domingo, 7 de abril de 2013

Eduardo Velasco - Estrogenização, leite, álcool e íons positivos: venenos quotidianos



Todo mundo conhece o problema da contaminação, e qualquer um é interessado, ainda que minimamente, pelo assunto da degradação alimentícia que o mundo “desenvolvido” vem sofrendo há décadas, devido à industrialização dos setores agrícolas, ao processamento de alimentos e à adição de conservantes, corantes, aromas, edulcorantes e muito mais. Aqui, nos países “civilizados”, existem as maiores abominações alimentares. Ao nos afastarmos do único estilo de vida natural (o caçador-coletor) nos colocamos sob um guarda-chuva, a civilização, que está em completa contradição com nossos mecanismos biológicos e que nos faz pagar caro.

A modo de “bibliografia” será proporcionado, ao longo deste artigo, abundância de informação para fornecer a cada um a possibilidade de investigar por conta própria e tirar suas conclusões que, sem dúvida, são muito significativo, por afetar o mais importante que existe neste planeta: nosso código genético.

A ESTROGENIZAÇÃO AMBIENTAL

Em primeiro lugar, ¿o que são estrogênios? Os estrogênios são os hormônios femininos, a substância oposta aos androgênios. Como exemplos de estrogênios, temos compostos como o estradiol, estrona, estriol ou progesterona―embora a última seja um progestágeno, outro tipo de hormônio feminino. Como exemplos de andrógenos ou hormônios masculinos, temos a androsterona, androstenediona, androstenediol, DHEA, DHT e a mais conhecida: a testosterona.

No entanto, o que trataremos aqui serão os xenoestrógenos. Esses compostos diferem dos arquiestrogênios (os estrogênios naturais, mencionados acima) na medida em que são sintéticos e são encontrados em produtos artificiais (como o onipresente plástico) introduzidos no mundo por empresas químicas, agrícolas e industriais nos últimos setenta anos. Os xenoestrógenos são chamados de Disruptores Endócrinos ou DE’s (também chamados de “estafadores químicos”), substâncias artificiais que pululam pelo meio ambiente através da poluição e imitam os efeitos dos estrogênios naturais, atuando como potentes mensageiros hormonais e propiciando mudanças importantes em pessoas e animais (especialmente peixes e anfíbios).

Hoje em dia, graças à contaminação imperante, a estrogenização ambiental é muito alta. Encontramos estrogenização no revestimento interno de latas e garrafas, nos aditivos de alimentos processados, no cheiro de materiais dentro de um carro, aparelhos de ar condicionado, produtos químicos na água, na infinita gama de plásticos que nos cerca… é uma verdadeira praga. Tanto é assim que inclusive nas tribos mais isoladas do mundo foi encontrado efeitos claros de estrogenização, infiltrada através do ar e da água.

A essa altura do campeonato, ¿de verdade, alguém acha que isso é uma simples moda, ou que é o efeito de uma sutil porém pegajosa contaminação feminizante?

Em Espanha, a população está mais estrogenizada quanto mais para o Sul e especialmente para o Leste, e menos estrogenizada quanto mais para o Oeste e especialmente para o Norte. Isso é devido à maior industrialização, urbanização e densidade da população do Mediterrâneo, o que inevitavelmente implica uma imensa contaminação desse mar e das áreas próximas.

O fato é que, juntos, temos uma série de fatores (tanto químicos como espirituais) que, em nosso mundo moderno, o equilíbrio “yin-yang”, está claramente desequilibrado em favor do yin, produzindo todos os tipos de problemas. E, mesmo que muitos continuem desiludidos pela vigência do espírito e da mente e a não-vigência do corpo, o cientificamente correto é que os hormônios são os mensageiros biológicos mais poderosos que existem, e que mesmo quantidades pequenas condicionam nossos atos em grande medida. Não devemos esquecer que o que diferencia os homens das mulheres, tanto física como psicologicamente, é devido, em primeiro lugar, à predominância de andrógenos ou estrógenos. Não podemos, portanto, viver em um ambiente altamente estrogenizado como o nosso sem pagar as consequências.

Quando o mundo era puro e o homem caçador seguia as leis naturais, as coisas eram mais como o símbolo da esquerda: havia um equilíbrio entre dois pólos extremos, e essa voltagem entre eles proporcionava a “tensão” de uma vida autêntica. Agora, as coisas têm a aparência do símbolo da direita: um domínio do yin. A tensão foi sabotada e a energia interna dos humanos tornou-se indelével e insossa.

A ESTROGENIZAÇÃO PSICOLÓGICA E ESPIRITUAL

É simbólico que essa estrogenização química que sofremos vem muito em sintonia com a estrogenização espiritual e mental que sofre o mundo (particularmente a Civilização Ocidental), e da qual não é mais que a contrapartida material. A música está estrogenizada, temos uma mentalidade passiva, cobarde, hippie e pacifista, vivemos em uma era de dramas sentimentalistas, inseguranças pessoais, entretenimento para garotas entediadas, saladas mentais, indecisões variadas, roupas coloridas, medo de dizer as coisas como são, uma completa falta de força de vontade e, em suma, nossa sociedade é dominada por valores muito claramente femininos e muito claramente privados de autoritarismo e mão direita. Todos os sintomas descritos não são coisa de homens e não tem absolutamente nada a ver com a mentalidade masculina normal, mas vêm do mundo das debilidades femininas.

Somos, sem dúvida, e, em parte, graças à estrogenização, uma sociedade de crianças mimadas, incapazes de defender pela força bruta nossos interesses em um mundo, em geral, cada vez mais embrutecido. A Civilização Ocidental e a raça branca, depois de um processo que tem acontecido há mais de dois milênios, foi castrada.

Sociedade de mimados e progressistas versus sociedades de homens jovens, brutos e alfabetos. Não coexistem opostos

CONSEQUÊNCIAS DA ESTROGENIZAÇÃO

Nesta seção vou me concentrar nos efeitos da estrogenização ambiental (química e espiritual) em nossa sociedade, descrevendo uma série de sintomas que acredito que qualquer pessoa normal irá reconhecer instantaneamente.

• Adianto da puberdade nas meninas. Casos de primeira menstruação aos nove, oito, sete e até seis anos de idade. Seios anormalmente grandes; meninas sexualmente maduras, com o corpo de uma mulher, mas mentalidade de uma menina, incapaz de controlar seus miasmes hormonais e depois cometer erros que eventualmente se arrependerão. Desfase de idade em relacionamentos de casal: um rapaz de dezoito anos sexualmente imaturo não atrairá nem às de quatorze anos, que procurarão homens muito mais maduros do que elas.

• Adianto na idade do envelhecimento em mulheres. Consequência do ponto anterior. Isso é devido a dois motivos: o avanço prematuro da adolescência, e a promiscuidade inevitavelmente associada a uma pessoa com idade mental de doze anos e uma idade hormonal de vinte anos (como é sabido, a promiscuidade feminina faz com que as mulheres envelheçam, enquanto está demostrado que quanto maior o número de parceiros já tidos, maior a frustração psicológica e tendência à neurose), pelo simples motivo de que suas ações estão condicionadas por um excesso hormonal que nem seus corpos nem sua maturidade mental estão preparados para assimilar ou canalizar como deveria. O “desgaste” moral causado por ter tido muitos parceiros em idade prematura também é a razão pela qual, depois de certa idade, após terem sido feitas mil sujeiras, as moças modernas não conseguem mais se apaixonar, tendo perdido a ilusão juvenil pelo resto de sua vida. O fato de vadiarem precocemente distancia as mulheres de sua verdadeira missão natural e genética (preparar-se para a maternidade) e do esporte, de modo que, quando a queda hormonal pós-adolescente vem, o efeito cumulativo de anos de preguiça, indolência e ócio manifestam-se, geralmente sob a forma de sobrepeso e/ou outras formas de degradação física e mental.

• Retraso da chegada da menopausa. Isso pode resultar no engravidamento de mulheres que já não têm corpo para dar à luz, acarretando em menor qualidade genética, além de uma maior taxa de defeitos congênitos e abortos espontâneos.

• Retraso da puberdade nos garotos. Vemos garotos de quinze anos que, para todos os efeitos, são ainda crianças fisicamente. Incluso moços de dezoito anos que ainda não desenvolveram corpo de homem, nem largura dos ombros nem estreiteza da cintura, e que, por outro lado, suspeitosamente acumularam quantidades estranhas de gordura no peito (ginecomastia) e cintura. Para isso, adicionamos a total falta de cultura desportiva que prevalece atualmente. Por outro lado, já existem muitos estudos que mostram que, desde o início da puberdade, a maioria dos jovens modernos está perdendo (graças à estrogenização, poluição ambiental e hábitos prejudiciais) qualidade seminal, motilidade espermática e, portanto, fertilidade―uma coisa que, levado ao extremo, produz esterilidade. Emancipar-se do círculo vicioso que a produz me parece uma necessidade de primeira ordem para quem se considera um homem.

• Aumento espetacular nos casos de câncer de mama. Um dos efeitos do estrogênio é aumentar o tamanho das glândulas mamárias. Levado ao extremo, isso acaba se convertendo na multiplicação descontrolada de suas células―ou seja, em um tumor maligno. A idade da doença também foi incrivelmente avançada: há casos de mulheres que, por volta de vinte a trinta anos, já apresentam sintomas de câncer de mama.

• Feminização física e psicológica dos homens. Não é possível ter uma geração de rapazes que tenham sido submetidos a uma forte influência química e espiritual feminizante sem pagar as consequências: homens com quadris mais largos do que os ombros, chassis esqueléticos, cintura larga, músculos flácidos e barriga de chope, sem contar o aumento de casos de malformação genital, testículos mal colocados, ambiguidade sexual, micropênis e, acima de tudo, homens que não se sentem homens ou se identificam com o papel masculino. A diferença entre as mulheres estrogenadas e os homens estrogenados, é que as primeiras são (em teoria) “mais mulheres” e estão mais fortemente sexuadas, enquanto os segundos são “menos homens” e estão mais castrados.

• Irregularidade na menstruação, incluindo de moças que deveriam ser férteis. O equilíbrio hormonal feminino é extremamente delicado; uma mulher hormonalmente bem equilibrada, com boa nutrição e boa saúde, deveria ter menstruação matematicamente a cada vinte e oito dias, o que é sinal de fertilidade e que o corpo funciona bem de acordo com os ciclos lunares. Isto é normal. Hoje, com as várias neuroses, uma dieta completamente antinatural, uma vida sedentária e uma estrogenização generalizada, há poucas mulheres que podem prever o dia exato em que vem sua menstruação, que pode chegar em vinte e seis ou trinta e dois dias, ou mesmo saltos mais abruptos do que esses.

• Aumento sem precedentes da homossexualidade e das tendências femininas nos homens. Inclusive no caso daqueles que não estejam diretamente “cortando pro outro lado”, muitos rapazes têm comportamentos, modos de pensar e reações estranhas, mais típicos das mulheres do que dos homens. Também temos uma proporção importante de jovens que, sem estar do outro lado, estão excessivamente em contato com seu “lado feminino” e não têm problemas de “provar coisas novas”. Se trata da indecisão e a falta de clareza interna produzida por ter muito mais hormônio feminino do que é normal em um homem.

• Sobreproteção das mulheres através de medidas sociais exageradas. No passado, com nossas conquistas, nossas invenções, nossas lutas e nossos trabalhos e sacrifícios, contribuímos para a criação de um mundo tão seguro e confortável para as mulheres, que a sociedade esqueceu em grande parte a fonte do conforto que desfruta. A feminização social traduziu-se numa hostilidade para com a masculinidade e em uma desconfiança da sexualidade e agressividade masculina, como se não fossem essas as forças primordiais que conquistaram o conforto que desfrutamos hoje.

• Aumento da promiscuidade feminina. Imagine um mundo androgenizado em vez de estrogenizado. É inegável que isso influenciaria fortemente a promiscuidade masculina. O mesmo acontece agora com as mulheres.

• Infertilidade em ambos os sexos, no caso das mulheres, rompendo o delicado equilíbrio hormonal e seus ciclos de ovulação (resultando em partos prematuros e outros problemas) e no caso dos homens, contrariando os efeitos dos androgênios. Isso, que seria a tragédia de qualquer casal, se torna uma fonte inacreditável de renda para clínicas de fertilidade e também implica renda substancial para o negócio de adoção. Porém, há boas notícias para casais ou indivíduos que acreditam que são inférteis: na maioria dos casos, é algo reversível através de uma dieta decente e um estilo de vida mais saudável e natural. Se recarregarem suas baterias, elas geralmente recuperam a capacidade de perpetuar seus genes.

FORMAS DE EVITAR A ESTROGENIZAÇÃO

Apesar do dinheiro que dá a estrogenização para certos parasitas (custos baratos para fábricas, o negócio das clínicas de fertilidade, casas noturnas, moda), seria cruel listar as origens da estrogenização e suas consequências sem dizer também como minimizar o impacto deste flagelo.

• Água pura sempre que possível. Se alguém tiver a oportunidade de acessar água de poço, fontes naturais ou, de preferência, água de córregos de altas montanhas, não hesite em metê-la em um montão de recipientes de vidro e leva-la. A diferença será incrivelmente perceptível. Comprar um ionizador de água é outra excelente opção, embora muito cara.

• Evite alimentos processados ​​e empacotados, especialmente artificialidades. Abaixo temos uma lista dos alimentos mais estrogenizantes.

• Não beba bebidas carbonatadas, frutos de processos industriais onde colocam açúcares de baixíssima qualidade e todos os tipos de conservantes, aromas e corantes que convertem essas bebidas literalmente em plástico líquido (e, portanto, em estrogênio). Acabou o refrigerante e bebidas energéticas e tudo o que estávamos acostumados. Água, sucos naturais, infusões e batidos são as únicas coisa que um ser humano deve beber.

• Para as mulheres: evite os tampões. As substâncias artificiais que contêm (e não apenas estrogênio mas outras cancerígenas) atravessam facilmente as finas camadas das paredes vaginais para acabar afetando todo o corpo, e são uma das causas reconhecidas do câncer uterino. Use compressas em vez de tampões.

• Para os nossos filhos: evite brinquedos de plástico, não só porque o estrogênio que liberam facilmente cruza a pele, mas porque a possibilidade de colocá-los na boca aumentaria sua absorção ainda mais (além do risco de asfixia).

• Para as mulheres (bis): os contraceptivos que tomam passam para a sua urina, daí até as águas residuais e de lá para os rios e para o mar, aumentando a estrogenação generalizada. A opção é parar de usar esses produtos químicos que também afundam o equilíbrio hormonal das mulheres desde idades muito precoces.

• Evite recipientes de plástico de tereftalato de polietileno (o famoso PET), BPA, BPP etc. A água e a comida devem ser armazenadas em recipientes de vidro. Mesmo assim, não vamos evitar a contaminação que já sofreram, mas, pelo menos, evitaremos que sua contaminação degenere ainda mais devido à liberação gradual das substâncias nocivas do plástico. Existem áreas onde, além disso, é preciso abster-se de beber água da torneira, recorrendo à água engarrafada.

• Evite as drogas. Todas têm um efeito estrogênico mais ou menos pronunciado, especialmente no caso de drogas de desenho (pílulas variadas) e derivadas da cannabis (fumar maconha acaba impondo atitudes efeminadas e passivas, reduz a contagem de esperma e pode levar à infertilidade). A cocaína está sempre ou quase sempre misturada com produtos químicos estrogênicos que os cheiradores cheiram sem qualquer preocupação. O consumo habitual de drogas coloca os indivíduos ao nível de ineptos sociais―um drogado, um cocainômano ou um traficante viciado são, por definição, criaturas patéticas, incapazes de dar um rumo próprio na vida.

• Evite leite e produtos lácteos (além de serem estrogenizados, abaixo veremos mais motivos).

• Evite, “na medida do possível”, os medicamentos. Praticamente todos os remédios têm um forte componente pró-estrógeno, portanto, embora seja claro que uma doença precisa de atenção, “prevenir é melhor que curar”, levando um estilo de vida saudável e uma dieta limpa e completa. Pessoas que, por causa da incapacidade de levar uma vida decente, tomam xaropes, aspirinas, barbitúrico, antidepressivos e semelhantes, na maioria dos casos, acabarão pagando no curto prazo com o desequilíbrio de seus corpos e suas mentes.

• Fazer exercício aeróbico ajuda a limpar todas as substâncias acumuladas de nosso corpo, não só gorduras, mas também retenção de fluidos, toxinas e estrogênios, todos intimamente relacionados. Ideal manter o coração em 120–140 batimentos por minuto durante as sessões cardiovasculares.

• Evite o álcool, especialmente em doses altas. Um ambiente alcoolizado é um ambiente estrogenizado e, portanto, feminizado. Demonstrou-se que as mulheres que consomem regularmente álcool têm níveis mais altos de estrogênio do que abstêmias (Gavaler et al., 1991; Ginsburg et al., 1995; Madigan et al., 1998; Muti et al., 1998). A cerveja, tão amada por tantos dos nossos, contém produtos fitoestrógenos (Torgerson et al., 1997) que já demonstraram desencadear o crescimento dos peitos nos homens. Também está comprovado que o consumo habitual de cerveja atrasa dois anos a menopausa nas mulheres (abaixo falarei mais sobre o álcool).

• Evite, “na medida do possível”, os produtos empestados com aditivos, conservantes e colorantes. Aqui incluo não só bebidas carbonadas, mas todos aqueles alimentos embalados que são tão abundantes nas prateleiras.

• Para os homens: tomar algum suplemento de zinco (o famoso ZMA antes de dormir vai muito bem, especialmente junto com Vitamina B6 + Tribulus Terrestris), bem como azeite de linhaça (favorece o equilíbrio hormonal).

• Comer muita fibra. A fibra tende a se ligar à gordura, absorve a retenção de líquidos como uma esponja e “arrasta” tudo isso pra fora do trato digestivo, e, além de eliminar o excesso de estrogênio, limpa o sistema digestivo. É recomendado a fibra de produtos vegetais, e não abusar do cereais, que têm uma longa lista de danos (ver o artigo sobre a agricultura).

• Favorecer os estímulos que tendem a solidificar a masculinidade e o instinto proativo. Música pesada acima da música sentimental, exercício físico violento, esportes de contato, pensamentos determinados, atitude interior forte e uma ideologia sólida. Somente um extremo pode anular o desequilíbrio para retornar ao ponto médio.

ALIMENTOS ANTI-ESTRÓGENOS

• Vegetais crucíferos (brócolis, couve-flor, repolho, couve). Notável a couve-lombarda, muito recomendada pela medicina tradicional chinesa.

• Frutas cítricas (laranjas, tangerinas, limões, toranjas).

• Mel.

• Canela. Reduz o açúcar no sangue.

• Camomila e passiflora (também presente no chá).

• Cebola e alho. Notabilíssimos os efeitos potentes de limpeza e desintoxicação do alho, um alimento altamente recomendado, pelo menos um dente por dia.

• Folhas verdes frondosas, como espinafre ou alface.

• Frutas vermelhas, como framboesas, amoras, morangos, arándanos, gojis, e em geral, os frutos do bosque.

• Azeite de oliva extra virgem. Sem fritar.

• Peixes selvagens gordurosos, como salmão, atum, sardinha, truta, tubarão.

• Frutos secos e sementes, por exemplo, nozes, amêndoas, cajus, e sementes de abóbora, notáveis essas últimas por seus efeitos benéficos na próstata.

• Algumas especiarias, como açafrão, curry, orégano, tomilho, alecrim, gengibre.

ALIMENTOS PRÓ-ESTRÓGENOS

Aqui, veremos os tipos de produtos que temos que evitar se estamos interessados ​​em minimizar essa feminização anormal e aberrante que o Sistema força na maior parte da população.

• Leite e produtos lácteos.

• Cerveja e outras bebidas alcoólicas (veja abaixo), bem como qualquer coisa com lúpulo. A cerveja contém estrogênio vegetal (fitoestrógenos) que inativa a testosterona e, portanto, reduz a força muscular e promove o desenvolvimento das glândulas mamárias e o volume de quadris, cintura e barriga, especialmente em pessoas sedentárias. Para isso, deve-se adicionar distúrbios graves do pâncreas e da vesícula biliar.

• Água da torneira, de acordo com a região (a Catalunha é, sem dúvida, a pior área da Espanha, e Barcelona, ​​onde existem bairros inteiros onde as autoridades nem aceitam a água como “potável”―algo que os barcelonenses não sabem―, a pior província da Catalunha), mas, em geral, toda água “potável” está sob tratamento químico.

• Doces e outros alimentos açucarados, especialmente guloseimas, verdadeiros venenos processados.

• Soja e derivados (óleo de soja, fórmulas de alimentos para bebês à base de soja―uma autêntica burrice―proteína de soja e tofu). A soja possui isoflavonas estrogênicas, que são fortes precursores diretos do hormônio feminino. Bom para mulheres, ruim para homens (especialmente hoje em dia). Pesquisar no Google “Soy Alert” trará dezenas de páginas que abordam os graves perigos da soja como produto pró-hormonal.

• Comidas fritas, especialmente se forem com óleo de soja, mas, em geral, qualquer fritura tem um efeito estrogênico.

• Cimicifuga. Esta erva é conhecida, como a soja, pelos seus efeitos benéficos durante a menopausa feminina e tem um potente efeito estrogênico.

• Alcaçuz: outro produto com efeito estrogenizante.

• Menta verde (mais conhecida como hortelã-verde), comum em infusões, guloseimas e outras formas, tem um notável efeito antiandrogênico e reduz os níveis de testosterona no sangue.

PRODUTOS QUÍMICOS COM EFEITOS ESTROGÊNICOS

Aqui, forneço uma lista de pesquisa que, embora curta, ajuda a dar uma ideia da medida em que a estrogenização é omnipresente em nosso mundo.

- 4-MBC.

- Aldrina.

- Atrazina.

- BHA e BHT.

- BPA.

- DDT, DDE e DDD.

- Dieldrina.

- Endosulfan.

- Eritrosina.

- Etinilestradiol.

- Fenosulfotiazina.

- Ftalato e DEHP.

- Heptacloro.

- Lindano.

- Metaloestrógenos.

- Metoxicloro.

- Nonilfenóis.

- Parabenos.

- PCB.

- E muito, muito mais.

SOBRE OS DANOS DO LEITE MODERNO

O principal argumento contra o leite é que o ser humano é o único animal que continua a beber leite após a amamentação, e, além disso, leite doutros animais. Aqui valeria a pena pontuar, porque o contra-argumento fácil é que os europeus desenvolveram, seja pela adaptação ou pela seleção natural, uma maior tolerância à lactose do que qualquer outra raça. E sim, os europeus, e em particular os mais nórdicos-vermelhos [NT: brünn, ruivos], são caracterizados por uma grande tolerância ao leite, mas as pessoas esquecem que nós, europeus, estivemos nos alimentando no passado com leite natural e que o que agora é chamado de “leite” é qualquer coisa menos leite de vaca em condições naturais. Assim, as primeiras questões que devemos prestar atenção é: a) ¿você é predominantemente nórdico-vermelho? b) ¿você bebe leite natural? c) ¿você bebe sozinho ou mistura com outros alimentos?

¿Como prevenir a osteoporose na terceira idade? Não se trata de ingerir muito cálcio, mas, que o cálcio que ingerimos tenha alta biodisponibilidade (em outras palavras, ser absorvido e facilmente assimilado). Portanto, a prevenção da osteoporose na terceira idade não é alcançada pelo aumento do cálcio, mas pela diminuição da proteína, o que interfere no processo de assimilação do cálcio. E é que, nessas idades, o metabolismo e o anabolismo proteico descem bruscamente, e é absolutamente insano continuar consumindo as mesmas quantidades de proteína como sempre, porque nesse ponto as proteínas não são metabolizadas ou digeridas mas acumulam-se no sistema digestivo e, muitas vezes, constituem focos de putrefação que podem acabar envenenando todo o organismo e provocando câncer de cólon. Em suma, temos nessas pessoas um excesso de proteína. E como o corpo é uma máquina eficiente, para regular os ácidos liberados pelo excesso de proteína, ele tira cálcio dos ossos. Não é surpreendente que muitos idosos que bebem leite e comem carne estão cada vez mais descalcificadas e, portanto, com um esqueleto cada vez mais fraco e frágil (porque deveriam comer mais verduras e frutas, e menos carne), e que as nações que mais consomem produtos lácteos (como os EUA) são precisamente as nações onde a osteoporose é mais abundante. Quem escreve isso é um homem que consume muita carne, mas que é novo e que treina fisicamente, com o qual toda essa proteína é metabolizada e entra no processo anabólico em vez de amontoar contaminando o corpo.

Outros males, frequentemente associados ao leite, são asma, excesso de mucosidade nasal, dores de cabeça, dores de ouvido, afta, vários transtornos gástricos e fadiga muscular.

RESUMO DOS EFEITOS NOCIVOS DO “LEITE” MODERNO
(Tirado de “The tao of health, sex and longevity”, de Daniel Reid, 1989)

Agora chegamos a uma das questões mais controversas e menos compreendidas de toda a dieta ocidental. Os orientais e os africanos tradicionalmente evitam o consumo de leite, exceto como purgante. Mas no mundo ocidental, as pessoas acostumaram a beber leite todos os dias durante o resto de suas vidas.

Se observarmos a natureza, veremos que os animais se alimentam exclusivamente de leite até serem desmamados com outros alimentos. O desaparecimento natural da lactase (a enzima que permite digerir o leite) do corpo humano no início da maturidade demonstra claramente que os humanos adultos não têm mais necessidade de leite do que tigres ou chimpanzés adultos. Embora o leite seja um alimento proteico quando consumido naturalmente, também contém gordura, o que significa que ele não combina com qualquer alimento que não seja ele próprio. Ainda assim, muitos têm o hábito de acompanhar as suas refeições com leite frio. O leite coalha assim que atinge o estômago, então, se houver outro alimento presente, os grumos coagulam as partículas de alimentos e isola-os da ação dos sucos gástricos, atrasando sua digestão o suficiente para que comece a putrefação. Portanto, a primeira e mais importante regra a ser tomada em consideração no consumo de leite é “beba-o sozinho ou não beba-o”. Hoje, o leite tornou-se ainda mais indigerível devido à prática generalizada de pasteurização, que destrói todas as enzimas naturais e altera suas delicadas proteínas. O leite natural contém as enzimas ativas lactase e lipase, que permitem digerir. O leite pasteurizado, desprovido de lactase e outras enzimas ativas, não pode ser digerido adequadamente por estômagos adultos, e incluso é difícil para crianças, como demonstrado pelas cólicas, erupções cutâneas, problemas respiratórios, gases e outras condições tão comuns em lactentes alimentados com mamadeira. Além disso, a ausência de enzimas e a alteração das proteínas vitais faz que o cálcio e o resto dos minerais contidos no leite não sejam bem assimilados.

Em 1930, o Dr. Francis M. Pottenger realizou um estudo de dez anos sobre os efeitos relativos de uma dieta de leite natural e pasteurizado em uma população de novecentos gatos. Um grupo recebeu nada mais do que leite natural, enquanto o outro foi alimentado exclusivamente com leite pasteurizado da mesma fonte. Os gatos alimentados com leite natural cresceram bem, mantendo-se saudáveis, ativos e alertas ao longo de suas vidas, mas aqueles alimentados com leite pasteurizado logo ficaram inquietos, confusos e extremamente vulneráveis ​​a uma grande quantidade de doenças crônicas degenerativas que geralmente estão relacionadas ao ser humano: doenças cardíacas, afecções renais e tiroidais, problemas respiratórios, perda de dentes, fragilidade óssea, inflamação hepática, etc. Mas o que mais chamou a atenção do Dr. Pottenger foi o que aconteceu com a segunda e terceira geração. Os primeiros descendentes do grupo de leite pasteurizado nasceram com dentes pobres e ossos fracos e pequenos, sintomas óbvios de uma deficiência de cálcio que, por sua vez, indicaram uma má absorção de cálcio do leite pasteurizado. Os descendentes do grupo do leite natural nasceram tão saudáveis ​​quanto seus progenitores. Muitos dos gatinhos da terceira geração do grupo pasteurizado nasceram mortos e aqueles que sobreviveram eram estéreis e incapazes de reproduzir. O experimento teve que terminar porque não houve uma quarta geração de gatos alimentados com leite pasteurizado, embora o grupo do leite natural continuasse reproduzindo e procriando indefinidamente. Se isso não provar evidências suficientes dos efeitos nocivos do leite pasteurizado, tenha em mente que mesmo os bezerros recém-nascidos que são alimentados com leite pasteurizado obtidos de suas próprias mães morrem antes de seis meses, um fato comprovado que a indústria leiteira se recusa a reconhecer.

Apesar de toda essa evidência científica em favor do leite natural e do fato de que, até o início do século XX, a espécie humana medrou com leite natural, agora é proibido vender leite natural ao consumidor em quase todos os estados americanos. Para a indústria de laticínios é muito mais econômico pasteurizar o leite para ampliar sua vida no comércio, embora este leite desnaturado não faça nada de bom para a saúde humana. Além disso, a pasteurização torna o leite de vacas doentes, criadas em vacarias de baixa qualidade, relativamente “inofensivo” para os seres humanos, pois mata alguns dos germes perigosos―mas não todos―, e isso também ajuda a reduzir os custos de produção da indústria.

Apenas três gerações foram necessárias para que os gatos do Dr. Pottenger, alimentados com leite pasteurizado, se tornarem estéreis e fracos. E este é o número aproximado de gerações que os europeus, americanos e australianos levam consumindo leite pasteurizado. Hoje, a esterilidade tornou-se um grande problema entre jovens casais norte-americanos, enquanto a deficiência de cálcio tornou-se tão difundida que mais de 90% das crianças estadunidenses sofrem de doenças dentárias crônicas.

Para piorar ainda mais a situação, atualmente foi imposto o costume de “homogeneizar” o leite, a fim de evitar a separação da nata. A homogeneização consiste em fragmentar e pulverizar as moléculas de gordura até o ponto de não serem separadas do resto do leite. Mas os pequenos fragmentos de gordura assim obtidos são facilmente filtrados através das paredes do intestino delgado e aumentam consideravelmente a quantidade de colesterol e as gorduras desnaturalizadas absorvidas pelo corpo. Na verdade, mais gordura láctea é absorvida por beber leite homogeneizado do que consumir nata pura.

As mulheres preocupadas com osteoporose devem tomar nota de todos estes dados sobre os produtos lácteos pasteurizados: este leite desnaturado não fornece cálcio suficiente para combater a doença, como está plenamente demonstrado pelo fato de que as mulheres estadunidenses, que consomem as maiores quantidades de vários produtos lácteos pasteurizados, têm uma maior incidência de osteoporose do que qualquer outro país do mundo. A couve crua, por exemplo, proporciona muito mais cálcio assimilável do que qualquer quantidade de leite pasteurizado ou seus derivados, como iogurtes, queijos e todos os outros produtos lácteos desnatados. (…)

Todos os adultos devem refletir seriamente a conveniência do leite como parte integrante da sua dieta diária, exceto no caso de poderem obter leite natural certificado, o que é um excelente alimento. Todavia, alimentar crianças com leite pasteurizado para crescerem “saudáveis e fortes” é pura aberração, porque é impossível para eles assimilarem os nutrientes. Na verdade, homens, mulheres e crianças devem eliminar todos os produtos lácteos pasteurizados de sua dieta, uma vez que apenas servem para entupir seus intestinos com camadas e mais camadas de um lodo limoso que evita a absorção de nutrientes orgânicos.

Norma: elimine completamente o leite homogeneizado e pasteurizado de sua dieta. Se você pode conseguir leite natural, consuma-o como uma refeição completa por si só, nunca combinado com outros alimentos.

¡MAS PRECISAMOS DE CÁLCIO!

100 g de leite de vaca têm 125 mg de cálcio, enquanto que 100 g de leite humano têm apenas 33 mg. Contudo, algo não se enquadra na explicação de que devemos beber leite de vaca apenas pelo cálcio, afinal, ¿não é suposto que o leite humano seja o nutriente perfeito para os bebês, desenvolvido de forma evolutiva pela Natureza e seleção natural para ser o “melhor” para um humano estando em sua primeira fase de desenvolvimento?

“Você tem osteoporose, então tem que beber mais leite, que tem cálcio. ¿Você bebe dois litros de leite por dia? Ah, então… beba quatro, ¿ok? São cem pratas pela consulta.”

Se olharmos atentamente, veremos que os 100 g de leite de vaca, além dos 118 mg estimados de cálcio, têm 97 mg de fósforo (em comparação com apenas 18 mg de fósforo em 100 g de leite humano). No sistema digestivo, o fósforo combina com cálcio e bloqueia sua assimilação. Por este motivo, só é possível obter cálcio de produtos cuja relação cálcio-fósforo seja 2/1 ou mesmo maior. A relação entre cálcio e fósforo no leite humano é 2,35/1, enquanto que no leite de vaca é apenas 1,27/1. Para piorar as coisas, 100 g de leite de vaca contêm 50 mg de sódio, provavelmente uma das principais causas de excesso de sódio (e cálculos renais) na dieta moderna. Diante disso, nos conviria mais o leite de cabra, cuja composição química é semelhante ao humano.

Isso para não mencionar o mais simples: para cada 100 g de leite de vaca, temos 118 mg de cálcio que é pouco assimilável e de baixa biodisponibilidade para humanos. Compare com a quantidade de cálcio presente em 100 g dos seguintes alimentos:

• Gergelim: 975 mg.

• Sardinhas: 382 mg. Todos os peixes consumidos com espinhas (sardinhas, salmão, anchovas) são ricos em cálcio.

• Amêndoa: 254 mg.

• Couve: 150 mg.

• Gema de ovo: 129 mg.

• Outros alimentos ricos em cálcio: brócolis, mexilhões, ostras, camarões, laranja, tangerina, pêssego, damasco, espinafre, coco, alfafa, milho, abóbora, beterraba, etc.

• Uma excelente fonte de cálcio é a casca de ovo (90% carbonato de cálcio). Existem várias maneiras de prepará-la. Em uma delas, conserve a casca de um ovo que foi cozido (para esterilizar), despojada da “membrana” que a separa do ovo, então triture, moa, e dissolva em suco de limão, batendo, se necessário. Outra maneira é assar a casca no forno sem queimar, e depois, deixar esfriando para moer em pó. Metade de uma colher de sopa desse pó dissolvido em suco de frutas, duas vezes por dia, é uma excelente fonte de cálcio. No entanto, repito que não é bom exagerar no cálcio, já que o excesso é acumulado na forma de cálculos renais. Todos devem conhecer seu corpo e suas necessidades.

Como já vimos antes, a osteoporose não acontece pela falta de consumo de leite. Se fosse assim, os Cro-Magnons do Paleolítico Superior, que eram homens evolutivamente modernos, que não consumiam uma única gota de leite, não teriam tido a enorme estatura e uma constituição esquelética muito mais robusta e densa do que qualquer homem moderno. A osteoporose atual (que atinge suas frequências mais altas precisamente em países que têm muitos produtos lácteos) é devido ao consumo de carboidratos refinados, farinha branca e açúcar, que retiram minerais e enzimas do corpo, produzindo não apenas osteoporose, mas também o subdesenvolvimento esquelético, pancreatite e toda uma gama de defeitos dentários desagradáveis. Sobre esse assunto, vimos com mais detalhes noutro artigo.

Geralmente, quando alguém abandona o consumo de “leite”, sofre uma melhoria notável, especialmente de funções digestivas e, ao longo do tempo, de acne, erupções, alergias etc. Se você passar um tempo sem consumir leite e decidir um dia beber um copo, notará imediatamente os efeitos do leite.

SOBRE OS DERIVADOS LÁCTEOS E A INDÚSTRIA LÁCTEA

Para as pessoas tolerantes à lactose, ou simplesmente para aqueles que não querem abandonar o consumo de leite, apesar do exposto, a melhor escolha é o leite de cabra, cujo perfil nutricional é mais parecido com o leite humano. Além disso, os únicos produtos lácteos que não representam risco são a manteiga fresca (gordura saturada facilmente digerível e altamente benéfica, a manteiga genuína, ao contrário da margarina, não tem uma cor amarela-pálida, mas dourada) e iogurte fresco preparado com fermento vivo e que está “pré-digerido” pelas lactobactérias fermentadoras. Mesmo assim, esses tipos de produtos devem ser consumidos com moderação, e idealmente preparados a partir de leite cru natural, não pasteurizado. E geralmente isso não abunda hoje, graças à indústria de laticínios.

É importante ressaltar, portanto, todos os absurdos da indústria de laticínios, incluindo a pasteurização.¿Quais? Entre outras coisas, as vacas leiteiras são exploradas, sendo muitas vezes ordenhadas vinte e quatro horas por dia. Para que produzam grandes quantidades de leite, os animais tomam hormônios que estimulam sua produção incessantemente―esses hormônios, é claro, tornam-se parte da composição do leite que é vendido. Atualmente, o leite com hormônios é a principal causa da infertilidade, especialmente nas mulheres, cujo equilíbrio endócrino é mais delicado. Assim, a Dra. Annemarie Colbin nos diz que:

O consumo de produtos lácteos (leite, queijo, iogurte, sorvete) parece estar fortemente associado a vários transtornos do sistema reprodutivo das mulheres, incluindo tumores e cistos ovarianos, secreções e infecções vaginais. Eu vejo esse relacionamento confirmado uma e outra vez pelas inúmeras mulheres que relatam a diminuição ou o desaparecimento desses problemas depois de ter parado de consumir produtos lácteos. Conheço tumores uterinos benignos que foram expulsos ou dissolvidos, o mesmo com câncer cervical e irregularidades menstruais. [...] Incluso vários casos de esterilidade parecem ter sido resolvidos por este método.

Outra consequência do regime de sobrexploração imposto a esses pobres animais é a mastite, isto é, a inflamação e a infecção das glândulas mamárias, que dão leite. Esta doença desagradável implica que grandes quantidades de pus também façam parte do produto destinado ao consumidor desavisado, crédulo e confiante, que, devido à TV, pensa que as vacas pastam calmamente pelos verdes campos das Astúrias em vez de serem amontoadas em máquinas de alta tecnologia, repletas de hormônios, antibióticos e alimentos artificiais infestados com pesticidas estrogênicos.

Este veneno contaminado, adulterado, refinado, armazenado, refrigerado e pasteurizado (a pasteurização destrói o valor nutricional do leite alterando suas proteínas e enzimas de carga, como a lactase e lipase; os bezerros alimentados com leite pasteurizado, mesmo que seja de sua própria mãe, não tendem a viver mais que seis semanas), tratado quimicamente, homogeneizado, saturado com vitaminas, cálcio e outros minerais adicionados (não indo ao esqueleto, mas para aumentar pedras nos rins, uma vez que não possuem enzimas e são de baixa biodisponibilidade), é vendido em uma caixinha decorada com imagens dos tranquilos campos da Galiza, como um produto de primeira classe e recentemente ordenado antes de ultrapassar controles de qualidade ultrarigorosos. Com isso, convencem milhões de mães dizendo-lhes que “leite” é o melhor alimento para o crescimento de seus filhos e, assim, envenenam tantos milhões de crianças quanto podem para obter receitas extremamente altas no processo.

Esta mulher está ingerindo pus, hormônios, produtos químicos e um líquido puramente artificial e adulterado, que também irá transmitir ao bebê, causando-lhe exatamente os mesmos problemas que ela, mas com mais gravidade, posto que trata-se dum corpo em desenvolvimento.

Acredito sinceramente que, antes de ler esta seção, qualquer pessoa que bebia “leite” ou dava-o aos seus filhos era simplesmente alguém que não tinha tido a oportunidade de conhecer a verdade. Mas depois de ler isso, quem continua a beber esse veneno líquido, denominado “leite”, é simplesmente suicida. Vamos assumir desde já que beber “leite” é estúpido e contraproducente.

¿Por que a indústria de laticínios está ao nível das grandes empresas, em vez de ser um negócio mais natural, saudável e mais local (como a figura inglesa do milkman ou leiteiro) e, portanto, mais lucrativo e benéfico para as pessoas? Simplesmente porque proporciona uma enorme renda para empresas apátridas que são privadas e, portanto, não buscam o benefício do povo ou da nação, mas o benefício próprio, é claro. Graças a isso, fabricam e vendem um produto pernicioso de menor qualidade com um custo econômico baixo pra eles.

MAIS INFORMAÇÕES

Antes de fechar esse tópico dedicado ao leite com sítios cheios de informações, gostaria de dar um conselho às mulheres que planeiam ter filhos ou que, de fato, já têm: amamentem seus filhos com seu próprio leite. Amamentá-los com leite de vaca é nocivo, especialmente em estágios tão precoce, onde a criança precisa do melhor alimento para crescer. Assim como os homens devem garantir a qualidade de sua substância reprodutiva, as mulheres devem fazer o mesmo com a qualidade do leite materno, abstendo-se do álcool e do tabaco, se possível toda a vida, mas especialmente nos anos anteriores à concepção de um criança, exercitando o corpo diariamente e levando uma dieta completa e limpa.

Lembre-se que tudo o que você come, bebe, respira, os produtos químicos que você liberta em seu corpo de acordo com seu estado de espírito, seus sentimentos e pensamentos, suas esperanças, vão para o corpo de seu filho, porque mãe e filho são um só. Após o parto, tudo isso continuará influenciando a qualidade do seu leite materno, o que terá (ou deveria ter) influência decisiva sobre o desenvolvimento de seus filhos. Portanto, as mulheres grávidas e lactantes devem prestar atenção requintada aos hábitos diários, ao que comem, bebem, respiram, fazem e sentem.

Aleitamento materno na Alemanha Nazista. Os alemães estavam bem conscientes de que alimentar bebês com leite de vaca era uma abominação; por isso, era encorajado, através de subsídios e prêmios, que as mulheres que produzissem mais leite materno doassem para mulheres com pouca produção de leite, para melhorar a saúde e o crescimento das crianças alemãs. No projeto Lebensborn, as mulheres que produziam mais e melhor leite eram decoradas com a “Cruz Maternal”.

Sites dedicado a alertar sobre os problemas do leite: (1) e (2).

O ÁLCOOL AFEMINA OS HOMENS
por María Burke

Estudos feitos em homens mostram que beber muito álcool pode levar à perda de libido, impotência e reduzir o tamanho dos testículos. Outras consequências são ginecomastia, crescimento dos quadris, perda de cabelo, músculos flácidos e ossos mais frágeis.

¿Como você planeja comemorar o final do ano? Há muitas possibilidades que a celebração inclui vários copos de um líquido incolor produzido pela estrela de todos os fungos, saccharomyces cerevisiae. Estamos falando do álcool. Antes de planejar sua festa, saiba que perder a compostura com champagne é o mesmo que com cerveja; e que o álcool desperta os instintos sexuais dos homens; verifique uma lista (não científica) de remédios de ressaca; e o mais surpreendente: o álcool desviriliza os homens. Várias investigações mostram que o abuso de álcool diminui a libido; pode reduzir o tamanho dos testículos e a fertilidade, e até mesmo criar impotência. Beber excessivamente pode pesar sobre sua paixão, ou se consegue sentir o calor, sobre seu prazer. Pior ainda, o consumo prolongado pode danificar o corpo de um homem, deixando seu equipamento amoroso desmastreado, seus músculos mais fracos e os seus ossos frágeis.

O álcool é o pior inimigo de um homem. Um homem que bebe também pode ficar emasculado: fica com ginecomastia, com o corpo curvo e calvo.

Por causa desse veneno hepatotóxico líquido, cada dia você fica mais afeminado.

- Ereções. Apenas um excesso alcoólico pode ser suficiente para mitigar a paixão de um homem, e muitos bebedores inveterados geralmente experimentam uma perda total de libido. O principal motivo é que o álcool reduz os níveis sanguíneos do hormônio sexual masculino, a testosterona. Uma das suas muitas funções é precisamente manter e regular o instinto sexual. “Os níveis desse hormônio podem cair, tanto após a ingestão maciça, como exposição prolongada ao álcool”, de acordo com Mary Ann Emanuele. O álcool age nos testículos de diferentes maneiras, suprimindo as células testiculares que produzem e liberam testosterona e aumentam os níveis de alguns hormônios que inibem essas células.

Em uma ereção, os impulsos que chegam do cérebro e nervos locais causam o relaxamento de pequenos músculos no pênis, permitindo que o sangue encha rapidamente os corpos cavernosos, que estão localizados ao longo do pênis e aumentam seu volume. “O álcool age diretamente no sistema nervoso”, diz David Schwartz. “Altos níveis de álcool podem reduzir a condução nervosa necessária para a ereção. Isso é reversível e ocorre somente quando os níveis de etanol no sangue são altos”. Se o excesso torna-se habitual, um homem pode danificar permanentemente sua masculinidade. “O álcool afeta o sistema nervoso periférico e central e pode levar à disfunção erétil e à impotência”, diz Michael Wilks. Uma ingestão elevada de álcool entre cinco e dez anos pode produzir uma inflamação dos nervos e mesmo impotência, que persiste até se parar de beber.

- Testículos. Um estudo feito em alcoólatras descobriu que metade deles mostram sinais de declínio testicular, de acordo com Timothy Peters. Isto deve-se, em parte, ao fato de que os testículos afetados produzem menos espermatozoides, que normalmente ocupam 95% do volume testicular.

Contudo, é improvável que bebedores moderados sofram esse tipo de redução. Estudos sugerem que, em alguns bebedores crônicos, os testículos podem se recuperar após um período prolongado de abstinência. Mas uma pesquisa na Finlândia mostra que mesmo o consumo moderado pode reduzir a produção de esperma, acarretando em queda de fertilidade. Pekka Karhunen e Jarkko Pajarinen (ambos da Finlândia) classificaram como bebedores moderados homens que consumiam entre 50 e 100 ml de álcool por dia (menos de um litro e meio de cerveja). Eles descobriram que alguns deles apresentavam o esperma com sintomas de ter parado seu desenvolvimento completo no terceiro mês de seu ciclo de vida. Em contrapartida, a produção e o crescimento de esperma cessava completamente em um quinto dos homens que bebiam mais de 200 ml de álcool diariamente durante pelo menos um ano.

Esses pesquisadores também descobriram que a ingestão moderada de álcool pode alterar a forma e estrutura do esperma, indicando que isso reduz a capacidade do esperma para fertilizar um óvulo. As experiências de laboratório mostram que o álcool pode interferir com as enzimas da cabeça do esperma, envolvidas na fertilização do óvulo. Estudos com alcoólatras determinaram que 45% deles têm formas anormais de esperma e 50% têm comprometimento da motilidade espermática.

- Músculos. Beber habitualmente pode atrofiar os músculos, tornando-os mais pequenos e mais fracos. De acordo com Peters, a deterioração muscular, ou a miopatia alcoólica, é uma doença lenta que pode afetar bebedores que consomem regularmente 1.000 ml de álcool por semana. A miopatia alcoólica afeta as fibras musculares envolvidas em movimentos curtos e explosivos. Aqueles que sofrem com isso cansam facilmente com esforço. Os pesquisadores acreditam que o álcool interfere com o mecanismo da síntese proteica, de modo que o músculo não pode se autoreparar. Embora os bebedores crônicos estejam mais em risco de miopatia, o consumo excessivo também pode afetar os músculos. Peters diz que aqueles que exageram podem desenvolver uma estranha condição que resulta em músculos flácidos e inchados. Além disso, eles podem sofrer danos nos rins.

- Ossos. O cálcio determina a força e consistência do osso. O álcool altera a forma como é absorvido, excretado e distribuído por todo o corpo.

O consumo agudo de etanol pode fazer com que o corpo excrete muito cálcio na urina, enquanto o consumo de álcool cronicamente abusivo pode causar que o cálcio seja absorvido pela comida.

- Mudanças estéticas. Os homens que bebem normalmente em grande quantidade podem desenvolver quadris, ginecomastia e flacidez em geral. A razão é novamente o declínio nos hormônios. O álcool pode acabar com o equilíbrio entre a testosterona e a hormona feminina, o estrogênio. O álcool parece acelerar a conversão normal da testosterona e um dos seus precursores, a androstenediona, em estrogênio, possivelmente estimulando a enzima envolvida em sua conversão. Como resultado de sua ingestão por um longo tempo, o estrogênio não é retirado do sangue e os níveis aumentam, o que, portanto, suprime a testosterona.

Outra possível explicação para o aumento do estrogênio é que algumas bebidas alcoólicas contêm substâncias similares a este hormônio. Estes fitoestrógenos, que se originam em plantas utilizadas para produzir bebidas alcoólicas, foram identificados em bourbon, cerveja e vinho. Além disso, alguns homens podem perder pêlo facial e corporal.

SOBRE OS ÍONS

Neste apartado me concentrarei não na contaminação química do ar (gases, fumaça, poeira, produtos químicos, etc.), que é bem conhecida, mas na contaminação iônica de certos ambientes. Um ser humano pode sobreviver por dois meses sem comida e talvez duas semanas sem água, mas sem ar, a morte é uma questão de minutos. Nunca deixamos de respirar o que nos rodeia, portanto, o estado do ar influencia de forma absolutamente determinante em nossa saúde — e, como veremos, no equilíbrio bioelétrico das células do nosso corpo.

No artigo sobre o Graal vimos a importância que os chineses davam ao Qi ou Chi, considerado como uma centelha de energia que estava em toda parte, e cujo fluxo corporal era suscetível de ser canalizado pelo homem graças ao controle da respiração. A maioria dos povos têm um nome para esta energia.

O Chi energizante do ar fresco é equivalente ao que a ciência ocidental identificou como íons negativos (ou aniões), partes moleculares pequenas e extremamente ativas e possuindo uma carga elétrica negativa equivalente à de um elétron. Os benefícios dos íons negativos são bem descritos, incluindo a neutralização de odores desagradáveis, bactérias e pólen (daí, alergias e infecções), frescor, grande redução da poluição ambiental, revigoramento geral do organismo. Muitos dispositivos de filtragem de ar (como nos hospitais) estão equipados com geradores de íons negativos, que também são considerados uma vantagem para condicionadores de ar. Além disso, uma boa quantidade de íons negativos externa e internamente de nossas células, potencializa muito todas as funções biológicas do corpo.

¿Como se ioniza o ar? Naturalmente, graças à radiação eletromagnética de ondas curtas do Sol e outros raios cósmicos, que bombardeiam as moléculas de ar energizando seus fragmentos. A importância desses raios cósmicos foi vista no artigo sobre a contaminação magnética. Outro ionizador natural é a evaporação e o movimento de grandes corpos de água, bem como o movimento do vento em grandes espaços abertos. Assim, não é surpreendente que as cargas mais altas de íons negativos sejam encontradas no ar puro das zonas rurais, costeiras, praias, parques e especialmente montanhosas, onde a radiação solar e cósmica é mais intensa, onde o vento sopra forte e incessantemente, e onde há água na forma de ibons, correntes muito batidas e oxigenadas e chuvas frequentes. É nos momentos após uma grande tempestade quando a concentração de íons negativos atinge seus níveis mais altos.

As montanhas aproximam o homem da nobreza e da bondade. Nossos antepassados não se equivocaram quando atribuíram às montanhas qualidades místicas relacionadas à santificação do herói, à saúde e à proximidade de Deus. Os cumes — onde os raios cósmicos são mais fortes, onde o solo está mais próximo do céu, onde o ar e a água são puros e cristalinos, onde cada rocha nua é o resultado de uma resistência contra o vento incessante, onde tudo está curtido, oxigenado e em renovação contínua — são os lugares onde há maiores concentrações de íons negativos e “Chi”, especialmente após as tempestades. Sem mencionar as correntes telúricas ascendentes, que, por “efeito funil”, sempre acabam sendo canalizadas para as encostas e acumulando em seus picos, verdadeiros centros de energia do planeta. Aqueles que tiveram o privilégio de passar dias ou mesmo semanas beneficiando-se de tal fonte de saúde, sabem bem o que falo.

Enquanto os íons negativos têm um efeito positivo, os íons positivos (ou catiões) são exatamente o oposto, pois são formados por poeira, fumaça e produtos químicos tóxicos, sob a forma de grandes íons polimoleculares, de carga positiva (como prótons), e que têm o efeito de cancelar os íons negativos atraindo-os e neutralizando-os. Isso causa fadiga, malestar, alergias, fraqueza, falta de oxigenação adequada e leva a uma multiplicidade de doenças. Também está demonstrado que os íons positivos aumentam a produção de serotonina no organismo (o famoso “hormônio do estresse”).

Para dar uma ideia sobre a distribuição de íons negativos e positivos, vale a pena dizer que, nas áreas de campo, geralmente há três íons negativos para cada íon positivo. Nas cidades, essa proporção é revertida de forma absolutamente desproporcional, atingindo facilmente mais de quinhentos íons positivos por íon negativo.

Não basta a poluição ambiental sob a forma de produtos químicos, poeira e fumaças vinda de fábricas e veículos para neutralizar e contrariar os benefícios dos poucos íons negativos, também temos o efeito deionizador dos aparelhos de ar condicionado (aqueles que não contém geradores de íons negativos), roupas de fibra sintética, calefação, materiais plásticos e espaços fechados. É um fato bem conhecido que horas de trabalho num escritório deixa os trabalhadores esgotados sem ter feito nenhum esforço físico, enquanto um alpinista, depois de um intenso dia de montanhismo, certamente ficará cansado, mas de modo algum fadigado, mas revigorado, fresco e vigoroso.

É também a razão pela qual, durante os primeiros anos do programa espacial, os astronautas, apesar de serem indivíduos bem treinados e de excelente saúde, ficaram absolutamente fadigados e acabaram sentindo tonturas depois de poucas horas dentro de uma cápsula, tanto se estivessem orbitando no espaço como se estivessem ensaiando na Terra. Quando descobriram que a causa do problema era devido às cápsulas de metal, os dispositivos foram logo equipados com geradores de íons negativos que criavam uma atmosfera artificial benéfica em seu interior, permitindo que os astronautas passassem até meses no espaço.

Entre a Terra (elemento feminino, yin) e a atmosfera (elemento masculino, yang) existe uma “polaridade” ou “gradiente de potencial” produzido pelo campo magnético que medeia entre eles, e que em áreas de ar puro pode atingir várias centenas de volts por metro. O corpo humano age como o condutor dessa corrente elétrica sutil. O ar poluído interrompe essa relação, sabotando a correta interação entre o céu e a terra.

Curiosidade: em 1991, dois cientistas alemães, Bert Sakmann e Erwin Neher, ganharam o Premio Nobel por suas pesquisas sobre a influência dos íons nas células humanas..


FORMAS DE EVITAR OS ÍONS POSITIVOS

Em um lugar altamente desionizado como o atual mundo poluído das grandes cidades, é possível seguir algumas orientações simples para reduzir o impacto horrível que o mesmo tem em nossos corpos e minimizar as agressões ao nosso precioso sistema bioelétrico, que é a chave do crescimento e equilíbrio individual (Von Liebenfels, apesar de seus devaneios em outros assuntos, não estava tão errado quando disse que “somos elétricos”, uma vez que está provado que o corpo humano é constantemente arado por correntes elétricas de voltagem variável. Ele pensava que a “raça ariana” originalmente tinha uma maior intensidade de energia elétrica [o “elektron dos deuses”], que estava relacionada às glândulas pituitária e pineal e que tal poder antigamente poderia ser direcionado à vontade):

• Frequentar zonas rurais de ar limpo, especialmente montanhosas. Fazer exercício nas áreas mencionadas para oxigenar todas as células do corpo com esse ar benéfico. Altissimamente recomendado alpinismo, esqui e snowboard.

• Evite, “na medida do possível”, ambientes fechados cheios de ar com fumos de cigarro e cozinha, e pouco ventilados, ou ventilados por aparelhos de ar condicionado e aquecedores centrais sem geradores de íons negativos. Além disso — e embora pareça paranoico — em ambientes fechados com muitas pessoas, o ar fica com eflúvio (respiração, transpiração e muitas vezes coisas piores) de pessoas que não têm hábitos saudáveis. Com a fumaça dos outros, nos tornamos fumantes passivos, com os eflúvios dos outros também estamos nos estrogenando, contaminando e deionizando passivamente. É claro que na vida moderna é impossível evitar grandes concentrações humanas (filas, ginásios, multidões, transportes públicos) e que é normal fazer parte de várias em uma semana — mas o ideal é evitá-las sempre que possível.

• Evite, “na medida do possível”, tubos fluorescentes e lâmpadas fluorescentes compactas, posto que são uma forma de iluminação de baixo consumo, constituem uma fonte de desionização, campos eletromagnéticos artificiais e eletricidade suja.

• Evite, “na medida do possível”, telas de TV e de computador, pois são fontes de desionização e campos eletromagnéticos de carga indesejável, como vimos no artigo da contaminação magnética. Uma boa ideia obter ionizadores (existem específicos pra telas) para corrigir a situação, especialmente para aqueles que trabalham com PCs. Uma má ideia deixar, sistematicamente, a TV ou PC ligados, apesar de não estarem usando, pois o que conseguem com isso é contaminar o campo eletromagnético de uma sala inteira. Para não mencionar pessoas que assistem várias horas de tevê por dia, que são a maioria, ou as crianças que passam passam a infância viciadas em aparatos tecnológicos (televisão, consoles, celulares, etc). De acordo com o taoísmo, esses dispositivos emitem ondas que atingem o olho, elevam o nervo óptico e desativam a glândula pituitária, associada ao sexto chakra e ao “terceiro olho”, órgão da imaginação criativa.

A antítese das montanhas: o escritório — um ambiente no qual atualmente trabalham milhões de pessoas em idade reprodutiva — é o exemplo perfeito de um ambiente onde convergem muitos fatores desionizadores: lugar fechado, muitas pessoas, ar condicionado e calefação, lâmpadas fluorescentes, inúmeros móveis e objetos de plástico, falta de atividade física, e uma praga de telas de computador… sem contar outros males como comida e água estrogenizada. O corpo humano não é projetado para essa vida deprimente. Uma boa ideia para aqueles que trabalham em escritório é comprar um gerador de íons negativos (eles não são caros e saúde não tem preço) e, se possível, mantenha-o perto, e leve comida de casa em um recipiente de vidro, que sai mais barato além de mais nutritivo. Os benefícios serão sentidos imediatamente, mas tornar-se-ão mais evidentes à medida que os anos passam.

Existem certos ventos, como aqueles provenientes do deserto do Saara, que contém uma carga perniciosa de íons positivos. Sabe-se, por exemplo, o efeito psicológico negativo de vento do Levante (uma verdadeira avalanche de íons positivos) no Cádis e, em tal medida, isso é reconhecido, o que constitui judicialmente numa circunstância atenuante de caso de crime. Algo parecido acontece com os ventos como Tramontana ou Siroco (Espanha), Sharav (Israel), Föhn (Alemanha, Suíça, Áustria), Chinook (Canadá), Berg (África do Sul), Afganet (Ásia Central) ou Hamsin (Oriente Médio). Pelo contrário, os ventos do Norte, mais frescos e limpos, geralmente contêm uma carga de íons negativa muito benéfica. É óbvio que os ventos não podem ser “evitados”, mas pelo menos é interessante estar ciente da razão desse fenômeno, que tem a capacidade de alterar nosso humor de forma radical.

• Evite, “na medida do possível”, as grandes cidades. Uma vez que muitos têm o infortúnio de viver nas grandes cidades, pelo menos tentem passar longos períodos em parques, e organizem viagens para zonas de campo, especialmente montanhosas. Altissimamente recomendado acampamento, canionismo, canoagem, escalada, montanhismo, passeios simples, etc., mas certifique-se de energizar o corpo, ao menos uma vez por semana, com ar puro “real”.

• Evite, “na medida do possível”, o interior dos carros. Por causa das latarias e materiais plásticos (produtores de odores saturados de estrogênio), são gerados dentro dos automóveis campos elétricos positivos (repelem íons negativos e impelem íons positivos). Essa inércia é a razão pelo qual o sono é tão comum dentro do carro.

• Evite materiais plásticos. Eles têm um efeito desionador e, também por sua constituição química, disparam substâncias pró-estrogênicas e pró-cancerígenas. Evite móveis de plástico e derivados e lembre que muitos aparelhos (forno de micro-ondas, a citar um de vários) são feitos de plástico.

• Desfaça de tapetes e carpetes. Eles atuam como esponjas que retêm bolhas de ar quente, íons positivos, partículas de poeira, bactérias, ácaros, produtos químicos de limpeza e outros agentes indesejáveis. Eles são uma causa de peso em muitas doenças, especialmente alergias respiratórias e relacionadas. Um piso duro e liso pode ser varrido e esfregado completa e facilmente.

• Compre um ionizador (gerador de íons negativos). Instale geradores de íons negativos nos aparelhos de condicionador de ar da casa, carro ou simplesmente em salas onde passa muito tempo. Os japoneses, que estão bem familiarizados com o conceito de Ki, trabalham há muito tempo em atmosferas ionizadas por geradores, o que, em certa medida, pode ser a causa de sua alta produtividade e desempenho. Como disse, todos sabem que dirigir cansa e atonta, não só pelos estrogênios emitidos pelo material plástico e outros, mas pela carga positiva de íons que se acumula devido ao campo eletromagnético do motor e aos materiais do chassi e carroceria. Se todos tivessem um ionizador em seu carro, a “fadiga de estrada” seria uma coisa do passado, não aparecia essa tendência sonolenta e, além disso, reduziria acidentes rodoviários, poupando muitas vidas, uma vez que os reflexos e a atenção melhorariam.

• Mesmo que você viva em uma área saudável com um poderoso campo elétrico natural, os benefícios da ionização ambiental podem ser anulados ao usar calçados de borracha, fibras sintéticas, ou viver rodeado de móveis e objetos de plásticos, ou não ventilando a casa, porque tudo isso tende a isolar o corpo da eletricidade atmosférica tão beneficiosa. Para confirmar o que digo, basta andar descalço, vestido com roupas leves de algodão, em um campo numa área rural que ainda conserva o orvalho matutino. A grama úmida (é a causa da alta estima que tinham a maioria das culturas europeias pelo orvalho ou “água da Lua”, relacionando-a aos monumentos megalíticos) atua como um pólo magnético, absorvendo literalmente a energia do Céu através do nosso corpo, que tem um efeito incrivelmente energético. Caminhe descalço e em solo natural “na medida do possível”. Essa prática é conhecida como gramoterapia.

CONCLUSÃO

Acredito que poucas pessoas duvidam de que a civilização e o estilo de vida urbano moderno, tende a destruir nosso corpo, nossa mente, nosso espírito e nossa saúde, bem como degenerar nosso código genético cada vez mais, geração após geração, sabotando nossa fertilidade e, literalmente, muitas vezes arruinando a vida de muitas pessoas por “estresse”, tensão, malestar, desequilíbrios físicos e psicológicos e insatisfações, que na maioria dos casos provêm do veneno que nos rodeia, e que alteram completamente o equilíbrio bioquímico e bioelétrico de nosso corpo transformando-nos em pessoas que não somos. De certa forma, estamos acostumados a adotar uma escala de valor aberrante, permitindo que o materialismo infecte nossa sociedade e resulte nesses dois produtos inteiramente hostis à vida pura, à saúde, à coragem e à força de vontade: escritórios e discotecas. Sem contar o trabalho de contra-seleção genética que sofremos há milênios, esses fatores contaminantes sozinhos degeneraram terrivelmente a qualidade biológica da população europeia, que por seu maior desenvolvimento tecnológico é, ironicamente, o setor étnico mais afetado do planeta.

Pode ser desmoralizante ver quão extremamente difícil seria construir uma vida longe dessa poluição. Na verdade, para estar completamente “a salvo”, deve-se viver em um vale distante, beber água de poço ou córregos, criar gado e cultivar seu alimento e passar a maior parte de sua vida ao ar livre. Isso seria o “ideal”. Mas, por mais forte que seja o envenenamento, existem maneiras de minimizar seu impacto. Um dia, serão construídos Estados inteiros que estarão cientes desses problemas, os levarão com seriedade e agirão de acordo, mas, por enquanto, devemos, na medida do possível, tomar medidas para sermos os precursores de tais países.

Um indivíduo que está ciente dessas coisas deve aplicá-las, não somente nele, mas em sua família e em suas crianças vindouras, a fim de dar-lhes uma grande vantagem sobre as pessoas ao seu redor. Aqueles que, na era da degradação biológica e da doença, do auge da feiura e da miscigenação, da covardia e da preguiça, podem levar uma vida saudável e crescerem fortes e com força de vontade, serão, sem dúvida, os mestres do futuro.

FONTE