sexta-feira, 17 de junho de 2011

Força!

Nós sabíamos que, através do universo, havia inúmeros jovens, que, com todas as suas diferenciações nacionais, se nos assemelhavam. Alguns dentre eles tinham sofrido a guerra em crianças, outros as revoluções nos seus países, todos a crise. Sabiam o que tinha sido a sua Nação, o seu passado, queriam agora acreditar no seu futuro. Viam brilhar, constantemente, diante deles a cintilação imperial. Queriam uma nação pura, uma raça pura. Gostavam de viver juntos nessas imensas reuniões de homens, onde os movimentos ritmados dos exércitos e das massas parecem as pulsações dum vasto coração. Não acreditavam nas promessas do liberalismo, na igualdade dos homens ou na vontade do povo, mas acreditavam, sim, que do investigador ao director de indústria, ao poeta, ao sábio, ao trabalhador manual, uma Nação é una, exactamente como é una uma equipa desportiva. Não acreditavam na justiça que se apoia nas palavras, mas na justiça que reina pela força. E sabiam que dessa força poderia nascer a alegria."

Robert Brasillach

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