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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Revolução Completa

"Todas as revoluções foram até agora incompletas, já que nenhuma delas serviu tanto a ideia nacional da Nação como a ideia de justiça social. Nós combinamos ambas as coisas: a Nação e a justiça social, e assentes naqueles dois princípios inabaláveis estamos categoricamente decididos a fazer a nossa revolução".

(José Antonio Primo de Rivera)


domingo, 1 de maio de 2011

Centralidade da Religiosidade

"Nós queremos que o espírito religioso, que é a pedra chave nos maiores feitos da nossa história, seja respeitado e apoiado como merece; mas isso não significa que o Estado deva interferir em funções que não lhe pertençam"

(José Antonio Primo de Rivera)


quarta-feira, 27 de abril de 2011

Trabalho, ao invés de palavras vazias

“Nós não queremos cantigas sobre direitos individuais do tipo que nunca poderão ser impostos nas casas dos famintos. Em vez disso permita-se que a cada homem, a cada membro da comunidade política, simplesmente por fazer parte dela, sejam dados os meios de conseguir uma vida justa e decente pelo seu trabalho.”

(José Antonio Primo de Rivera)


domingo, 24 de abril de 2011

Comunidade

"Nós queremos que todos sintam ser parte de uma séria e completa comunidade. Por outras palavras, existem claramente muitos tipos de tarefas a ser desempenhadas: algumas manuais, algumas intelectuais, outras na educação ou nos campos social ou cultural; mas numa comunidade como a que procuramos, fique claro que não deverão existir passageiros ou inúteis."

(José Antonio Primo de Rivera)


segunda-feira, 18 de abril de 2011

A Nação

"A nação é uma unidade completa, onde todos os indivíduos e todas as classes estão integradas. A nação é uma síntese transcendente e individual com fins próprios a alcançar; e o estado que cria será o instrumento eficiente, autoritário, que serve essa indisputável, permanente, irrevogável unidade que se chama nação."

(José Antonio Primo de Rivera)


terça-feira, 22 de março de 2011

Milícia

"A milícia não é uma expressão caprichosa e mimética. Nem um pueril 'brincar de soldado'. Nem uma manifestação esportiva, de alcance puramente ginástico.

A milícia é uma exigência, uma necessidade inevitável dos homens e dos povos que querem salvar-se, um ditado irresistível para os que sentem que sua Pátria e a continuidade de seu destino histórico pedem em jorros dessangrados de gritos, em ondas de vozes imperais e imperiosas, seu enquadramento em uma força hierárquica e disciplinada de uma doutrina, na ação de uma só tática generosa e heróica.

A milícia iça sua bandeira de recrutamento em todas as esquinas da consciência nacional. Para os que ainda conservam sua dignidade de homens, de patriotas. Para os que em seus pulsos percebem todavia o pulsar do sangue espanhol e escutam na alma a voz de seus antepassados, enterrados no pátrio solar e lhes ressoa no coração o eco familiar das glórias dos homens de sua nação e de sua raça que clamam por sua perpetuidade.

É a Pátria quem necessita de nosso esforço e de nossos braços; ela é quem nos manda vestir uniformes, formar todos como um..."
(José Antonio Primo de Rivera)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Memória Histórica. Falange um movimento romântico cara ao Sol.

"Cremos na aurora, nas estrelas e nos trigos”
Utrera Molina

“Espanha é para nós o fragmento mais íntimo deste Cosmos, uma parte bem acabada no Universo, que quer viver e realizar a harmonia divina, repetindo ritmicamente a Natureza do todo, na grande translação imperial rumo à unidade de destino, e na rotação e revolução nacional de sua consciência irrenunciável. Nem a Pátria é indiferente a Ordem Universal, nem as Artes podem ser indiferentes a Ordem da Pátria”.

Rafael Sánchez Mazas, 1940.

“Na alvorada imortal da Espanha, crescerão espigas de sangue, se amassará com elas o pão novo que será pão de sangue; e quando nossos filhos comam desse pão sobre a mesa da Pátria, expulsos os covardes e os sacrílegos, a geração de nossos filhos será a geração Nacional-Sindicalista invencível e ativa; porque toda a terra da Espanha, palmo a palmo, está tingida de nosso sangue, que é trigo eterno e semente fecunda; e nós temos a dura e gloriosa missão de abrir a fenda, de semear e de morrer; e desceremos a tumba com a intenção impassível e o rumor alegre das velhas canções.”

Antonio Díaz Rodríguez, 1938.

“A consciência de pertencer a um povo eleito, está presente na interpretação de nossa guerra como Cruzada e da Espanha como povo invocado a salvar o homem moderno do abismo em que se encontra caído”.

F. Javier Conde, 1942.

“A concepção falangista tem um perfil ardente e heróico. É dura. Homens ganhos com transigências, com táticas suaves não nos servem. Falem claro, sejam decididos e violentos em vossas palavras e em vossas obras. Não oculteis a ninguém vossa missão. Há que combater com nobreza: o que tenha medo, que o diga. Que chegue a todos por vós um estilo e uma maneira de ser. Não agüenteis a ninguém, não façam concessões, odiais as meias palavras, as transigências e as retiradas. Vossos primeiros homens hão de responder a estas condições e estar formados neste espírito; preferis um eficaz a muitos medianos”.

José Antonio Girón, 1943. “Hacia uma Nueva Aristocracia”.

“Quando o Estado se encontra no fundo do poço, quando as instituições estão podres, abandonadas ou desfeitas, quando a situação nacional é deplorável, quando um povo, como acontecia na Espanha, renunciava seu destino covardemente; quando um povo, como sucedia com o nosso, deixa arrebatar todas as suas instituições sem um tiro de defesa; quando um povo se declara vencido, está abatido, então o empurrão que lhe renova, a violência que lhe saca do normal, a revolução que lhe perturba, só lhe pode lançar pelo caminho ascensional da grandeza”.

Dionisio Ridruejo, 1938.

“A revolução que queremos consistem em voltar à autentica hierarquia dos valores, em saber, simplesmente, que por cima de nós está a Pátria e que por cima da Pátria está Deus, em saber que o homem não pode ser escravo do homem nem do dinheiro, que sobre a verdade econômica existe a verdade teológica e que a verdade teológica nós diz que não é justo que alguém morra de fome, enquanto outros desfrutam de todos os luxos. Numa palavra, a revolução que nós queremos é a revolução das idéias, que, ao fim, é a única que marca o rumo e os passos na marcha dos povos”.

José Luis Arrese, 1940.

“Nossa revolução é a do espírito contra a matéria. Da harmonia contra o numero. Da qualidade contra a quantidade. Dos corpos sociais contra as coletividades puramente numéricas. Da nação viva contra a pátria sem alma”.

José Antonio, 1935.

Traduzido do espanhol por Fidalgo.