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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Greg Johnson - O Expurgo do Condado

por Greg Johnson


Uma das minhas partes favoritas de O Senhor dos Anéis é o livro 6, capítulo 8, "O Expurgo do Condado", o penúltimo capítulo de O Retorno do Rei.

Após a destruição do Anel e a queda do Senhor do Escuro, Frodo, Sam, Merry, e Pippin retornam ao Condado apenas para descobrir que ele foi tomado por estrangeiros que escravizaram e saquearam os hobbits e arrasaram a terra.

Os veteranos em retorno incitam seu povo à rebelião, matando muitos dos usurpadores e expulsando o resto. Eles então descobrem quem estava por trás: o mago caído Saruman, que é banido do Condado. Antes que ele possa ir embora, porém, ele é morto por seu servo no crime, o traiçoeiro Língua-de-Cobra, que então é morto por três flechas hobbits.

Esse capítulo foi omitido da trilogia cinematográfica de Peter Jackson (bem como da versão animada de Ralph Bakshi), ainda que Jackson aluda a ele em dois pontos. Em A Sociedade do Anel, quando Frodo olha no espelho de Galadriel, ele tem uma visão dos hobbits escravizados e do Condado flagelado por moinhos escuros. Na versão ampliada de O Retorno do Rei, após a queda de Isengard, Merry e Pippin descobrem que os armazéns de Saruman contém produtos do Condado, indicando algum tipo de contato.

Mas Jackson moveu as mortes de Saruman e Língua-de-Cobra para a queda de Isengard. Língua-de-Cobra ainda mata Saruman, mas ele é morto por uma flecha de Legolas. Assim quando Frodo e companhia retornam ao Condado, eles o encontram imutável. Portanto na narrativa de Jackson, a visão de Frodo foi apenas um futuro possível evitado pela morte de Saruman em Isengard.

Ainda assim, eu considero uma vergonha que "O Expurgo do Condado" não tenha sido filmado, pois ele é uma alegoria política potente que permanece relevante hoje. Muitos comentaristas simplesmente notam que o Expurgo é baseado na experiência pessoal de Tolkien de retornar das trincheiras da Primeira Guerra Mundial para encontrar a Inglaterra um lugar modificado. Mas o Expurgo vai muito além de qualquer experiência do Tolkien. É uma obra de imaginação, uma alegoria política que se assemelha muito mais às experiências dos soldados alemães retornando da Grande Guerra para encontrar um regime radicalmente novo, dominando por estrangeiros.

O Condado foi subjugado do seguinte modo. Após a queda de Isengard, Saruman foi reduzido a um "pedinte vagando pelos ermos", um refugiado. Mas quando ele tinha poder, o mago desenvolveu uma rede ampla que alcançava o Condado, onde ele cultivou a amizade de Lotho Pústula.

O Condado era uma sociedade agrária e autárquica de pequenos camponeses e comerciantes independentes. Pústula, porém, era suficientemente alienado e ambicioso que ele queria mudar sua ordem social. Ele queria mais terra do que ele poderia trabalhar por si próprio, e ele queria empregados para trabalha-la, para que ele pudesse ficar rico cultivando para exportação. Em resumo, ele queria ser um mandachuva com um latifúndio.

Por meio de misteriosas infusões de capital de fora do Condado (obviamente de Saruman), Pústula conseguiu adquirir a propriedade de pequenos proprietários com problemas econômicos (talvez emprestando-lhes dinheiro a juros usurários e então tomando seus bens quando eles não pudessem pagar), reduzindo-os a empregados no que outrora havia sido sua própria terra. Assim Pústula tornou-se um mandachuva, entitulando-se Condestável-Chefe e então apenas Chefe. Quando Saruman e Língua-de-Cobra chegaram como fugitivos, naturalmente Pústula os hospedou.

Tendo elevado o desenraizado e ganancioso Pústula ao poder, Saruman aconchegou-se com o Chefe e começou a instituir uma nova ordem. Ele trouxe estrangeiros racialmente indeterminados para intimidar e aterrorizar os hobbits. Ele também recrutou hobbits de caráter defeituoso - pessoas que queriam aparecer e se intrometer nos negócios alheios - para expandir a força policial. Isso era necessário, porque Sarumam também expandiu vastamente as regras e regulamentos de modo a subjugar os hobbits. Naturalmente, houve descontentamento, então uma vasta rede de espiões e informantes foi criada, bem como um serviço de correio para transmitir rapidamente relatórios e ordens. Dissidentes eram então agrilhoados e presos.

A sociedade foi coletivizada. Casas privadas foram substituídas por cortiços feios, entulhados, arruinados. Racionamento foi introduzido para esmagar os espíritos dos hobbits e abaixar seu padrão de vida, liberando recursos para serem consumidos por seus novos senhores ou para serem exportados por dinheiro. O lazer foi restrito e o trabalho expandido. Artesanatos, que eram bons para uma economia esteticamente refinada e ecologicamente sustentável, foram substituídos por indústria pesada para produzir bens para exportação.

Essa indústria era alimentada pelo desmatamento e poluía a água e o ar. Mas a profanação da natureza foi muito além até dos limites da necessidade econômica, traindo um ódio pela natureza e pela beleza enquanto tais. O real objetivo de Saruman era menos criar um novo mundo do que destruir o anterior.

Finalmente, para cimentar seu domínio, Saruman arranjou secretamente o assassinato de seu colaborador Pústula uma vez que ele já havia ultrapassado sua utilidade.

É simplesmente um erro reduzir tudo isso a uma alegoria da ascensão endógena do capitalismo na Inglaterra. Pois o papel de Saruman indica que esse processo foi longe de ser endógeno no Condado. Nem na Inglaterra, aliás. Saruman representa uma influência estrangeira, especificamente o espírito judaico - desenraizado, alienado, materialista, e ultimamente niilista - que está encarnado tanto no judaísmo como em seu fenótipo ampliado, o calvinismo e o protestantismo do baixo clero. (Foi a Revolução Puritana que trouxe os judeus de volta para a Inglaterra).

Porém, o golpe de Saruman e a eliminação de Pústula não se assemelham a qualquer coisa que tenha ocorrido na Inglaterra. Mas lembram a revolução que derrubou o Kaiser, seguida por vários putsches judaico-bolcheviques e finalmente pela República de Weimar. Ademais, o sistema totalitário de espiões e informantes de Saruman e sua expropriação de pequenas propriedades rurais e confisco de sua produção não ocorreram na Inglaterra ou na Alemanha, mas ocorreram na Rússia Soviética, levando a alguns dos maiores crimes contra o homem europeu na história. Assim, O Expurgo do Condado é uma alegoria política aplicável não apenas à Inglaterra mas a todas as formas de subversão judaica da sociedade tradicional.

Mas também é uma alegoria de como um povo pode recuperar o controle de seu destino. Os hobbits haviam perdido sua liberdade por meio de táticas "salame". Cada dia um pouquinho de sua liberdade era cortada, mas não o bastante para causar uma rebelião geral, somente bastante resmungo passivo, até finalmente, quando o significado do que estava acontecendo tornou-se evidente para eles, era tarde demais. Frodo e companhia, porém, retornaram para casa após uma longa ausência, e a mudança os atingiu de imediato. Ela não os desmoralizou e enervou lentamente. Ela os deixou furiosos.

E como veteranos de guerra, eles sabiam algo sobre lutar. O Condado também havia sido perdido porque os hobbits eram desunidos e medrosos, ultimamente porque eles haviam desfrutado de uma vida mole e um estilo de vida tranquilo. Frodo e seus camaradas, porém, haviam sido testados e endurecidos no flagelo da guerra. Eles não seriam intimidados por rufiões estrangeiros, não importa qual fosse sua altura. Eles imediatamente mobilizaram seu povo e expurgaram o Condado dos usurpadores. Os hobbits há muito estavam rangendo sob o novo regime. Os veteranos foram a fagulha do pavio.

Algumas pequenas escaramuças levaram a uma climática batalha em Beirágua, que deixou quase 70 dos rufiões estrangeiros mortos e o resto presos ou fugidos. Dezenove hobbits também morreram. Os hobbits então marcharam até Bolsão para derrubar Saruman e expulsá-lo do Condado. Os prisioneiros também foram liberdados incólumes. Essas políticas tolamente gentis para com assassinos foram justificadas por Frodo com efusões de moral e hocus-pocus metafísico que nos lembram que, afinal, isso é literatura juvenil. Melhor ignorá-lo quando nossos inimigos estiverem a nossa mercê.

A analogia histórica mais próxima ao Expurgo do Condado vem da Alemanha, onde vários grupos Freikorps - milícias de veteranos desmobilizados - esmagaram putsches judaico-bolcheviques na Prússia e na Bavária. Ademais, o sucessor do Freikorps foi o NSDAP, também liderado e repleto de veteranos, que finalmente acabou com a República de Weimar. É um modelo digno de se contemplar hoje conforme milhares de veteranos brancos retornam de uma guerra instigada pelos judeus no Iraque para se depararem com uma taxa de desemprego de 30% em uma pátria tomada e saqueada por imigrantes não-brancos. Há um eleitorado apenas esperando por um líder.

sábado, 31 de dezembro de 2011

O Fim da Globalização

por Greg Johnson



O mercado é inerentemente uma instituição global. O mercado é não-racista, não-nacionalista, e não-religioso, pois enquanto as decisões forem tomadas apenas em termos monetários, a raça, nacionalidade, e religião dos compradores e vendedores simplesmente não importa. Normalmente, elas são totalmente desconhecidas.

Eu conheço a identidade étnica dos donos da loja de tapetes armênios e do restaurante chinês na esquina. Mas qual é a raça, etnia, ou nacionalidade da Coca-Cola Corporation? Seus investidores, empregados, e clientes possuem cada identidade do mundo. Mas a corporação não possui nenhuma. Ela é global, cosmopolita. Como seu famoso jingle nos diz, ela quer ensinar o mundo a cantar em perfeita harmonia, o que quer dizer que ela quer um planeta pacificado no qual as pessoas abandonaram todas as fronteiras e identidades que possam impedir a venda de coca-cola.

Globalização é o processo de fazer com que o potencial inerentemente global e cosmopolita do mercado torne-se atual pela destruição das barreiras raciais, nacionais, religiosas, e culturais ao mercado, tais como leis protecionistas, proibições religiosas à usura, antigas inimizades entre povos, ligações sentimentais à própria comunidade, tribo, terra natal, etc.

Para consumidores no Primeiro Mundo, a globalização começa como uma coisa boa. Eles podem pegar seus salários de Primeiro Mundo e comprar montes de bens baratos manufaturados no Terceiro Mundo. Para capitalistas baseados no Primeiro Mundo, é ainda melhor, pois eles podem ter enormes lucros vendendo bens do Terceiro Mundo a preços apenas ligeiramente menores do que bens manufaturados no Primeiro Mundo - e embolsar a diferença.

Por exemplo, para usar números arbitrários, quando sapatos eram feitos na América, um par de sapatos sendo vendido a $100 poderia ser manufaturado por um trabalhador recebendo $10/hora, 40 horas/semana + horas extras, benefícios, férias, em uma fábrica regulada para saúde, segurança, e impacto ambiental. Claro, parece coisa demais para se incomodar. Mas isso nunca impediu fabricantes de sapatos americanos de virarem milionários.

E quando esse fabricante deixava sua fábrica ao final do dia, seu carro de luxo dividiria a estrada com os carros modestos de seus próprios empregados. Ele passaria por um centro agitado no qual as esposas de seus empregados faziam compras; ele passaria pela escola frequentada pelos filhos de seus empregados; ele poderia até ir ao jogo de futebol escolar local e torcer pelos filhos de seus trabalhadores; ele poderia dirigir através de vizinhanças com casas bem pintadas e jardins cuidados, onde seus empregados viviam. E quando ele chegava a sua mansão com colunas, ele simplesmente sairia da estrada e entraria em sua garagem. Não havia portões de segurança e guardas para protegê-lo.

Com a globalização, porém, um par de sapatos similar vendido a $95 poderia ser manufaturado na Indonésia por um coitado esfomeado recebendo uma fração do salário, sem hora extra, férias, ou benefícios, em uma fábrica sem regulações de saúde, segurança, ou impacto ambiental. E o fabricante de sapatos embolsa a diferença.

Mesmo que o empresário americano de uma fábrica de sapatos fundada na América, sediada na América, empregando americanos, tivesse uma ligação sentimental com sua nação e seus empregados, ele não poderia competir com rivais que não possuem essas ligações. No fim, ele teria que fechar sua fábrica: ou para transferir empregos para o Terceiro Mundo, ou simplesmente por falência. Assim o processo de globalização seleciona e recompensa o cosmopolitanismo e os sentimentos anti-nacionais, anti-patrióticos, anti-comunitários.

A longo prazo, globalização significa uma coisa: a equalização de salários e padrões de vida por todo o globo. Isso significa que os níveis de vida no Primeiro Mundo despencarão, e os níveis de vida no Terceiro Mundo se elevarão um pouquinho, até que a paridade seja alcançada. Em outras palavras, globalização significa a destruição do proletariado e classe-média americanas, uma redução de seu nível de vida até aquele do Terceiro Mundo. Globalização significa uma reversão do progresso nos níveis de vida desde a revolução industrial.

Especificamente, globalização significa a reversão do progresso genuíno conseguido pela esquerda: salários melhores, jornada de trabalho menor, e benefícios conseguidos pelo movimento sindicalista; programas de saúde, segurança, bem-estar e aposentadoria criados por liberais e social-democratas (que não existe no Terceiro Mundo); e as proteções ambientais conseguidas por ecologistas (que são impostas sobre o Terceiro Mundo pelo Primeiro Mundo, que não mais terá esse luxo).

A globalização também afeta os ricos. Primeiros de todos, aqueles que se tornaram ricos vendendo coisas para o proletariado e classe-média do Primeiro Mundo desaparecerão junto com seus consumidores. Não haverá mais um mercado para cortadores de grama e trailers de camping. Os ricos que sobrarem produzirão ou para os super-ricos globais ou para o proletariado global. E as vidas dos ricos também serão dramaticamente transformadas. Algumas pessoas ficarão muito ricas de fato desmontando o Primeiro Mundo. Mas eles acabarão vivendo como os ricos do Terceiro Mundo.

Eles vão se deslocar de fábricas ou escritórios fortificados para mansões fortificadas em limousines blindadas com seguranças armados através de favelas. Eles se socializarão em clubes exclusivos e passarão as férias em resorts exclusivos sob os olhos vigilantes de seguranças. Como Maria Antonieta que gostava de brincar de leiteira nos jardins de Versalhes, eles podem até fingir ser boêmios em flats milionários em Haight Ashbury, ou caubóis em ranchos de vinte milhões de dólares em Wyoming, ou camponeses de Nova Inglaterra em casas de campo milionários em Martha's Vineyard - tendo chegado ao topo de um sistema que exterminou as pessoas que criaram esses estilos de vida.

As consequências não são secretas. Elas não são aleatórias e imprevisíveis. Elas não são nem ao menos arcanas ou controversas. Elas estão previstas em cada livro introdutório de economia. Elas são aparentes na estagnação dos níveis de vida do proletariado e da classe-média na década de 70 e no declínio da última década, em que 50.000 fábricas americanas fecharam as portas, muitas para transferir seus postos de trabalho para o exterior - enquanto milhões de imigrantes, legais e ilegais, chegaram para competir com americanos pelos trabalhos que sobram, reduzir salários, e consumir serviços públicos pelos quais eles não podem pagar.

Porém as classes média e trabalhadora americana jamais tiveram uma escolha a respeito da globalização, pela razão óbvia de que eles jamais teriam aprovado a própria pauperização. O movimento sindical, os partidos políticos, as igrejas, e todas as outras forças que teriam sido capazes de resistir à globalização foram cooptadas.

Progressistas sinceros reconhecem os efeitos destrutivos da globalização, mas a maioria deles acham que a única alternativa ao capitalismo global é o socialismo global, que não é solução alguma, mesmo que possa ser alcançado.

Mas se nós rejeitarmos a globalização, qual é a unidade econômica natural? É aqui que os nacionalistas brancos são capazes de responder às preocupações genuínas do movimento Occupy e outras críticas progressistas da globalização. Pois a fronteira na qual a globalização termina é a nação. Os EUA e cada outra nação europeia entrou na modernidade e conseguiram a maior parte de seu progresso econômico e social praticando políticas econômicas nacionalistas, incluindo o protecionismo. Prosperidade e justiça social retornarão quando a globalização for substituída por nacionalismo econômico.

Libertários abominam o protecionismo como beneficiando um grupo às custas de outro (como se a globalização não fizesse exatamente o mesmo). Mas esse é o jeito errado de olhar para a questão. Cada indivíduo usa chapéus diferentes e desempenha papéis diferentes: produtor, consumidor, membro de família, cidadão, etc. Livre comércio faz de nós bons consumidores, mas também faz de nós maus cidadãos solapando a justiça social e a soberania nacional. O protecionismo limita nossa capacidade de aquisição como consumidores, mas nos fortalece como cidadãos. O livre comércio fortalece alguns empresários às custas do bem comum, fazendo deles maus cidadãos. O protecionismo e outras regulamentações fazem de todos os empresários bons cidadãos fazendo com que seja impossível lucrar às custas do bem comum - não deixando faltar oportunidades de gerar riqueza de modo socialmente aceitável.

Mas a realização da globalização, seja socialista ou capitalista, não valeria a pena, se ela realmente pudesse levar a um mundo sem nações, fronteiras, e guerras? É a esperança utópica que sustenta a lealdade de muitos globalistas apesar da difusão da desolação pela face da Terra. É a mesma esperança que sustentava comunistas apesar dos oceanos de sangue derramados.

Há duas respostas básicas a isso. Uma é afirmar que não vale a pena, o que o utopista fanático jamais aceitaria. A outra é afirmar que um mundo sem nações nunca será alcançado, e que as pessoas que pressionam por isso, ademais, não são nem sérias em relação a isso. Globalização não é a superação do nacionalismo, mas meramente o modo pelo qual o as nações dominadas pelo mercado rompem barreiras expandindo seu próprio poder econômico. As insurreições coloridas de hoje na Europa Oriental e no mundo islâmico são meramente a versão moderna da diplomacia imperialista de séculos passados. George Soros é apenas o Cecil Rhodes de hoje.

Judeus como Soros, é claro, são os pregadores primários de esquemas universalistas como comércio global, fronteiras abertas, miscigenação racial, multiculturalismo, e outras formas de destruição de identidade. Mas eles não dão sinais de praticar essas mesmas políticas entre si. O que é deles eles preservam; o que é nosso é negociável. A implicação é óbvia: seu objetivo é destruir todas as fronteiras nacionais e identidades raciais e culturais que servem como impedimentos à expansão do poder judaico. A globalização não é um caminho para a liberdade universal. É a criação de um só pescoço para levar um grilhão judaico por toda a eternidade.

É fácil ver porque os judeus pensam que a devastação causada pela globalização é boa para eles, mas é difícil compreender porque qualquer outra pessoa queria seguir junto, exceto pelos produtos alienados e desenraizados do declínio cultural. E mesmo essas pessoas devem estar se perguntando se esse é o mundo que eles realmente querem.

O universalismo, afinal, não é realmente universal. Apenas brancos parecem suscetíveis a ele em grandes números para fazer diferença. Mas se o universalismo é apenas uma crença racialmente e culturalmente europeia, então a globalização dará certo apenas pelo extermínio de judeus e outros antigos povos etnocentristas como os chineses, coreanos, japoneses, armênios, etc, que se recusam a pular no caldeirão global. Isso quer dizer que a globalização não é o caminho para a utopia liberal, mas meramente uma extensão genocida do imperialismo europeu. Mas considerando o investimento massivo em propaganda do Holocausto, mesmo os globalistas mais fanáticos não teriam coragem para essa solução, então no final, eles teriam que permitir que povos etnocentristas ficassem de fora.

E se judeus e outros podem rejeitar a globalização, porque o resto de nós não? Especialmente considerando que livre comércio não recíproco é regressivo, dissolvendo a soberania nacional, solapando a justiça social, e entregando os destinos de povos europeus nas mãos de estrangeiros.

A conclusão é clara: defensores progressistas da globalização ou são ignorantes ou são vermes desonestos a favor de um processo que irá pauperizar e escravizar o povo que eles pretendem defender. Existe um vasto eleitorado na América para um partido político progressivo, protecionista, anti-globalista, nacionalista e racialmente consciente. Ele está apenas esperando uma liderança.

domingo, 23 de outubro de 2011

Declínio e Queda de Muammar el-Qaddafi

por Greg Johnson

O Coronel Muammar el-Qaddafi governou a Líbia por 42 anos. Ele chegou ao poder em um golpe militar contra o rei líbio Idris, que era basicamente o sátrapa do capital internacional, garantindo que a exploração dos recursos petrolíferos do país beneficiasse companhias estrangeiras e a si mesmo, mas não o povo líbio.

Qaddafi obrigou as companhias de petróleo a partilhar sua riqueza com o povo líbio. Ele financiou escolas, clínicas e infraestrutura. Alfabetização, saúde e expectativa de vida dispararam. Mas ele não queria que os líbios tornassem-se preguiçosos e corruptos como os cidadãos dos ricos Estados do Golfo Persa. Ele constantemente lembrou os líbios de que o petróleo acabaria um dia e que eles teriam que trabalhar para tornarem-se autosuficientes.



Qaddafi parece doido para a maioria dos ocidentais, mas sua filosofia e prática políticas foram, na verdade, bastante consistentes: ele rejeitava a modernidade homogeneizadora. Ele via tanto o capitalismo e o comunismo como essencialmente a mesma coisa em seu materialismo, globalismo, e nivelamento. Ele advocava uma terceira via na qual formas tradicionais de vida, que são inerradicavelmente plurais e particulares, poderiam seletivamente abraçar a modernidade. Ele financiou grupos de liberação nacional tais como o PLO e o IRA. Ele apoiava movimentos antiglobalização e líderes como Hugo Chavez. Ele gostava de botar o dedo na cara dos Estados Unidos. Após a queda da URSS, ele fez tudo que podia para frustrar a emergência de uma pax Americana completamente unipolar. Ele era tão nacionalista quanto qualquer líder poderia ser quando amarrado a uma religião universalista.

Qaddafi cometeu muitos crimes. Ele permitiu-se muitas tolices. Ele tinha péssimo gosto.

Mas talvez a Líbia estivesse em paz e não em ruínas, e talvez Qaddafi estivesse vivo e liderando hoje, se ele não tivesse cometido um único erro fatal: ele decidiu brincar de adoletá com os EUA. Após 11 de Setembro, ele partilhou informações sobre a Al Qaeda com os Estados Unidos. Ele concordou em abandonar as pesquisas de armas nucleares, apesar de uma dissuasão nuclear ser o único modo de um país manter sua independência no mundo de hoje. Ele torturou muçulmanos no lugar dos Estados Unidos e do Reino Unido para que eles pudessem, com típica hipocrisia anglo-talmúdica, manter suas pretensões de legalidade.



Ele referia-se a Condoleeza Rice como "Leeza, Leeza, Leeza", e jurou que "amava-a" como se ele fosse um cabelereiro deslumbrado, e não um Chefe de Estado sério. Talvez ele estivesse ensaiando para o Inside Edition. Até onde eu sei, ele nunca foi apresentador do Saturday Night Live ou apareceu na Oprah.

Ao longo da maior parte de seu governo, Qaddafi foi tanto amado quanto temido. Ele foi amado porque ele melhorou o bem-estar de seu povo e por causa de seu carisma cada vez mais excêntrico. Ele foi temido porque ele era duro com seus inimigos. Mas pode-se continuar no poder enquanto temido. Na verdade, isso ajuda. Não pode-se, porém, governar quando é-se desprezado. E ao curvar-se à América, Qaddafi fez de si mesmo desprezível aos olhos do povo.

Tornar-se uma prostituta dos EUA poderia ter compensando Qaddafi pela perda da estima de seu povo se tivesse garantido-lhe um amigo fiel e estável aliado. Mas a América é incapaz desse tipo de amizade. Todas as alianças são, obviamente, condicionais em servir ao interesse de todas as partes. Mas a América é dada a crises infantis de entusiasmo moralista que ignoram considerações dos interesses nacionais. Os líderes americanos realmente acreditam nas próprias baboseiras.



Então quando o mundo árabe estava todo em polvorosa a respeito de "democracia" e "mudança" e derrubar "ditadores", todos os cálculos de interesse nacional, todo realismo sobre perspectivas de democracia nos países árabes, até mesmo o supremo bem (ou seja, os interesses de Israel) foram arremessados pela janela. Qaddafi tinha que ir, sob uma barragem de pietismos liberais e bombas.

Eu não sei se Qaddafi chegou a arrepender-se de sua abertura ao "Ocidente", mas seu desafio até o fim quase redimiu-o aos meus olhos.

As lições devem ser claras para os outros governantes árabes que estão sendo alvejados pelas mesmas forças: pode-se ser temido e odiado, mas não pode-se nunca arriscar a tornar-se desprezível aos olhos do próprio povo buscando a amizado dos Estados Unidos. Os Estados Unidos, ademais, são um amigo volúvel e inútil, indigno de trair o próprio povo para ser cortejado. O único caminho para a segurança no mundo é o da Coréia do Norte e do Irã. Uma dissuasão nuclear é a única garantia de soberania que resta nesse planeta.

Fonte: http://www.counter-currents.com/2011/10/the-decline-and-fall-of-muammar-el-qaddafi/

segunda-feira, 25 de julho de 2011

O Rambo Neo-Conservador: Anders Behring Breivik

por Greg Johnson

Nacionalistas Brancos, Nacionalistas europeus, contra-jihadistas, restricionistas de imigração, e até mesmo o Tea Party estão sendo difamados por estarem "ligados" e "associados" com o suspeito homicida norueguês Anders Behring Breivik.

A maioria dessas ligações existem apenas nas mentes de esquerdistas desonestos (e conservadores kosher) buscando espremer vantagens políticas dos corpos de adolescentes.

Mas algumas ligações são reais - tão reais como qualquer coisa na internet possa ser. Por exemplo, eu imediatamente reconheci a foto de Breivik porque eu a vi no Facebook algumas vezes. (Na época do ataque, ele tinha mais de 7.000 amigos no Facebook).


Eu lembro dele distintamente por causa de suas fotos, que parecem fotos de modelo profissional, e não as típicas fotos "à paisana" que as pessoas usam como avatares do Facebook.

Eu lembro-me de dar uma olhada em seu perfil e decidir que ele não estava realmente em sincronia com os objetivos do Counter-Currents. Ele descrevia a si mesmo como conservador e cristão (o que não são necessariamente "bandeiras vermelhas"), mas ele alinhava a si mesmo com o movimento europeu filo-semita e anti-islâmico (o que é uma grande bandeira vermelha, e geralmente uma judaica ainda por cima).

Também, a segunda vez que eu encontrei a foto de Breivik no Facebook, eu notei que seu nome havia mudado. Após sua foto aparecer nos jornais, eu encontrei-a no Facebook ainda sob um terceiro nome (um nome diferente de Anders Behring Breivik), mas quando eu procurei alguns minutos depois novamente, eu não consegui encontrar aquele perfil.

Isso me deu uma sensação desagradável: Existem muitos mutantes ideológicos que vivem mudando de formas e nomes em nosso meio, e esses comportamentos normalmente estão relacionados a um alto grau de narcisismo bem como com desordens psicológicas mais profundas. (Eu tenho a mesma sensação desagradável com pessoas que mudam muito seus avatares do Facebook). Eu aprendi com experiências amargas que nada bom para nossa raça e causa vem de associação com os insanos, então eu prefiro pecar pelo excesso de precaução e evitar pessoas que demonstram sinais de instabilidade.

Inicialmente, eu evitei escrever sobre Breivik porque seus motivos não estavam claros. Então Kevin Slaughter desbamcou todo o mundo do jornalismo revelando ao mundo as razões de Breivik: 2083: A European Declaration of Independence, um manifesto de 1.518 páginas apresentando sua visão-de-mundo e os planos de seus ataques. Breiviki também criou um vídeo bem feito que sumariza suas opiniões e as ilustra com imagens efetivas. (Ambos foram publicados sob o nome Andrew Berwick. O livro indica Londres como o local de publicação. As fotos nas últimas páginas, porém, são de Anders Breivik).

Ainda que os crimes dos quais Breivik é acusado trazem a mente o ataque de Oklahoma City, o manifesto cuidadosamente trabalhado de Breivik está mais ao estilo do "Unabomber" Ted Kaczynski (ainda que Breivik não seja um pensador tão profunda; nem, infelizmente, tão conciso).

Breivik é um nacionalista europeu cuja preocupação primária é a colonização islâmica. Ele é um conservador, um anti-comunista e oponente do "marxismo cultural", um maçom, um cristão que vê o Cristianismo com uma força cultural para a unificação da Europa contra o Islã (mas obviamente não um fundamentalista cristão como afirmado pela mídia de massa), um filo-semita e pro-sionista, um anti-racista, e um anti-Nacional-Socialista, que constantemente utiliza o nazismo como um paradigma do mal. (Breivik chama Adolf Hitler "o Grande Satã" e o culpa pelo declínio de nossa raça.)


Ainda que a Nova Direita norte-americana pertença ao mesmo gênero, Euro-Nacionalista, eu não consigo imaginar uma espécie mais fundamentalmente diferente do que Breivik, pois no âmago de seu pensamento reside uma falha intelectual (ou, mais provavelmente, moral) que torna possível abraçar a Judiaria (e um de seus tentáculos, a Franco-Maçonaria) ao mesmo tempo em que tenta lutar contra suas consequências ("marxismo cultural", a islamização da Europa) e insultar o Nacional-Socialismo e outras formas de Euro-Nacionalismo que vão à raiz do problema.

O objetivo de Breivik era, aparentemente, inspirar uma nova cruzada para expulsar o Islã da Europa. Seu modelo eram os Cavaleiros Templários, uma das ordens militares-espirituais que enfrentaram o Islã durante as Cruzadas. A foto do próprio Breivik em trajes maçônicos é claramente baseada na pretensão maçônica de descendência dos Cavaleiros Templários.

Breivik devota páginas incontáveis para definit detalhadamente a estrutura de seus novos Cavaleiros Templários, completo com graus, juramentos, rituais, e até mesmo protótipos de uniformes e medalhas. Qualquer um familiar com jogos de RPG vai reconhecer imediatamente esse tipo de literatura.

Como, precisamente, Breivik achava que ele poderia ressuscitar os Cavaleiros Templários e impulsionar uma cruzada européia contra o Islã, metralhando adolescentes? Bem, talvez eu tenha lido muito rápido, mas eu não vi uma conexão.



Breivik ergueu um arranha-céus de palavras, mas os elevadores não vão todos até o topo. Ele gastou 300.000 euros (!) preparando-se para sua operação, mas deixo um buraco entre seus meios e seus fins últimos tão grande que poderíamos atravessar com um caminhão por ele.

O tomo de Breivik também inclui dicas para você parecer o melhor possível em suas fotos. O que me faz refletir: Estaria a desconexão entre os objetivos políticos de Breivik e suas ações conectada pelo puro narcisismo desse petulante, porém mortal, imbecil?

Estaria Breivik tão cativado por sua lógica, sua retórica, e seus uniformes brilhosos que ele achou que milhões de homens europeus erguer-se-iam para segui-lo após ele derramar os cérebros progressistas aturdidos de um número suficiente de estudantes secundários? Quando a cruzada não se materializar, você acha que ele vai simplesmente cincluir que ele precisava matar um pouco mais de pessoas, ou talvez passar um pouco mais de tempo em uma mesa de bronzeamento artificial? Teriam todas essas pessoas morrido porque um nerd rico e alienado foi consumido por seu próprio mundo de fantasia?

Se Breivik é realmente o culpado pelas mortes na Noruega, então eu tenho uma simples mensagem para ele: Você fez muito mais, e muito pior, do que matar aproximadamente 90 noruegueses, tão terrível quanto isso já possa ser. Você fez regredir a causa da salvação da raça branca da extinção. Pois as consequências previsíveis desse tipo de terrorismo inútil não incluem o ressurgimento dos Cavaleiros Templários. Ao invés, elas incluem (1) perseguições políticas de dissidentes, e (2) maior resistência pública à nossa mensagem por parte de pessoas normais, que sentem-se enojadas por extermínios em massa, principalmente de adolescentes loirinhos.

Sim, é claro que esse clima de opinião está sendo manipulado pelos nossos inimigos. Sim, nossos inimigos conseguem se safar com crimes piores o tempo todo. Sim, não tinha que ser dessa maneira. Mas ainda assim, essa é a realidade da situação. Eles tem o poder de nos difamar, então é óbvio que eles vão utilizá-lo. O terrorismo é uma luta que nós não podemos vencer, seja no reino da política ou no reino da publicidade. E apenas um idiota escolhe uma luta que ele não pode vencer.


E por que, em nome de Odin, o assassino escolheu matar adolescentes?? (Que estão sendo apresentados pela mídia como "crianças" para horror extra). Sim, havia uma certa lógica em atacar um campo juvenil para o Partido Trabalhista, o partido social-democrata governista. Como todas as elites ocidentais traidores, o Partido Trabalhista Norueguês condena noruegueses comuns a serem perseguidos por ladrões, estupradores e assassinos do terceiro mundo, que eles importam e afagam. E ainda assim eles e suas famílias se escondem do caos que eles inflingem sobre os outros. Breivik pode ter decidido mostrar a esses hipócritas que eles não são invulneráveis, que eles não podem se isolar das consequências dos próprios atos.

Se essa era a mensagem intencionada, então isso foi perfeitamente futil. A bomba de Oklahoma City e os ataques de 11 de Setembro provaram que o governo dos EUA e seus funcionários também não são invulneráveis às consequências de seus próprios atos. Mas se esses attaques produziram um único segundo de reflexão moral nas cidadelas de poder, um único momento de clareza sobre o mal e a insanidade da política americana, eu ainda estou para ver algo disso. Ao invés, eles produziram apenas mais repressão doméstica e aventureirismo estrangeiro: mais mentiras, mais guerras, mais vítimas.

Sim, o 11 de Setembro conseguiu mesmo acordar muitos americanos, mas a bomba em Oklahoma City foi uma enorme regressão para os movimentos patrióticos e milicianos. Novamente, apenas um idiota escolhe uma luta que ele não pode vencer. Se tudo que você pode fazer é machucar um monstro, então é melhor deixá-lo em paz.

Após a tentativa de difamar a American Renaissance tentando ligá-la ao assassino de Arizona Jared Lee Loughner, eu defendi que a luta armada contra nossos inimigos é futil, porque eles são mais fortes que nós. E também desnecessária, porque eles estão engajando-se em políticas que vão enfraquecê-los e destruí-los a longo-prazo.

Eu também defendi que meras condenações verbais de violência por parte de Nacionalistas Brancos não tem qualquer credibilidade intelectual ou moral. O único passo crível que podemos tomar para evitar chacinas inúteis e contra-produtivas como a de Breivik é parar de afagar os insanos entre nós. O elitismo precisa começar em casa.

Fonte: http://www.counter-currents.com/2011/07/anders-behring-breivik/

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Greg Johnson - O Fardo de Hitler

por Greg Johnson



Adolf Hitler nasceu em 20 de Abril de 1889. Todo 20 de Abril, sites nacionalistas brancos inevitavelmente veem um aumento na discussão e debate sobre Hitler e seu legado. Posições usualmente se apresentam entre dois pólos: Hitler é o problema e Hitler é a solução.

A afirmação de que Hitler é o problema é basicamente uma rejeição de um intolerável fardo de culpa por associação. Hitler é o homem mais odiado de nossa cultura judaizada. De fato, odiar Hitler é o único juízo moral não estigmatizado pelos relativistas morais modernos. O único padrão moral absoluto que nos é permitido é o de Hitler como encarnação do Mal, e todos os outros males são julgados por sua proximidade a Hitler - o que ultimamente significa que todas as pessoas brancas são más devido à proximidade a Hitler.

O argumento "culpe Hitler" se resume a isso: Se Adolf Hitler não tivesse começado a Segunda Guerra Mundial, assassinado 6 milhões de judeus, e tentado conquistar o mundo, o Nacionalismo Branco receberia boa cobertura da imprensa, e talvez teria feito algum progresso no campo político. Hitler é a razão pela qual o realismo racial, a eugenia, o controle da imigração, e o nacionalismo foram desacreditados aos olhos dos Brancos por todo o mundo. Portanto, se o Nacionalismo Branco deve ter alguma chance de mudar o mundo, precisamos ritualmente condenar e repudiar Hitler e tudo que ele representava, bem como seus seguidores atuais.

Eu considero esse argumento moralmente abominável e politicamente ingênuo.

É abominável, porque é essencialmente uma tentativa de conquistar o favor de nossos inimigos e agradar os ignorantes e tolos jogando um homem branco leal embaixo de um ônibus. E não se enganem: Adolf Hitler, independentemente de seus possíveis defeitos, era um homem branco leal que lutou e morreu não apenas pela Alemanha, como por nossa Raça como um todo. 

Culpar Hitler também é moralmente obsceno porque absolve toda uma hoste de vilões que são os reais arquitetos da ruína de nossa Raça: os escravagistas e latifundiários que introduziram negros nas Américas, os magnatas das ferrovias e outros plutocratas que trouxeram orientais às nossas costas, os capitalistas traidores que estão destruindo o proletariado e classe média brancas pela importação de trabalho não-branco (legal ou ilegal) e transferindo empregos americanos para o Terceiro Mundo, os igualitaristas que não exitam em derramar oceanos de sangue branco para promover a igualdade moral e político dos não-brancos - e é claro cada político que tem servido às vontades de todos acima.

Culpa também deve ser colocada sobre a comunidade judaica organizada que tem usado seu controle sobre a mídia do entretenimento e informação, Academia, e as profissões, bem como sua vasta riqueza, para corromper todos os aspectos da política, economia e cultura americanas e para construir e promover o multiculturalismo, a imigração não-branca maciça, a miscigenação, a integração racial, e uma cultura venenosa de auto-ódio branco e truculência anti-branca.

Culpar Hitler também é politicamente ingênuo. Nossa Raça não foi colocada no caminho da destruição quando Hitler foi eleito Chanceler da Alemanha em 1933. O problema começou muito antes, mas uma reviravolta verdadeira teve início por volta de 1880 com a imigração de milhões de judeus da Europa Oriental para os Estados Unidos, um país que simplesmente não estava culturalmente ou politicamente preparado para compreender e conter a ameaça que eles representavam. Por volta de 1917, a comunidade judaica organizada - operando através de uma cabala ao redor de Woodrow Wilson - tinha suficiente poder para trazer os Estados Unidos para a Primeira Guerra Mundial como um quid pro quo para a Declaração Balfour do Império Britânico, que pavimentou o caminho para a fundação do Estado de Israel.

Quando os Judeus chegaram à América em massa, eles encontraram uma população majoritariamente inocente e confiante e apenas as mais frágeis barreiras para sua ascenção à riqueza e poder. E que gratidão teve a comunidade judaica pela América e seu povo? Assim que eles foram capazes, eles trocaram as vidas de 116.000 dos filhos desses confinantes americanos, mais o sofrimento de 205.000 homens jovens que foram feridos, alguns deles horrivelmente, mais a angústia mental sofrida por 10.000.000 soldados e seus entes queridos, mais os anos roubados das vidas desses 10.000.000 soldados e daqueles que trabalharam para apoiá-los, mais os incontáveis milhões de europeus que sofreram e morreram porque a entrada da América prolongou a guerra - tudo isso para garantir a promessa britânica de permitir que os judeus deslocassem os árabes da Palestina para fundar um Estado Judaico.

Esse foi um momento central na história mundial: Nos Estados Unidos, ficou claro que os Brancos haviam perdido o controle do seu próprio destino para os judeus, e desde então, os judeus tem sido capazes de usar sua hegemonia nos Estados Unidos para assumir o controle dos destinos de Nações Brancas ao redor do mundo e colocá-las cada vez mais no caminho da extinção.

Não, seu controle não era absoluto. Em 1924, americanos brancos aprovaram a restrição à imigração. Mas já em 1941, os judeus e seus aliados haviam lançado a América em outra Guerra Mundial; nas décadas de 50 e 60 eles iniciaram, financiaram e controlaram os movimentos por direitos civis; e em 1965, após mais de 40 anos de lobby, os judeus foram centrais na abertura das fronteiras americanas para a imigração não-branca.

Se Hitler nunca tivesse sido eleito Chanceler da Alemanha, se a Segunda Guerra Mundial nunca tivesse ocorrido, os judeus ainda assim teria feito lobby pela abertura de fronteiras; eles ainda teriam promovido o multiculturalismo, o feminismo, e a decadência cultural generalizada; eles ainda teriam promovido a negação racial pseudo-científica, o igualitarismo racial, e a integração racial; eles ainda teriam corrompido nosso sistema político para perseguir interesses judaicos às custas dos interesses americanos. Como eu sei isso? Porque eles já estavam fazendo tudo isso muito antes de Hitler chegar ao poder.

Os judeus estão promovendo condições que estão levando ao genocídio da Raça Branca. Eles não estão fazendo isso como "auto-defesa" contra a agressão de Hitler, já que eles já o faziam quando Hitler era apenas um soldado comum na Primeira Guerra Mundial. Em verdade, a verdade é que Hitler fez o que quer que ele tenha feito em auto-defesa contra a agressão judaica - a mesma agressão judaica que hoje nós sofremos de forma muito intensificada.

O argumento do "culpe Hitler" também comete o que eu gosto de chamar de falácia de "uma pequena coisa". Do modo como certas pessoas falam, Adolf Hitler é a única coisa que obstrui o caminho de nossa vitória. Apenas se ele tivesse permanecido pintor, nós viveríamos em uma República Branca hoje. Mas a História não é assim tão simples. A História é o resultado sistêmico de bilhões de fatores causais interagindo uns com os outros. Portanto, muito provavelmente "essa pequena coisa" jamais é responsável por qualquer fenômeno histórico em larga escala, bom ou mal.

Um exemplo da falácia da "pequena coisa" é uma citação espúria atribuída a Benjamin Franklin que paira pelos círculos direitistas. Segundo essa lenda, Franklin teria dito que a América precisava excluir os judeus desde o princípio, ou essa pequena coisinha destruiria uma cultura e sistema político de outro modo perfeitos. Esse tipo de pensamento é atrativo porque simplifica as questões consideravelmente e nos poupa da necessidade de refletir sobre problemas mais amplos, profundos e sistemáticos que também poderiam nos implicar.

Culpar Hitler é apenas outra forma de culpar a nós mesmos por nosso declínio racial contemporâneo. Desvia atenção dos verdadeiros culpados - traidores brancos e estrangeiros - e substitui uma ira justa contra nossos inimigos por uma auto-repreensão e auto-dúvida desmoralizantes. Ira motiva ação. Auto-repreensão promove passividade. Então nossa marcha à aniquilação continua sem ser interrompida.

Nacionalistas Brancos que sentem que Hitler é um fardo para nossa causa precisam reconhecer que condená-lo ritualmente em seu aniversário não nos faz nenhum bem. Hitler está morto e não pode ser ferido. E eles ainda são goyim marcados para extinção. A única coisa que muda é seu próprio status moral. Eles podem ter ganho a estima de patifes e tolos, mas homens melhores os veem como ignorantes e vis. De que vale a amizade dos corruptos e covardes se ela custa a amizade dos honrados e justos?

Como, então, pode-se diminuir o fardo de "Hitler" - do Hitler da propaganda anti-Branca? Se uma pessoa danifica seu carro, insultá-lo pode fazer você se sentir bem, mas o único jeito de consertar as coisas é receber algum tipo de compensação.

Como poderia Hitler nos compensar pelo fardo de "Hitler"? Tudo que ele pode nos oferecer hoje é conhecimento. Então se nós pudermos aprender alguma coisa de Hitler que possa efetivamente auxiliar nossa Raça, então isso ao menos contribuiria para reduzir ou suprimir o fardo de "Hitler." Se você realmente acredita que "Hitler" está mantendo a Raça Branca em dificuldades, então dê uma olhada nele: leia Minha Luta, Conversas de Mesa de Hitler, etc, e veja se você consegue colher algumas verdades úteis.

Há muita coisa ali: sobre Raça, História, a Questão Judaica, Filosofia Política, Economia, Cultura, Religião, e os becos sem-saída do liberalismo burguês e do conservadorismo. Minha Luta é repleto de dicas práticas sobre organização e propaganda políticas radicais que permanecem válidas até hoje.

Hitler estava certo sobre outra coisa também: "A doutrina Nacional-Socialista, como eu sempre proclamei, não é para exportação. Ela foi concebida para o Povo alemão" (Hitler-Bormann Documents, Feb.21, 1945). O que ele quer dizer é que as idéias por trás do Nacional-Socialismo podem ser universalmente e eternamente verdadeiras, mas o movimento Nacional-Socialista - suas plataformas políticas, simbolismos, e outras roupagens externas - são os produtos de um tempo e lugar particulares. Portanto, pessoas se fantasiando como S.A. na América do século 21 possuem apenas uma compreensão muito superficial dos ensinamentos de Hitler. Um verdadeiro seguidor do Líder pareceria tão americano quanto uma torta de maçã.

Você também pode pegar alguns livros sobre Hitler e a Segunda Guerra Mundial, apenas para que você não caia na armadilha de discuti-los nos termos da propaganda de guerra como "Hitler começou a Segunda Guerra Mundial" e "Hitler queria conquistar o mundo." Comece com Hitler, Churchill e a "Guerra Desnecessária: Como a Grã-Bretanha Perdeu seu Império e o Ocidente Perdeu o Mundo, de Patrick Buchanan. Eu também daria uma olhada em As Origens da Segunda Guerra Mundial, de A.J.P. Taylor. E tenha certeza de ler os fascinantes livros de David Irving, O Caminho da Guerra, e A Guerra de Hitler. Pesquisadores menores rotineiramente os plagiam, então você pode simplesmente voltar à fonte.

Eu não creio que o progresso do Nacionalismo Branco no século 21 necessite da reabilitação de Hitler e do Terceiro Reich, o que em todo caso seria uma tarefa infinita para acadêmicos e uma distração para ativistas políticos. Mas quando clichês históricos são regularmente lançados sobre nós como granadas, todo adulto responsável precisa do conhecimento básico necessário para desarmá-las. Não precisamos ser doutores do revisionismo, mas deveríamos ser capaz de aplicar "primeiros socorros" no campo de batalha.

Talvez a coisa mais subversiva que alguém possa fazer em relação a Hitler é simplesmente ignorar aqueles que o odeiam ou o amam cegamente, e ao invés discuti-lo racionalmente e objetivamente, como qualquer outra figura histórica. Se você seguir essa dica, eu garanto que o fardo de "Hitler" lentamente desaparecerá.

Mas você também pode acabar descobrindo que o fardo de achar que "Hitler" estava errado não é nada comparado ao fardo de acreditar que Hitler estava certo.