domingo, 9 de outubro de 2011

Dez Idéias Atemporais

por Guillaume Faye


EUROPA: Está em guerra, mas não sabe disso... está ocupada e colonizada por povos do Sul e economicamente, estrategicamente e culturalmente subjugada pela Nova Ordem Mundial Americana... É o homem doente do mundo. [página 9]

ARQUEOFUTURISMO: O espírito que percebe que o futuro surge do ressurgimento de valores ancestrais e que as noções de modernidade e tradicionalismo precisam ser dialeticamente superadas [59]... Para confrontar o futuro, especialmente hoje, se impõe um retorno à mentalidade arcaica, que é pré-moderna, não-igualitária e não-humanista, rumo a uma mentalidade que restaure valores ancestrais e aqueles da ordem social... O futuro, assim, não é nem a negação da tradição nem a memória histórica de um povo, mas, antes, a metamorfose e, em ultima análise, seu crescimento e regeneração. [De Arqueofuturismo 11, 72]

IDENTIDADE: São características da humanidade a diversidade e a singularidade de seus povos e culturas. Toda homogeneização é sinônimo de morte e esclerose... Identidade étnica e identidade cultural formam um bloco, mas a identidade biológica é primária, pois sem isso, cultura e civilização são impossíveis de sustentarem-se... A identidade nunca se congela. Permanece em si mesma envolta, reconciliando e se tornando. [146-48]

BIOPOLÍTICA: Um projeto político voltado aos imperativos biológicos e demográficos de seu povo... A biopolítica é guiada pelo princípio de que a qualidade biológica de um povo é essencial para sua sobrevivência e bem-estar. [63-64]

SELEÇÃO: O processo coletivo, baseado na competição, que minimiza ou elimina os fracos e seleciona o forte e capaz. A seleção implica tanto na evolução natural de uma espécie, quanto no desenvolvimento histórico de uma cultura e civilização... A sociedade contemporânea previne uma seleção justa e, em vez disso, impõe uma seleção selvagem e injusta baseada na lei das selvas. [212-13]

INTERREGNO: O período entre o fim de uma civilização e o possível nascimento de outra. Nós estamos atualmente vivendo em um interregno, um momento histórico trágico quando tudo está em chamas e onde tudo, assim como uma Fênix, pode erguer-se renascido de suas cinzas. [153]

GUERRA CIVIL ÉTNICA: Somente a eclosão de uma guerra como tal irá resolver os problemas criados pela atual colonização, Africanização e Islamização da Europa... Somente de costas para a parede que um povo é estimulado a chegar a soluções que em outros tempos seriam impensáveis. [130]

REVOLUÇÃO: A reversão violenta de uma situação política, que é acompanhada por uma profunda crise e que é o trabalho de uma “minoria ativa”... A revolução verdadeira é uma metamorfose, isto é, a reversão radical de todos os valores. O único revolucionário da era moderna é Nietzsche... e não Marx, que buscava simplesmente outra forma de sociedade burguesa... Há muito passamos do ponto de não retorno, onde é possível parar a decadência prevalecente com reformas políticas moderadas. [210-11]

ARISTOCRACIA: Uma aristocracia verdadeira encorpa a essência de seu povo, que serve com coragem, desinteresse, modéstia, vontade, simplicidade e estatura... Recriar uma nova aristocracia é a tarefa eterna de todo projeto revolucionário... A recriação de tal aristocracia somente é possível através da guerra, que é a mais impiedosa e seletiva das forças [60-61]

VONTADE DE POTÊNCIA: A tendência de toda vida perpetuar-se a si mesma, para garantir sua sobrevivência e para reforçar sua dominação, sua superioridade e suas capacidades criativas... A vontade de potência aceita que a vida é luta, uma eterna luta por supremacia, a luta sem fim para melhorar e aperfeiçoar-se a si mesmo, a absoluta negação do niilismo, o oposto do relativismo contemporâneo... É a força da vida e da história. Não é simplesmente um imperativo orgânico por dominação, mas para a sobrevivência e a continuidade... Um povo ou civilização que abandone sua vontade de potência inevitavelmente perece. [227]
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Fonte: Counter-Currents Publishing

Dez idéias selecionadas por Michael O’Meara nos livros “Porque nós lutamos” e “Arqueofuturismo”.

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