(José Antonio Primo de Rivera)
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Revolução Completa
(José Antonio Primo de Rivera)
domingo, 1 de maio de 2011
Centralidade da Religiosidade
(José Antonio Primo de Rivera)
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Trabalho, ao invés de palavras vazias
(José Antonio Primo de Rivera)
domingo, 24 de abril de 2011
Comunidade
(José Antonio Primo de Rivera)
segunda-feira, 18 de abril de 2011
A Nação
(José Antonio Primo de Rivera)
terça-feira, 22 de março de 2011
Milícia
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Memória Histórica. Falange um movimento romântico cara ao Sol.
"Cremos na aurora, nas estrelas e nos trigos”
Utrera Molina
“Espanha é para nós o fragmento mais íntimo deste Cosmos, uma parte bem acabada no Universo, que quer viver e realizar a harmonia divina, repetindo ritmicamente a Natureza do todo, na grande translação imperial rumo à unidade de destino, e na rotação e revolução nacional de sua consciência irrenunciável. Nem a Pátria é indiferente a Ordem Universal, nem as Artes podem ser indiferentes a Ordem da Pátria”.
Rafael Sánchez Mazas, 1940.
“Na alvorada imortal da Espanha, crescerão espigas de sangue, se amassará com elas o pão novo que será pão de sangue; e quando nossos filhos comam desse pão sobre a mesa da Pátria, expulsos os covardes e os sacrílegos, a geração de nossos filhos será a geração Nacional-Sindicalista invencível e ativa; porque toda a terra da Espanha, palmo a palmo, está tingida de nosso sangue, que é trigo eterno e semente fecunda; e nós temos a dura e gloriosa missão de abrir a fenda, de semear e de morrer; e desceremos a tumba com a intenção impassível e o rumor alegre das velhas canções.”
Antonio Díaz Rodríguez, 1938.
“A consciência de pertencer a um povo eleito, está presente na interpretação de nossa guerra como Cruzada e da Espanha como povo invocado a salvar o homem moderno do abismo em que se encontra caído”.
F. Javier Conde, 1942.
“A concepção falangista tem um perfil ardente e heróico. É dura. Homens ganhos com transigências, com táticas suaves não nos servem. Falem claro, sejam decididos e violentos em vossas palavras e em vossas obras. Não oculteis a ninguém vossa missão. Há que combater com nobreza: o que tenha medo, que o diga. Que chegue a todos por vós um estilo e uma maneira de ser. Não agüenteis a ninguém, não façam concessões, odiais as meias palavras, as transigências e as retiradas. Vossos primeiros homens hão de responder a estas condições e estar formados neste espírito; preferis um eficaz a muitos medianos”.
José Antonio Girón, 1943. “Hacia uma Nueva Aristocracia”.
“Quando o Estado se encontra no fundo do poço, quando as instituições estão podres, abandonadas ou desfeitas, quando a situação nacional é deplorável, quando um povo, como acontecia na Espanha, renunciava seu destino covardemente; quando um povo, como sucedia com o nosso, deixa arrebatar todas as suas instituições sem um tiro de defesa; quando um povo se declara vencido, está abatido, então o empurrão que lhe renova, a violência que lhe saca do normal, a revolução que lhe perturba, só lhe pode lançar pelo caminho ascensional da grandeza”.
Dionisio Ridruejo, 1938.
“A revolução que queremos consistem em voltar à autentica hierarquia dos valores, em saber, simplesmente, que por cima de nós está a Pátria e que por cima da Pátria está Deus, em saber que o homem não pode ser escravo do homem nem do dinheiro, que sobre a verdade econômica existe a verdade teológica e que a verdade teológica nós diz que não é justo que alguém morra de fome, enquanto outros desfrutam de todos os luxos. Numa palavra, a revolução que nós queremos é a revolução das idéias, que, ao fim, é a única que marca o rumo e os passos na marcha dos povos”.
“Nossa revolução é a do espírito contra a matéria. Da harmonia contra o numero. Da qualidade contra a quantidade. Dos corpos sociais contra as coletividades puramente numéricas. Da nação viva contra a pátria sem alma”.
José Antonio, 1935.
Traduzido do espanhol por Fidalgo.

