terça-feira, 21 de agosto de 2012

Sobre a crise e a formação do Governo Mundial




por Adrian Salbuchi

Os Donos do Poder Mundial enraizados profundamento dentro dos principais Estados e Governos, estão decididos a impor sobre todo o planeta um Governo Mundial, com unhas e dentes...E quanto antes, melhor (pra eles)! Convido ao leitor avaliar doze "mega-processos" que estão sendo utilizados como "disparadores" geopolíticos para lograr este objetivo. Lamentavelmente, os fatos vão demonstrando que não estávamos errados.

Parece que todos os caminhos conduzem ao Governo Mundial. Isto não deveria surpreender nada. O prestigioso diário britânico Financial Times manifestou abertamente em um artigo redigido por seu comentarista em assuntos exteriores Gideon Rachman, em 8 de Dezembro de 2008 ([2]). Seu título diz tudo: And Now for a World Government (E agora por um Governo Mundial). Isto é apenas um eco do que vem alardeando desde décadas entidades fabricantes do poder mundial como a Comissão Trilateral, o Conselho de Relações Exteriores (CFR), Grupo Bilderberg e inclusive, mais recentemente, o Vaticano. Comecemos pelo óbvio: o gerenciamento integral do planeta Terra não é assunto simples. Requer o planejamento estratégico e tático por parte de uma vasta rede de bancos de cérebros, aliados a universidades de elite, operando através de exércitos de acadêmicos, lobbystas, jornalistas, políticos, funcionários de Governos e operadores de toda classe que interatuam profusamente financiados pela estrutura supranacional de bancos e corporações. Operam de maneira mancomunada e holística, desenhando e ativando estes "disparadores" geopolíticos em diferentes áreas e planos, sabendo que cada um não tem suas próprias características, dinâmica e velocidade. Por exemplo:

- Disparadores Financeiros: se movem à velocidade da luz, graças às tecnologias da informática e das comunicações que permitem elevar ou colapsar mercados, moedas, economias nacionais e regionais em apenas horas ou dias.

- Disparadores Econômicos: se movem mais lentamente posto que a fabricação de automóveis, aeronaves, alimentos, vestimenta ou construção de casas, plantas e instalações demanda meses, senão anos.

- Disparadores Políticos: se encontram sujeitos ao mal chamado 'sistema democrático'. Manobram para posicionar, financiar, e impor seus políticos e operadores nos máximos estamentos de poder de todos os Estados, desde cujas estruturas impulsam durante anos as medidas e leis que favorecem os interesses dos Donos do Poder Mundial.

- Disparadores Culturais: geralmente requerem várias gerações para implementar; é aqui onde a Guerra Psicológica logrou 'exitos' sem igual na formação, conformação, e deformação do imaginário coletivo, impondo padrões de comportamento e pensamento de efeitos perversos e dissolventes, com os catastróficos resultados sociais que temos em vista.

A complexa administração por parte dos Donos do Poder de todos os traços que abarca este processo exige tomar em conta as armadilhas, perigos, e surpresas que o futuro depara. De maneira que para cada um destes e muitos outros itens, têm preparados eventuais 'planos B' - incluso planos C e D - que, por serem precisos, podem ser rapidamente implementados.

12 Disparadores para impor um Governo Mundial

Hoje, os Donos do Poder Mundial estão fechando o processo geopolítico que em seu momento batizaram com o nome de 'globalização', iniciado com o colapso da antiga União Soviética faz pouco mais de vinte anos. Pretendem substituí-lo com um Governo Mundial forjado a sua medida. É assim que nosso mundo se encontra transitando uma perigosa transição que vai desde a prometedora 'globalização' daqueles dias até o Governo Mundial que hoje nos ameaça.

Algo análogo ao que o filósofo alemão Friedrich Nietzsche descrevera em sua Assim Falou Zaratustra: "Um perigoso cruzar, uma viagem ousada, um perigoso mirar ao mais além, um perigoso tremer e paralizar-se".

Estes 12 Disparadores se encontram entrelaçados e entrecruzados dentro de uma matriz altamente complexa e holística, que é muito flexível em suas táticas, mas rigidamente imutável em seus objetivos estratégicos. Quando se o mira em sua totalidade, este modelo de domínio planetário resulta muito mais que a mera some de suas partes.

1) Colapso do Sistema Financeiro Global. Desde o ano de 2008, o Sistema Financeiro Global continua em terapia intensiva. Grandes banqueiros como Ben Bernanke, Timothy Geithner e a 'equipe SWAT' financeira norte-americana (Robert Rubin, Larry Summers e os megabanqueiros da Goldman Sachs, CitiGroup, JPMorganChase, Rotschild, Lazard, Warburg) operam junto aos seus pares no Banco da Inglaterra, Banco Central Europeu e demais bancos, sem ter tomado medida alguma para ajudar as sofredoras populações e as conomias devastadas por este 'câncer' financeiro. Somente pretendem 'resolver' a crise dando bilhões de dólares à elite bancária e impondo o mito midiático de que certos bancos são "demasiado grandes para deixá-los cair" (que em sua linguagem eufemista orwelliano significa que são demasiado poderosos para deixá-los cair). Por que? Porque no mundo industrializado não são os Governos os que controlam, supervisionam, e monitoram os Goldman Sachs, CitiGroup, HSBC, Deustche Bank e JPMorganChase, mas que a realidade é exatamente o contrário: são os megabancos os que controlam os Governos.

2) Crise econômica. Hoje em dia o 'Capitalismo Extremo e Destrutivo' se encontra muito ocupado colapsando as economias nacionals e regiionais, para então reformatá-las como entidades crescentemente escravistas; um tipo de gulag mundial que o próprio Stálin invejaria. O problema do mundo não é a economia real global (que segue majoritariamente intacta), mas a crise terminal que afeta o mundo falso e artificial das finanças, os bancos e a especulação parasitária e usurária.

3) Convulsões sociais. Os colapsos na Grécia, Irlanda, Portugal, Brasil, em décadas passadas.

4) Pandemias. Preparemo-nos para mais 'surpresas gripais' que, convenientemente engenhadas, preparam o caminho para as vacinações massivas obrigatórias; uma oportunidade discreta para introduzir minúsculos chipes RFID (transponders identificadores por rádio frequência) em nossos corpos e para provar 'vírus inteligentes' que terão como 'branco' determinadas sequências de ADN. Nos enfrentaremos com vírus seletivos étnico-raciais como paprte de campanhas massivas de despovoação?

5)Awuecimento global. A medida que a economia mundial se afunda no 'crescimento zero', os dinamizadores econômicos passam do crescimento expansivo à contração do consumo. Serão os nascentes 'créditos de carbono' o futuro mecanismo de controle social?

6) Mega-ataques terroristas de 'bandeira falsa'. Os donos do poder mundial mantêm esta carta curinga em suas mangas para detonar novas e gigantescas 'crises' que servirão de atalhos em direção à imposição de um Governo Mundial. Veremos novos ataques deste tipo que farão empalidecer os ataques do 11 de Setembro em Nova Iorque e Washington? Veremos a detonação de algum artefato nuclear sobre alguma cidade ocidental, do que logo se culpará os inimigos dos donos do poder mundial?

7) Guerra generalizada no Oriente Médio. Nestes momentos se alistam forças aéreas, navais, e terrestres ocidentais para atacar países como Síria e Irã.

8) 'Acidentes' ecológicos e ambientais. O acidente nuclear na planta ucraniana de Chernobil em 1986 marcou o princípio do dim da antiga União Soviética ao mostrar ao mundo e aos próprios soviéticos que seu Estado não estava em condições de administrar de forma segura sua infraestrutura nuclear. Em Abril de 2012 vimos o enorme acidente ecológico da plataforma petrolífera da BP Deepwater Horizon no golfo do México; logo, desde Março de 2001, Japão e o mundo se enfrentam com um acidente nuclear ainda maior no complexo nuclear de Fukushima Daiichi. Teve alguma jogada suja em torno destes acidentes?*

9) Assassinato de figuras políticas ou religiosas de alto nível, dos que se culpará algum inimigo dos donos do poder. O Mossad, a CIA, e o MI6 têm vasta experiência neste tipo de jogo sujo.

10) Ataques contra 'Estados transgressores'. Já vimos no Iraque e Líbia. Quem serão as próximas vítimas? Síria? Irã? Venezuela? Coréia do Norte, quiçá?

11) Posta em cena um 'evento religioso'. A crescente necessidade de massas de achar algum significado para suas vidas a torna presa fácil de alguma suposta 'segunda vinda' de um 'messias' eletrônico, orquestrada e armada pelos técnicos de Hollywood com sua realidade virtual 3D e hologramas. Veremos a aparição repentina de algum 'ser superior' eletrônico e virtual que atuará em sincronia com os objetivos mundiais dos donos do poder? Em tal caso, quem se atreveria a desobedecer o próprio 'deus'?

12) Posta em cena um suposto 'contato com seres de outros mundos'. Pode ser que também se esteja planejando algo por este estilo. Ao longo de décadas, grandes setores da população mundial foi convenientemente programados a crer na existência de 'alienígenas': seres de outros mundos. Também aqui pode que vejamos a aplicação de tecnologias holográficas que fabriquem a suposta aterrissagem de uma nave espacial extraterrestre - no jardim da Casa Branca, por suposto! - destacando assim a imperiosa 'necessidade' que tem a humanidade de dispor de uma 'representação unificada' ante os 'extraterrestres'. Uma justificação mais para impor um Governo Mundial?

O quê têm em comum todas estas 'crises' interrelacionadas? O aquecimento global, as pandemias, o terrorismo internacional, justificando assim a anecessidade de contar com um Governo Mundial. Por tudo isto e mais, devemos nos manter particularmente alertas, entendendo as coisas como realmente são e não como os donos do poder mundial e sua multimídia global querem que acreditemos que são.

*O leitor pode se lembrar aqui também que recentemente houveram terremotos no Irã, e alguns anos atrás outro bem forte na América Latina. Na China, no Japão, na Rússia, entre outros locais, foram avistados auroras ou formações de nuvens estranhas sempre que houveram acontecimentos ambientais. Isso remete ao HAARP, projeto feito nos Estados Unidos capaz de interferir nas causas ambientais do mundo inteiro, através da alteração de ondas eletromagnéticas que constituem nosso planeta (Nota do Tradutor Legio Victrix)

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