocorrido apenas por causa de ímpetos comerciais, e pressões sociais e religiosos. Não tem nada a ver com a Natureza, e pressupõe que a Natureza é "má", e portanto o multiculturalismo - a Anti-Natureza - é "bom".

A mesma atitude ocorre em relação à natureza. As pessoas veem apenas submissão, ou dominação, porque elas estão fixadas em um estado mental linear, com uma realidade e um padrão para tudo. Diversidade na minha cabeça significa aceitar que a natureza pode ser diferente, e que nossa ordem e sua ordem podem não se misturar, então nós devemos deixar a floresta seguindo suas próprias regras e manter nossas casas ordenadas segundo necessidades humanas. A floresta possui predadores, e doenças, e horrores em adição a grande beleza, e nós podemos ter medo disso, mas isso não quer necessariamente dizer que nós temos que banir a floresta para estabelecer espaços onde esses horrores não existam.

Similarmente, eu não vejo necessidade de denegrir ou exaltar uma raça por sobre a outra; eu penso que essa interpretação da separação racial é recente e data da introdução dos juízos morais na Europa. Os antigos não julgavam; eles agiam heroicamente, como deve-se agir. Os modernos julgam, e excluem o que temem, e portanto não são capazes de fazer afirmações simples como "Eu prefiro viver entre os meus semelhantes", mas tem que denegrir africanos ou judeus e daí em diante. O outro lado odeia qualquer população étnica pura, e deseja obliterá-las tanto quanto nós derrubamos as florestas e aramos os campos: ele quer criar uma ordem da mediocridade a partir de um mundo anteriormente diverso.

Por essa razão, o racismo é menos preconceituoso que o anti-racismo, porque ele permite que nós preservemos nossa cultura sem que tenhamos que julgar outros como "maus" ou "bons". Em verdade, um modo de ver isso é que de modo a compreender o racismo, é necessário abandonar a moralidade. A moralidade é fundada no medo da morte, e por causa disso, as pessoas tornam a morte o conceito central de suas vidas: a partir do medo da morte, eles fazem o mundo tudo aquilo que veem; "o mundo é minha representação" torna-se verdadeiro de um modo doentio, na medida em que tudo o que eles veem é preservar a própria mortalidade, e assim estão cegos para a vida como um todo. Isso é Anti-Natureza e é a razi tanto do preconceito como do anti-racismo.

Quando nós olhamos para os efeitos disso, tanto em termos raciais como para além deles, torna-se claro que o que deve ser abordado é mais básico do que política; nós temos que olhar de perto para o julgamento ,e o mundo solipsista que ele implica, de modo a transcender os erros da política e perceber que o mundo não precisa se encaixar em um caminho burocrático, numérico e quantitativo. É muito mais complexo que uma linha numérica ou uma resposta sim/não. Essa idéia aplica-se a muito mais coisas do que o racismo, e eu a recomendo a todos como um modo não apenas de escapar de má filosofia, mas de aprender como apreciar e amar seu mundo.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Simon Sheppard - Como o Feminismo levou a Duas Guerras Mundiais

por Simon Sheppard



No seguinte artigo eu tentarei demonstrar, por uma sequência de progressão lógica, que a ascensão do "Feminismo" levou diretamente a duas desastrosas Guerras Mundiais envolvendo a morte de 50-60 milhões de pessoas e muitos outros efeitos sociais e econômicos adversos. O ensaio tentará abordar os mecanismos subjacentes - de modo geral, ao invés dos detalhes - e levanta as seguintes hipóteses: que os seres humanos evoluíram e que suas características devem ser expressadas tanto individualmente e coletivamente para que sejam evolutivamente viáveis.

Sufragistas e Guerra

O movimento sufragistas nasceu na Grã-Bretanha nos anos anteriores à Primeira Guerra Mundial, e essa campanha de desobediência civil, incêndios criminosos e greves de fome por prisioneiras culminou no Parlamento dando direitos de voto às mulheres em janeiro de 1918, 10 meses antes do fim da Guerra. Emmeline Pankhurst e sua filha mais velha Christabel declararam uma trégua pela duração da Guerra, e seis dias após o governo britânico soltou todas as prisioneiras sufragistas.

O direito foi dado às mulheres até mesmo antes de estar amplamente disponível para os homens: à época apenas proprietários homens podiam votar. Em verdade, até a Primeira Guerra Mundial as mulheres, sendo as responsáveis pela contratação de empregados domésticos, eram as principais empregadoras, e dar direitos políticos a até mesmo uma minoria das mulheres era consolidar sua elevação por sobre milhões de homens. Lord Cuzon, sogro de Sir Oswald Mosley, argumentou em oposição à lei que limitar o voto a mulheres acima dos 30 anos era uma restrição completamente arbitrária que simplesmente não poderia durar. Ele afirmou ao Parlamento que estender o direito de voto a mulheres era "uma vasta, incalculável, e quase catastrófica mudança... que era sem precedentes na história e sem justificativa na experiência." Curzon, e muitos outros desde então, afirmaram que após dar às mulheres o direito a voto ele nunca poderia ser retirado, mas isso é uma visão de curto prazo.

Nós deveríamos perguntar, e buscar uma resposta precisa para a pergunta: Foi uma coincidência que o governo britânico deu às mulheres o voto precisamente no mesmo momento histórico no qual dirigia uma rixa de sangue de uma selvageria não vista há séculos? Medidas extraordinárias foram tomadas para prevalecer na Primeira Guerra Mundia, e medidas extraordinárias foram tomadas ao invés de aceitar-se as ofertas de paz alemães e americanas que foram feitas, especialmente durante Dezembro de 1916. Ademais, é geralmente aceito que a Primeira Guerra Mundial levou diretamente à Segunda.

Por volta de 1700 e pelos dois séculos subsequentes, conflitos entre nações européias haviam tornado-se quase ritualizadas. Baixas eram mínimas, já que os combatentes de ambos lados consistiam de conscritos temporários, conscientes de que seu papel principal era permitir que algum nobre provasse sua superioridade em coragem e tática a seus pares. Nas recriminações subsequentes à famosa Carga da Brigada Leve de 1854 realizada na direção errada, o Conde de Cardigan disse que não era "parte do dever de um General lutar o inimigo entre soldados." Tendo liderado sua cavalaria em batalha ele não havia confrontado-se com alguém de patente equivalente com quem ele pudesse, segundo os protocolos de sua época, lutar. Central à noção prevalescente de "guerra civilizada" era que os civis tinham que ser respeitados: exércitos comprariam suprimentos de habitantes locais e às vezes ficam sem eles caso compras não pudessem ser realizadas. Essa foi a era na qual Thomas Cook teria organizado excursões para assistir próximo às batalhas enquanto tomava chá e comia sanduíche de pepino, uma era que praticamente havia acabado quando do surgimento do século XX.

Um rompimento inicial dos padrões aceitos de guerra civilizada teve lugar quando navios alemães bombardearam os portos e cidade inglesas de Hartlepool, e os portos de pesca de Scarborough e Whitby, em 16 de Dezembro de 1914, apenas algumas semanas após a declaração de guerra britânica contra a Alemanha. Isso seguiu-se logo após com o ataque aéreo alemão contra a Grã-Bretanha em 21 de Dezembro de 1914 e o primeiro ataque Zeppelin em 19 de Janeiro de 1915. Porém estes ataques haviam sido precedidos pela "Destruição de Louvain" de Agosto de 1914 e possivelmente por eventos ocorridos durante as Guerras Bôeres.

Qualquer tenha sido a ocasião que formou o precedente, as tradições militares dos dois séculos anteriores foram rompidas; daí em diante os europeus enfrentariam-se sem limitações. F.J.P. Veale descreveu a situação como segue:

"De motivos patrióticos, primeiramente para ajudar no esforço de guerra e depois para justificar os termpos ditados de paz, historiadores profissionais, muitos deles homens de grande eminência e conhecimento, trabalharam para confirmar e endossar o Mito do Kaiser Maligno. Uma vez, porém que isso havia sido exposto como uma ficção propagandista imprudente, eles foram incapazes de descobrir qualquer explicação geralmente aceitávei para o frenesi homicida cego que assumiu controle da Europa durante o período de 1914-1918, e finalmente eles resignaram-se e deixaram o problema para ser solucionado por psicólogos e psiquiatras."

Evolução e Guerra

Os homens tem subjugado as mulheres através da história por muitas razões, mas uma provavelmente deve ter sido a dominante: a necessidade de controlar níveis populacionais. O antropólogo Marvin Harris afirma que uma súbita elevação populacional por volta de 10.000 a.C. levou a uma queda imediata no nível de vida, e praticamente não houve redução populacional desde então. Para ilustrar isso, a população em 1570 de duas cidades européias, Hull e Amsterdã, era de 4.600 e 30.000 respectivamente. Por volta de 1970 essas duas cidades haviam crescido para conter 286.000 e 831.000 pessoas; uma queda subsequente é trivial em comparação (1991: 266.000 e 703.000). Um crescimento comparável ocorreu na América do Norte mas em um período mais curto. Parto e tentativas de induzir abortos eram as principais causas de mortalidade feminina antes de 10.000 a.C., segundo Harris. O autor presente propõe que níveis populacionais, especialmente a densidade populacional, determinam uma medida objetiva de influência feminina e 10.000 a.C. foi a data aproximada na qual a sociedade deixou de ser uma patriarquia. População elevada beneficia a fêmea; um de seus efeitos, possivelmente o primário, é que as estratégias masculinas de caça são perturbadas.

Apenas seres humanos e formigas vão à guerra, estas duas espécies de animal social em estado evolutivo avançado. Estima-se que as formigas tem evoluído por 600 milhões de anos enquanto os seres humanos existem por volta de apenas 2 milhões de anos. O rápido avanço dos humanos é devido em parte àquilo uqe Darwin chama "transmissão igual de caracteres." Isso, e o instinto feminino de tornar a tarefa do macho o mais difícil possível, melhorando sua aptidão, envolve o macho, à longo prazo, competindo com uma cópia parcial de si mesmo. Isso pode ser considerado com uma expressão sutil da estratégia Tit for Tat [olho por olho; retaliação equivalente], uma estratégia muito comum e robusta na natureza. Se ela é sutil, ela certamente não é ineficaz.

Suponha que o macho evolua a habilidade de suprimir seu impulso instintivo imediato de usar a força bruta, ao invés aplicando a lógica e a inteligência para prevalescer. Isso pdoe ocorrer no caso de um macho velho, com força decaindo, buscando manter sua posição de dominação sobre um grupo de fêmeas ou território, usando sua inteligência pare resistir a tentativas de deposição por machos mais jovens e mais fortes. Pela transmissão igual de caracteres a fêmea herda sua força de vontade, aplicando-a para suprimir seu próprio desejo instintivo por sexo, substituindo o que anteriormente era sua submissão automética e involuntária como no cruzamento animal. Então a fêmea demanda esforços mais desgastantes por parte do macho antes que ela submeta-se; ela ergue os custos do sexo por meio de sua recusa. A política feminina é erguer os custos do sexo, a masculina é reduzi-los. Uma engenhosidade constante é requerida do macho para que ele esteja sempre um passo a frente da fêmea, que é tanto seu oponente como seu simbionte, acelerando o processo evolutivo e aumentando a aptidão da raça como um todo.

O argumento às vezes proposto de que a Guerra serve para limitar a população não possui base na realidade. O crescimento populacional é uma função do número de fêmeas reprodutivas, e essa é a origem do infanticídio feminino como praticado na pré-histórica e que persiste em algumas regiões hoje, notavelmente na China.

Análise Procedimental

A Análise Procedimental é um novo sistema de análise comportamental humano proposto por este autor. Referindo-se à Tabela 1, as fêmeas preferem sinais e símbolos porque eles são ambíguas e portanto manipulativos, enquanto machos preferem marcadores e controles porque eles são não-ambíguos e geralmente envolvem a riqueza que o macho cria. Comportamentos são considerados como masculinos ou femininos segundo eles sejam vantajosos para a propagação de genes masculinos ou femininos. A política masculina ótima para a propagação de seus genes é impregnar a maior quantidade possível de fêmeas reprodutivas, enquanto a política feminina ótima é assegurar um único parceiro de longo prazo de aptidão excepcional que permanecerá com ela e sustentar-lhe-á enquanto ela cria os filhos.

Tabela 1: Categorias Básicas de Procedimento



Definição
Exemplos
Sinal (F)
Um gesto, particularmente sexual que serve para atrair um parceiro.
O Sinal Acidental (p.ex. derrubar uma bebida) que é uma provocação por ajuda masculina, da qual um relacionamento e progênie podem resultar.
Marcador (M)
Uma indicação não-ambígua de envolvimento.
Falar com alguém; pagar uma bebida; uma mulher consertando ou passando as roupas de seu parceiro.
Símbolo (F)
Quando uma coisa quer dizer outra.
Um convite para uma chícara de café: tradicionalmente, esse é um convite para partilhar no ritual de sua preparação, e para conversar.
Controle (M)
Uma solicitação que gera uma resposta fixa e pré-determinada.
Chamar o nome de alguém. Um estado no qual controles são emitidos (p.ex. estar casado) é chamado um estado controlado.

Os machos buscam obter sexo físico enquanto as mulheres, geralmente, buscam evitá-lo. O custo para a fêmea de ficar grávida para um macho que a abandona pouco depois da cópula são enormes, enquanto para o macho nessa situação eles são insignificantes. A origem de muitos procedimentos femininos é que eles compensam pela maior força física masculina. As fêmeas abominam violência porque se força for empregada elas quase invariavelmente perdem.

O jogo masculino/feminino é um jogo de opostos. Aplicam este simples porém poderoso e acima de tudo preciso modelo, o instinto masculino é competir (maximizar aptidão) enquanto o instinto feminino é conspirar (erguer o custo do sexo e impor monogamia). As fêmeas instintivamente promovem a vida jovem e desvalorizam a velha, enquanto o instinto masculino é precisamente o oposto. No ambiente mais duro e masculino da Inglaterra do século XVIII era comum ver corpos de bebês e crianças pequenas nos montes de lixo das grandes cidades. Hoje, porém, uma pessoa pode ser processada por matar um bebê deficiente, como se ele tivesse assassinado um médico ou cientista.

Esse contraste na percepção de diferenças também é uma função do gênero. O Teorema 3 na Análise Procedimental é a Teoria SDoD (Tabela 2), assim chamada porque ela formaliza a percepção errônea feminina e, ainda que elas não vejam como tal, sua natureza desonesta em alguma medida. Segundo esta teoria, as fêmeas tornam pequenas diferenças maiores, e grandes diferenças menores. Assim as fêmeas tendem a minimizar as grandes diferenças entre as raças, entre homens e mulheres e entre humanos e animais. (Pode-se comparar a insistência feminina de que essas grandes diferenças são pequenas com seu exame meticuloso de pequenos detalhes enquanto fazem compras.) Um exemplo citado em meu livro é de alguém que insistia que qualquer fêmea acima dos 14 deveria ser chamada de mulher, mas que descrevia-se como uma "auto-identificada lésbica política não-separatista heterossexual."

 Tabela 2: Componentes da Teoria SDoD (Submersão Desonesta de Diferença)

SMAdPD: A Submersão Masculina Atual de Pequenas Diferenças
PFEdPD: A Percepção Feminina Elevada de Pequenas Diferenças
AMIdGD: A Amplificação Masculina Imoderada de Grandes Diferenças
SFDdGD: A Submersão Feminina Desonesta de Grandes Diferenças

Em oposição, os machos tornam grandes diferenças maiores e pequenas diferenças menores. Machos lutarão para preservar diferenças mas devem perceber as diferenças como grandes se eles devem contemplar dar suas vidas por elas. Eles irão ignorar pequenas diferenças, como em personalidade, para trabalhar juntos em busca de um objetivo comum. Essas são provavelmente as origens evolutivas dominantes na percepção masculina; machos competem e estão interessados em tamanho.

Deslocamento

A Proposição 3 da Análise Procedimental afirma que os instintos jamais são anulados, eles são apenas deslocados. Se um instinto não pode ser expresso em seu modo próprio, natural, ele sempre encontrará expressão de algum outro modo, invariavelmente menos satisfatório.

O mecanismo subjacente dos instintos de cuidado e proteção é a Afeição Abaixo: é inapropriado buscar proteger alguém ou algo mais poderosos do que si mesmo. O Deslocamento é geralmente evidenciado na discriminação e na Afeição Abaixo. Discriminar é uma função perfeitamente natural e normal, que ocorre a cada minuto de cada hora (p.ex. diferenciar entre uma nota de R$5 e uma de R$ 10). Quando proibida se ela envolve desvantagens para qualquer membro de uma lista politicamente-correta - grupos todos eles expressando traços femininos - em pouco tempo ocorre que o único grupo que pode ser legitimamente discrimado é o dos homens brancos, que no modo feminino de pensar são um caso à parte. A discriminação deve ocorrer, e é simplesmente uma questão de encontrar um objeto por meio do qual o instinto pode encontrar sua catarse.

Quando o instinto masculino de proteger membros mais fracos de sua sociedade torna-se absurdo, como sentir-se protetor em relação a uma fêmea superior no trabalho, o instinto será redirecionado para outro lugar. Pode ser dirigido para minorias "vulneráveis" com "necessidades especiais". Grupos alógenos adotarão o papel de sub-classe, anteriormente ocupado por fêmeas, e explorarão a proteção masculina. Essa proteção pode ser de um indivíduo, como em uma pessoa defendendo seu amigo não-branco, ou pelo governo. Não é o papel de Grande Irmão que o Estado está adotando, mas de "Grande Irmã": A Grande Irmã é o acúmulo de grupos, masculinos e femininos, empregando políticas femininas. Praticamente todas as políticas contemporâneas que estão sendo oficializados por governos ocidentais são femininas em natureza.

Outro exemplo de deslocamento são as campanhas ultramarinas de líderes nacionais notavelmente, em tempos recentes, presidentes americanos. Um indivíduo deve ter uma grande luxúria por poder para alcançar tal posição e não é surpreendente que uma vez instalados eles desejem "flexionar seus músculos" e exercer algum poder real. Ele não pode fazer isso em casa por causa dos interesses das pessoas que pagaram por sua campanha eleitoral e da agenda de outros "manipuladores" por trás da cena. Daí força militar é empregada contra algum país remoto, geralmente atrasado, ao invés. O instinto masculino de dominar e subjugar é exercido longe porque interesses poderosos fizeram desse o caminho de menor resistência.

Deslocamento do Inimigo

Assim nós temos uma analogia com as Guerras Mundiais da história européia moderna. Nos anos seguintes ao nascimento da "União Social e Política Feminina" em 1903, o Establishment britânico, pura e simplesmente, perdeu o controle das mulheres. Enquanto a imagem popular tem sido de mostrar as sufragistas acorrentando-se a trilhos de trem, a realidade foi uma campanha sustentada de vociferosidade por uma pequena minoria de mulheres engajadas em insurreição aberta. Em março de 1912, mulheres foram levadas às ruas comerciais de Londres para quebrar por volta de 200 vitrines de lojas com martelos. Pinturas em exposição em galerias de arte foram atacadas e danificadas. Explosivos foram colocados no Centro de Londres e em outros lugares, com a líder Pankhurst recebendo uma sentença de prisão em janeiro de 1913 por sua incitação. Preocupações muito reais foram erguidas a respeito do assassinato de figuras públicas. Uma parte relevante da ficha criminal das sufragistas eram ataques piromaníacos, com mulheres percorrendo o campo com latas de gasolina para atear fogo a igrejas, estações de trem e casas de campo de políbicos:

"Em dezembro de 1911 e março de 1912, Emily Wilding Davison e Nurse Pitfield cometeram um incêndio por iniciativa própria, ambas cometendo seus atos abertamente e sendo presas e punidas. Em julho de 1912, incêndios secretos começaram a ser organizados sob a direção de Christabel Pankhurst. Quando essa iniciativa estava em andamento, certos oficiais da União receberam, como seu trabalho principal, a tarefa de assessorar incendiárias, e arranjar suprimentos de material inflamável, ferramentas de arrombamento e outras coisas que elas precisassem. Uma certa jovem excessivamente feminina caminhava por Londres, encontrando militantes em todos os tipos de locais públicos e inesperados, para arranjar expedições perigosas. Mulheres, a maioria delas jovens, labutavam à noite por regiões inóspitas, carregando patróleo e querosene. Algumas vezes elas falhavam; outras vezes eram bem-sucedidas em atear fogo em prédios não-habitados - melhor ainda se fosse a residência de algum notável - ou uma igreja, ou outro lugar de interesse histórico. Ocasionalmente elas eram presas e condenadas; usualmente escapavam."

As criminosas geralmente recebiam sentenças leves, mas até mesmo essas eram apenas parcialmente executadas. Prisioneiras entravam em greve de fome e eram soltas sob os termos do "Cat and Mouse Act" de 1913, mas esse Ato apenas regulamentou o tratamento leniente que elas já recebiam rotineiramente. Descrevendo uma conhecida prisão feminina de Londres, Sylvia Pankhurst escreveu que "Holloway tornou-se um lugar alegre, de fato."

No conflito com a Alemanha que começou em agosto de 1914, o desejo de dominar e subjugar as mulheres, um instinto natural com origens evolutivas sadias, foi expresso de outra maneira. A Alemanha foi subjugada ao invés, do mesmo modo que um homem que perdeu o controle em casa busca dominar em outro lugar. Ademais, o governo britânico havia ele próprio tornado-se feminizado, escolhendo como seu inimigo um mais masculino do que si mesmo, o tipo de inimigo que uma mulher teria escolhido. Ao atacar um oponente mais masculino, os machos foram manipulados em servir o interesse feminino. Essa hipótese é apoiada pelo que segue:

  1. A assombrosa rapidez da declaração de Guerra contra a Alemanha, ocorrida até mesmo antes que um lobby pacifista pudesse ser organizado. Isso ocorreu porque, em efeito, o governo já estava em Guerra há alguns anos: A União Social e Política Feminina havia declarado publicamente que um "Estado de Guerra" existia em 1910. Porém o oponente do governo era um para o qual suas opções de retaliação eram muito limitadas. Frustrados pelas táticas terroristas das sufragistas, e sua impotência pelo medo da reação pública que poderia resultar de qualquer resposta de força, o governo estava desesperado por um "inimigo real" que eles pudessem enfrentar apropriadamente.
  2. A vivacidade das sufragistas em formar uma aliança com o governo no início da Guerra. Em 8 de setembro de 1914 Christabel Pankhurst retornou de Paris e imediatamente deu um discurso não sobre o sufrágio, mas sobre "O Perigo Germânico". Lideradas por Emmeline e Christabel Pankhurst, militantes sufragistas tornaram-se as mais entusiásticas defensoras da Guerra. Copiando o Almirante Charlies Fitzgerald com seu grupo inicial de trinta mulheres, elas tornaram-se ativas por toda Grã-Bretanha em "Brigadas de Penas Brancas", dando penas brancas a qualquer homem vestido como civil, com o objetivo de envergonhá-lo para que ele se alistasse. Tão fervorosas elas eram que até mesmo soldados desmobilizados, soldados com licença temporária, funcionários públicos e crianças eram confrontados com esse símbolo de covardia. Christabel Pankhurst cruzou o Atlântico pouco depois para buscar apoio americano para a Guerra.
  3. Muito da propaganda da época continha óbvias imagens sexuais. Típica era a representação de uma Alemanha "bruta" e masculina e uma Bélgica vulnerável e feminina, que os homens eram incitados a defender.
Observe que cada componente acima invoca a Afeição Abaixo e portanto uma admissão da inferioridade feminina. No primeiro, o medo da reação pública à punição normal das sufragistas; no segundo, a suposição de que as mulheres mesmas não precisam alistar-se para lutar e morrer por uns poucos centímetros de lama estrangeira; o terceiro invoca novamente a noção da fêmea "fraca e vulnerável".

O comportamento das sufragistas, em seu novo papel masculino como agressor, era exagerado. Similarmente ( e talvez em imitação em certa medida) o comportamento dos Aliados foi exagerado tanto durante e depois das Guerras porque eles estavam conformando-se a um papel feminino (enfrentar um inimigo masculino), um papel com o qual eles não estavam acostumados. Alguns chamam isso de "super-compensação", mas a Análise Procedimental é mais precisa: o mecanismo é chamado CEEPE, Comportamento Exagerado em Papel Estranho. Uma Nação, como um homem, que é segura de si e em sua capacidade masculina de controle não precisa ou quer perseguir vingativamente um inimigo conquistado. Não se pode fazer mais do que assombrar-se pela carnificina e terror que poderiam ter sido evitadas caso os britânicos, diante de rebelião sufragista organizado, simplesmente tivessem recebido ordens de "dobrar as mangas".

Certamente a maioria das políticas sendo realizadas pelo governo alemão nos anos de 1933-1939 eram masculinas; em verdade o próprio nacionalismo é uma expressão masculina, poque a Nação é um construto masculino (o equivalente feminino é "a Comunidade"). Confirmação disso está amplamente disponível com a observação de que a maioria dos participantes em organizações nacionalistas e patrióticas, dos dois lados do Atlântico, são homens. Algumas das políticas masculinas do regime Nacional-Socialista eram a busca por competição com a Grã-Bretanha; o fortalecimento das fronteiras, a busca pela recuperação por territórios perdidos e posteriormente, a expulsão de estrangeiros; o fato de ser uma Nação industrial; militarismo (uniformes, hierarquias); a defesa dos papéis femininos da mulher e a posse de uma liderança com uma óbvia simbologia que possua poder e autoridade.

Se, como parece razoável supor, os instintos são impositivos, e a Guerra é praticamente inevitável, sendo um impulso masculino e sendo improvável de jamais desaparecer, a seleção do inimigo é de elevadíssima importância. De interesse é a observação de Darwin de que a competição é sempre mais intensa entre as espécies mais fortemente aliadas, uma tendência que elementos malévolos tem sido peritos em explorar nas sociedades humanas. O Encorajamento Maligno é uma política importante que parece ter sido formalmente definida pela primeira vez por este autor. É encorajar um oponente a perseguir uma política adversa (ver Tabela 3). Racialmente, a Grã-Bretanha, os EUA e a Alemanha são similares: muitos americanos são de origem alemã e houve casamento entre famílias reais britânicas e germânicas por gerações. Observe novamente a Teoria DSoD, "Fêmeas tornam pequenas diferenças maiores." Qual teria sido uma escolha masculina de inimigo? Darwin visualizava a futura extinção dos Negros, e dificilmente imaginava que isso ocorreria por meio de diálogos pacíficos.

Tabela 3: Escolhas de Política para um Protagonista



Minimizar a Recompensa do Oponente
Maximizar a Recompensa do Oponente
Minimizar a Própria Recompensa
Perdedor
Altruísmo puro
Maximizar a Própria Recompensa
Encorajamento Maligno
Simbiose Perfeita

Um fator adicional, particularmente considerando boicotes econômicos e manipulações por trás das cenas, é RDdFC: o Reforço Duplo de Características Femininas. Essa é a noção de que homens não-brancos possuem características femininas. Até mesmo alguns homens de ascendência européia exibem características femininas (p.ex.: homens homossexuais, homens monogâmicos). Judeus podem ser como homossexuais, expressando traços femininos com força masculina.

Ambas Guerras Mundiais foram vencidas empregando a política feminina da aliança profana, uma expressão da tendência feminina de conspirar (etmologicamente respirar junto; uma conspiração não precisa ser secreta). Na Primeira Guerra um pacto foi forjado com a Judiaria, prometendo-lhes a Palestina em troca da entrada dos EUA na Guerra, e na Segunda o equilíbrio foi rompido por uma aliança com Stalin. Churchill e "Tio Joe" não tinham nada em comum a não ser seu ódio por Hitler: ostensivamente eles uniram-se contra seu inimigo masculino comum. (Eu digo ostensivamente porque Stalin estava muito provavelmente jogando seu próprio jogo de Encorajamento Maligno: "M. Maisky disse a um diplomata estrangeiro em Londres em Dezembro de 1940 que ele somava as perdas britânicas e germânicas não em duas colunas, mas em uma única coluna. A confisão, não a recuperação, do Ocidente parecia a mais segura garantia de segurança soviética.") Nós vemos tais alianças profanas hoje em políticos ortodoxos da "esquerda" e da "direita" realizando condenações unificadas de partidos nacionalistas, como já ocorreu na França, Grã-Bretanha e EUA.

Conclusão

O novo isstema de Análise Procedimental, apresentado aqui de modo incompleto, é uma ferramente extremamente poderosa que é capaz de:

  • a) Distinguir comportamentos normais de anormais;
  • b) Prever, dentro de certos limites de probabilidade, o comportamento humano normal;
  • c) Verificar afirmações históricas.

Eu espero ter demonstrado que a política sexual foi um componente significante, senão essencial, nos eventos formativos de 1914, e que esse fator é um dos responsáveis pela violência de magnitude sem precedentes das duas Guerras Mundiais subsequentes.

Tabela 4: Políticas Femininas Empregadas pelos Aliados nos Anos de Guerra


Política de Guerra
Traço/Procedimento Feminino
Origem Evolutiva
Destruir um Competidor Econômico
Intolerância à Competição
Reforçar interesses femininos por quaisquer meios possívels: compensa pela maior força física masculina
Aliança com a Judiaria; aliança com Stalin
Forjar alianças profanas contra um inimigo comum: Conspiração
Proteger contra agressão, política oposta à da Competição
Dar voto às mulheres sem um mandato do eleitorado britânico; Declaração de Balfour entregando a Palestina
Generosidade Vicária
Estimular apoio (p.ex. no caso de agressão de parceiro) de outra comunidade usando a riqueza do próprio parceiro
Condições Punitivas do Tratado de Versalhes; Tribunal de Nurember; Esfomeamento em massa dos prisioneiros alemães após a Segunda Guerra
Não perdoar: Inabilidade de egressão
Ressentimentos úteis demais como armas emocionais: Transdução, compensa pela maior força física masculina
Carnificina maciça da Primeira Guerra Mundial; Bombardeiro Terrorista de Civis durante a Segunda Guerra Mundial; “Guerra Total”
Não exercer restrições/Ir longe demais: Maximização de Vantagem
Fêmeas não evolutivamente adaptadas para o exercício de poder. Exploração ilimitada de qualquer vantagem, compensa por maior força física masculina
Falha em erguer bloqueio sobre a Alemanha após Armistício; Mudar os termos de rendição entre o Armistício e o Tratado de Versalhes
Voltar atrás em um acordo: tergiversação
Obter o melhor parceiro possível
Aplicar leis retroativamente: Tribunal de Nuremberg
Inabilidade de Egressão
Obter o melhor parceiro possível
Usar um pretexto para conflitos
Propósito Diversionário
Obter o melhor parceiro possível
Boicote econômico da Alemanha pela Judiaria 1933-1939
Dinheiro como Símbolo
Fêmeas preferem sinais e símbolos
Mendacidade da Propaganda Aliada: “Empalamento de bebês belgas”; “Huno, como Besta”; “Fábricas de Sabonete Humano”; “Câmaras de Gás”
Estigmatizar o Oponente: Transdução
Compensa pela maior força física masculina
Exortar a população a lutar contra um oponente mais masculino, não um mais feminino; provocar a Alemanha a bombardear Londres, motivando um público britânico outrora desinteressado a lutar
Manipular machos para que façam as suas tarefas
Reforça interesse feminino por quaisquer meios possíveis, compensa pela maior força física masculina e pela inadequação feminina, eleva a carga sobre os machos, facilita a Transdução Criativa
Censurar Mosley nos anos de 1933-1939
Controlar Informação
Compensa pela maior força física masculina
Prender Mosley e centenas de nacionalistas britânicos durante a Segunda Guerra Mundial
Intolerância de Discordância
Reforça interesses femininos por quaisquer meios possíveis, compensa por maior força física masculina
“Hitler começou a Guerra”; “Hitler queria conquistar o mundo”; Mito dos “Seis Milhões”
Reescrever a História
Enfraquece marcadores masculinos posicionados durante encontros anteriores e confunde os machos, tornando-os mais facilmente manipuláveis