quinta-feira, 24 de maio de 2012

Eduard Alcántara - Virilidade e Homossexualidade

por Eduard Alcántara



Um dos muitos sintomas definitórios do muito doente que se encontra esta civilização que conhecemos com o termo de Ocidental é o do aumento vertiginoso da porcentagem de casos de homossexualidade que ela está, por momentos, padecendo.

De verdade e notoriamente sabido é que nem a divindade nem a natureza criaram o homem e a mulher para que se "entretecem" com os de seu mesmo sexo, mas para que buscassem seu complemento no sexo oposto e para fazer disso a fonte de procriação e, portanto, da existência própria da espécie.

O que é que está motivando com que tantos de nossos congêneres "saiam do caminho seguido" pelo qual "andam" as leis da natureza? Onde podemos encontrar o porque de tal proceder antinatural?

O caso de nosso país é bem paradigmático: nas últimas décadas está se passando de casos quase piada à porcentagens que começam a alarmar. Mas, repetimos a questão: onde podemos encontrar as causas de tamanho desvio contranatura?

Pois bem, a resposta haveria que buscá-la analisando quais são os valores que prevalecem nesta etapa crepuscular do já por si próprio corrosivo Mundo Moderno pelo qual o homem atual transita; ou, mais bem, vegeta. E se trata de alguns valores que em outras épocas, como na do judaico-cristianismo das origens, já receberam um forte impulso. Falamos do humanitarismo laxo e pusilânime e de uma ideia empequenecedora da humildade que termina na passividade, no abandono e na negligência e que estão incompativelmente opostos com o voluntarioso, com o valoroso, com o grande, com o épico, com o heroico, com o glorioso e, em resumo, com o VIRIL.

Em outras épocas não tão decadentes como a presente, o arquétipo a seguir era o herói semideus dos mitos, era o líder indômito, era o intrépido navegante, era o atrevido explorador, era o valente conquistador, era o heroico guerreiro, era o cavaleiro andante ou era o esforçado descobridor. A criança, o adolescente e o jovem faziam deles como seus modelos a imitar e reforçavam sua já inata condição viril. Como estes eram os exemplos a seguir, aqueles infantes e púberes que por natureza poderiam ter um pouco tênues os atributos da masculinidade, a iam paulatinamente acrescentando, reforçando e consolidando definitivamente.

Infelizmente, hoje em dia, nas sociedades democráticas-liberais e plutocráticas nas quais "vivemos" estes arquétipos foram substituídos pelos antitéticos do especulador enriquecido pelo "negócio" bursátil ou financeiro, do político sem escrúpulos nem princípios éticos que por meio de todo tipo de corruptelas chega a subir ao mais alto do poder, da estrela de rock ou do ator de cinema de gestos e palavras repugnantes e soezes, do personagem de desenhos animados desbocado e obsceno ou do cantor de pop de movimentos e vestimentas afeminados.

Outros modelos com os quais se depara cotidianamente, a criança e o adolescente, os constitui toda a plêiade de afeminados e/ou homossexuais de todo tipo e aspecto que estão em uma multidão de programas televisivas de "entretenimento", já seja como apresentadores, como pessoal habitual ou como convidados. Tal abundância provocará o efeito de que o "pequeno", e o não "tão pequeno", considere, paulatinamente, esta degeneração não como tal senão como uma opção tão natural como qualquer outra. E ao estabelecer esta perturbada percepção contribuirá também, de forma nada desdenhável, com uma "adequada" campanha "educativa", orquestrada e dirigida dos mais altos postos "educativos" ao longo das diferentes etapas do sistema de "ensino".

Muitos jovens, acabarão, consequentemente, assimilando a ideia de que ter experiências sexualmente com pessoas do mesmo sexo não tem nada de anormal...

Seguindo a linha traçada pelos modelos a oferecer aos "pequenos" e aos imberbes nos resulta horripilante o só fato de pensar que casais de gays e lésbicas possam adotar crianças, pois se não queremos fazer do "pequeno" um ser perturbado, neurótico e esquizofrênico não podemos privar-lhe da experiência vital e crucial que significa a convivência com os dois diferentes papéis adultos que devem estar representados, como fica óbvio, por um homem e por uma mulher.

O igualitarismo é outro dos atributos dos quais se vangloriam nosso mundo democrático-burguẽs. Pois bem, esta gentinha não somente estende seus corrosivos tentáculos pelos âmbitos filosóficos, políticos ou sociais do Ocidente, mas que também distorce e desnaturaliza comportamentos, hábitos, práticas e costumes. Provoca que homens e mulheres trabalhem de maneira similar em casa e fora dela ou se vistam roupas apertadas muito parecidas, diluindo-se os papéis que, consubstancialmente, devriam ser próprios do homem, por um lado, e da mulher, por outro. É causadora, a peçonha igualitária, de que os papéis que por lei natural corresponderiam à cada sexo vão se diluindo em uma indeterminada que confundirá, e confunde, a criança e o adolescente e lhe deixará sem referências a seguir para determinar, reforçar e consolidar as qualidades que lhe são inatas de acordo com o sexo ao qual pertence. É muito verdade a expressão de que "o hábito faz o monge", e é que é digno de observar como algumas das atuais modas no vestir possam chegar a afetar as qualidades viris no homem e as femininas na mulher. Ou se não observe-se como aquela criança ativa e audaz chegou à adolescência e inundado de imagens e anúncios publicitários começou a vestir, por exemplo, à moda "funky", com camisetas de garota bem ajustadas e com calças ridículas estilo boca-de-sino. As vestimentas do garoto não se diferenciavam em nada das da jovenzinha "funky". Pouco a pouco, os gestos, as maneiras, os movimentos e até o caminhar do jovem começaram a nos parecer mais e mais aos da garotinha.

O que foi acontecendo posteriormente ao nosso garoto não é difícil de imaginar. Deixou, cada vez mais, de identificar-se com o papel de homem que, por nascimento, lhe correspondia e, seguramente, chegou um momento no qual lhe resultou indiferente relacionar-se afetiva, sentimental e/ou sexualmente com congêneres do sexo oposto ou com os do seu próprio. E daqui para sentir-se cada vez mais feminino e optar pelo personalismo homossexual há somente um passo. Passo que talvez seja a experiência sexual com outros homens, pois não devemos de esquece que o mundo hedonista no qual nos encontramos inseridos promove a busca do prazer físico e da satisfação da líbido à toda custa, como fim em si próprio e por qualquer modo, por muito degradada, aberrante, enfermiça e antinatural que esta possa ser.

E contra esta ideia hedonista, positivista e materialista da vida, outras etapas não deletérias da história da humanidade apresentavam arquétipos como o do governante austero à serviço de sua comunidade ou como o do asceta que enfocava sua vida à realização de fins Superiores, à consecução, em seu interior, do Conhecimento Transcendente e/ou à Iluminação Metafísica.

Já se encarregou Freud, através da psicanálise, em ajudar a pseudo-científico-filosófica pelo Mundo Moderno ao elevar aos altares todo o ameaçador submundo que habita no subconsciente humano e ao convertê-lo no motor oculto de nossa vida consciente. Mostrando-nos os impulsos libidinosos como a base de nosso agir em estado de vigília. Justificando a homossexualidade como o surgimento do que, segundo o autor judeu, foi uma etapa a mais pela qual a pessoa passou quando ainda era uma criança: etapa na qual, no caso do homem, lhe levava a desejar sexualmente seu pai na qual no caso da garota a fazia enfocar a satisfação de seu líbido para com sua mãe. E dando-lhe pois, Freud, finalmente, caráter de normalidade ao que não é mais que um desvio degenerativo do que é a condição natural não somente do gênero humano mas de qualquer ser vivo. E se falamos de desvio falamos de deficiência; de deficiência adquirida. Que absurdas resultam as celebrações, ano após ano, do "dia do orgulho gay"! Orgulho de que? De alardear de uma deficiência? Com que objetivo se realizam essas demonstrações públicas? Com fins propagandísticos para que aumente o número de deficientes?, que fique bem claro que estamos falando de um desvio adquirido, não genético, pois os casos nos quais a homossexualidade pode constituir uma tendência inata são porcentualmente insignificantes, ridículos e são, e eram, sanáveis, como já mencionamos parágrafos acima, em uma sociedade não doente na qual os exemplos a seguir sejam, e foram, outros que se encontram em uma posição radicalmente oposta dos atuais.

Nos pretendem fazer acreditar em coisas impossíveis de acreditar transmitindo-nos a ideia de que os homossexuais são gente normal? Se pretende que nós acreditemos depois de observar, por exemplo, o "normais" que são suas manifestações? Depois de observar o lamentável, grotesco, carnavalesco, estúpido e vergonhoso exibicionismo de que, em ditos eventos públicos, se vangloriam uma porcentagem esmagadora deles? Depois de que saibamos que se dedicam à prostituição em uma muito maior proporção que os heterossexuais de ambos os sexos? De que vejamos como tantos deles se identificam com o absurdo: desfrutam com o transformismo, se disfarçam de "drac queens",... De que não ignoremos quantos deles optam pelo travestismo tão associado, por outro lado, com o mundo da prostituição? De que observemos como muitos deles decidem destruir e inverter a obra e as leis da natureza e acabam sendo transsexuais? De que não ignoremos que os casos de pederastia são muito mais frequentes entre homossexuais que entre heterossexuais? De que saibamos da promiscuidade sem limites que fazem? De que não desconheçamos que o número de suicídios e crimes, frequentemente por motivos passionais cometidos por eles é, porcentualmente, significativamente mais elevado que os perpetrados pelo resto da população? Muito normal tudo!... Verdade?

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