sábado, 19 de janeiro de 2013

Reflexões Sobre a Coca-Cola

por Janus Montsalvat



Há pouco lemos um artigo muito interessante de Isidro-Juan Palacios sobre o simbolismo das bebidas. Nas civilizações tradicionais e pré-modernas, se criaram "bebidas de fogo", isto é, alcoólicas, já que o ardor e embriaguez que produziam se assimilavam ao calor solar, à potência e quentume do Astro Rei. Bebidas como o vinho, a cerveja, a vodka, etc... Eram consideradas por estes povos que viviam a Tradição, bebidas sagradas.

Mas com a chegada da modernidade, sobretudo na etapa final do Kali-Yuga, a civilização moderna prototípica como é a americana inventou sua própria bebida "sagrada": a coca-cola, esta bebida satânica não só não produz ardor como as tradicionais, mas que há de beber-se quanto mais fria melhor e além disso seu calor simboliza o desse combustível fóssil base da atual economia planetária (e sobretudo da americana) e que está convertendo nosso planeta em um imensa e globalizada esterqueira: o petróleo. Este na última grande civilização que houve no Oriente e que foi a Idade Média, era considerado como "aqua infernalis" (água do inferno).

Por isso, esses dois símbolos que reflete essa bebida nauseabunda que é a coca-cola que são o "frio" e o "preto", significariam, pois, a morte da primavera paradisíaca que existia na Idade de Ouro e por outro lado, a maldade, a escuridão e o caos que acompanham nesta fase terminal do Kali-Yuga ou Idade Escura.

Não deixa de ser curioso quanto menos de que os governos ocidentais por isso das "afinidades eleitivas" das quais falava nosso Mestre Julius Evola, façam propaganda massivamente a favor da Coca-cola e contra as bebidas de fogo com a desculpa barata de que "destroem nossa juventude". Não ficamos em que nossos "maravilhosos" jovenzinhos são tão inescrupulosos? Que estes sejam uns autênticos imbecis incapazes de governar-se a si mesmos, não é culpa das bebidas sagradas, além disso, não dizem os textos sagrados que as coisas santas não há que lançar-las aos porcos? Por que não se fala da destruição que produz esse veneno preto no organismo a um prazo mais ou menos longo?: diabetes devido aos altos conteúdos de açúcar, descalcificação óssea sobretudo nos meses de verão devido a que a dependência da mesma faz com que quando se têm sede se beba em demasia ao invés de outras bebidas naturais (água, sucos, etc.) e que, portanto, deixam em um permanente estado de desidratação, debilitação dos sentidos, efeminação, etc.

A destruição que o petróleo (água infernal) faz na natureza, violando-la, degradando-la e contaminando-la, são semelhantes aos quais a coca-cola faz no organismo humano, é a lei das analogias "o que é acima igual é abaixo", como dizia o adágio hermético. A ciência dos símbolos é tão precisa como as matemáticas ou a geometria.

Um copo de bebida "refrescante" já seja aqua infernalis (coca-cola ou pepsi-cola), ou fanta ou qualquer outra bebida anti-tradicional equivale a um copo de água com TREZE COLHERES DE AÇÚCAR (o pomos com maiúsculas para ressaltar o criminoso e ofensivo do assunto) acrescentados ao mesmo. Se imagina por um momento a destruição que tais quantidades de açúcar podem chegar a ocasionar ao corpo humano e mais se este ainda está em período de formação ao tratar-se de consumidores principalmente jovens? Logo está o tema dos edulcorantes que são ainda mais daninhos que o próprio açúcar: o aspartame, por exemplo, é um edulcorante artificial que aparece em alguma destas bebidas infernais "sem açúcar", mas que é altamente cancerígeno...

Também está o tema da lata de alumínio onde preferentemente se envasilha hoje em dia ditas bebidas: está quase demonstrado (embora certamente pouco ou nada se diga disso) que o alumínio se infiltra na bebida devido ao gás carbônico que estas contêm e que a longo prazo poderiam terminar em graves enfermidades cerebrais como o Alzheimer ou o Parkinson. Por tudo isto nos causa muita hilaridade quando escutamos as advertências de certos carniceiros de bata branca (médicos?; não era antigamente a medicina autêntica, uma ciência sacerdotal?) aconselhar a torto e direito "não beber"... A ver: não beber o que!, isso é o que teríamos que responder à esses burocratas da saúde. Por que estes criminosos sem escrúpulos não denunciam este tipo de bebidas infernais muito mais destrutivas que as bebidas de fogo?

Já não dizia Hipócrates "que teu alimento seja teu remédio" e não recorrer, ou fazer-lo minimamente se não há mais remédio, a esses burocratas frios e desalmados que inclusive se atrevem a jurar cinicamente um juramento no qual nem sequer acreditam nem praticam (quantos mediquinhos de hoje, tão modernos e tolerantes eles, em dia se opõem às práticas abortivas?).



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