quarta-feira, 20 de abril de 2011

Algumas Reflexões sobre Hitler

por Irmin Vinson


"Hitler" como Propaganda Multirracialista

O argumento proposto por alguns nacionalistas raciais de que qualquer defesa de Adolf Hitler, em luz da hostilidade e mesmo da repulsa que seu nome agora evoca, arrisca alienar Brancos comuns é plausível superficialmente e deve receber uma audição respeitosa. Mas ainda assim, sob uma avaliação equilibrada, está errado.

Ainda que a maioria dos nacionalistas nos Estados Unidos e mesmo na Alemanha não se consideram nacional-socialistas, multirracialistas e grupos judaicos anti-Brancos chama cada um de nós de um "nazi". É um fato inegável que em nosso clima político contemporâneo qualquer nacionalismo branco, como eventos recentes nos Balcãs demonstram amplamente, será categorizado "hitlerista" e evocará, em apresentações midiáticas de tirar o fôlego, "o espectro do Holocausto" e medos angustiados de que "aquilo" possa ocorrer de novo, se os goyim ficarem muito agitados. Essa, afinal, é a lição central ensinada pelos incontáveis Museus do Holocausto brotando, como fungos resistentes, por todo o Ocidente: que a consciência racial branca é literalmente letal e deve ser ativamente combatida, uma lição que nós agora cristalizamos, em defesa do Judaísmo, no Museu do Holocausto em Washington, um memorial nacional à nossa maldade Branca.

Nós estamos assim obrigados, queiramos ou não, a viver sob a sombra de Hitler. Nossos inimigos tem garantido que qualquer expressão de consciência racial Branca, não importa quão inócua, será oficialmente pronunciada odiosamente "hitlerista" e "nazista", quer admiremos Hitler ou o detestemos. Cabe portanto a nós, como uma simples questão de auto-defesa, chegar a uma visão equilibrada sobre Hitler e o movimento que ele fundou.

Qualquer um que duvide de tudo isso deve lembrar dos abusos que Pat Buchanan sofreu nas mãos da mídia controlada e da comunidade judaica organizada durante suas campanhas pela candidatura republicana. Buchanan não é, em qualquer sentido imaginável, um nacional-socialista, e nem ao menos um racialista consciente. Ele é, ao invés, um conservador cristão tradicional, com todas as virtudes e problemas que isso significa. Mas ele foi persistentemente chamado de "nazista" mesmo assim. Seu discurso de 1992 na Convenção Nacional Republicana, disse a colunista judia Molly Ivins, "provavelmente soaria melhor em alemão." O que ela quis dizer é claro: Ela estava identificando Buchanan como "nazista", deslegitimando seu nacionalismo e conservadorismo social com a arma mais poderosa do arsenal retórico esquerdista.


Portanto, como nacionalistas raciais nós podemos ou manufaturar falsas credenciais "anti-racistas" afirmando odiar Hitler tanto quando Abe Foxman odeia, um subterfúgio que eu duvido que convencerá alguém, muito menos Abe, ou podemos dizer a verdade.

A verdade é que o Hitler maníaco da demonologia popular é uma propaganda fictícia da Segunda Guerra Mundial, e o principal propósito da incessante repetição dessa ficção mais de 50 anos após o fim da Guerra é estigmatizar qualquer movimento nacionalista, NS ou não. Hitler agora representa não uma figura histórica específica e o partido político que ele liderou, mas o nacionalismo de qualquer variedade, desde tímidos conservadores anti-imigraão até furiosos skinheads white-power. A ortodoxia anti-Hitler do Sistema, invocada quase diariamente, é em efeito propaganda tácita para o multirracialismo e um instrumento potente para manter todos os nacionalistas perpetuamente escondidos no armário, muito amedrontados de rótulos como "racista" e "nazista" para dizer abertamente no que sinceramente creem. Nós temos, portanto, um interesse real em desmitologizar Hitler, e nós não temos esperança de escapar de nossa associação com o que ele hoje representa. Não podemos fugir de Hitler, não importa o quanto alguns de nós queiram fazê-lo.

Vamos Perceber o Óbvio

Os fatos cruciais sobre a Segunda Guerra Mundial são descomplicados e estão amplamente disponíveis em fontes oficiais. A Alemanha Nacional-Socialista possuía objetivos de guerra limitados: recuperação do território tomado da Alemanha em Versalhes, aquisição de espaço vital para o povo alemão no Leste, e a destruição da União Soviética Marxista, o regime mais brutal da história. Na medida em que os Estados Unidos tivessem qualquer interesse no resultado da guerra, seria no de ajudar a Alemanha e seus aliados do Eixo, incluindo milhares de patriotas russos, em realizar esse último objetivo. Ausente a campanha conduzida pelas democracias ocidentais para salvar o Estalinismo derrotando Hitler, a União Soviética teria entrado em colapso.

Como a América não possuía qualquer interesse nacional no conflito na Europa, nosso governo deliberadamente mentiu sobre os objetivos de guerra alemães de modo a manufaturar a percepção de que nós tínhamos, afirmando que Hitler tinha ambições territoriais globais, um plano para o "domínio mundial." Mais de 50 anos depois a maioria dos americanos ainda aceita essa mentira.


O resultado previsível da vitória Aliada e da derrota alemã foi a ocupação de metade da Europa por Stalin. Uma guerra que ostensivamente começou para restaurar a soberania polonesa terminou com a Polônia, junto com todo o resto da Europa Oriental, sendo entregues aos Comunistas. E em termos bem concretos nenhum americano teria morrido no Vietnã se Hitler tivesse destruído o Comunismo Soviético, provavelmente o objetivo central de sua carreira política; soldados americanos lutaram na Europa para que seus filhos pudessem morrer no Sudeste Asiático.

Nada disso deveria ser controverso. É um sintoma do efeito de uma propaganda persistente o fato de que tantos de nós não conseguem perceber o óbvio.

É apenas um leve exagero dizer que o próprio multirracialismo, junto com nossa servil deferência ao Judaísmo, está fundado na imagem mítica de Hitler como mal incarnado, contraparte secular de Satã na história moderna. Remova o falso e infantilmente simplista mito de Hitler, e uma justificativa ideológica significativa para o multirracialismo desabaria. A simples pergunta, "Eram Hitler e a Alemanha Nacional-Socialista tão malvados como todo mundo diz?", portanto possui enormes repercussões, e uma enorme maquinaria de propaganda - indo desde filmes hollywoodianos e "Educação sobre o Holocausto" nas escolas públicas a comentários aleatórios na mídia controlada ("seria melhor no original em alemão") - tem sido desenvolvida para desencorajar todos de até mesmo contemplar a óbvia, porém herética, resposta.

Nacional-Socialismo

Hitler definiu seu próprio Nacional-Socialismo como um movimento unicamente alemão:

"A doutrina Nacional-Socialista, como eu sempre proclamei, não é para exportação. Ela foi concebida para o Povo alemão." (Hitler-Bormann Documents, Feb 21, 1945)

Em outras palavras, o Nacional-Socialismo alemão surgiu em um tempo específico e em um lugar específico sob a pressão de um conjunto único de circunstâncias históricas, nenhuma das quais poderia ser replicada onde quer que seja. Em particular, o Estado autocrático do Führer, central à Alemanha NS, jamais seria aceitável para americanos; nossa cultura política republicana e crença em direitos individuais são, felizmente, fortes demais. Hitler era um ditador e seu governo era autoritário; americanos preferem suas liberdades políticas e civis.


O que não significa que a Alemanha Nacional-Socialista era um Estado de Polícia. Ela tinha, na verdade, muito menos policiais per capita, e uma polícia secreta muito menores, do que tanto a Alemanha moderna como os Estados Unidos, apesar da imagem equivocada que a maioria de nós possui de sinistros agentes da Gestapo arrombando portas no meio da noite.

Os princípios básicos do Nacional-Socialismo são, porém, universais: que Deus (ou a Natureza) designou cada um de nós a um grupo racial e deu a cada grupo qualidades distintas; que uma Nação não é simplesmente um conceito geográfico, um conjunto de linhas desenhadas arbitrariamente em um mapa independentemente do povo que vive nele, mas sim que deriva (ou deve derivar) suas instituições políticas e objetivos nacionais do caráter do próprio Povo; que uma Nação organizada para preservar uma Raça e desenvolver seu caráter distinto é portanto "natural"; que a força e coesão social de uma Nação deriva de seu senso de identidade comum, do qual a Raça é o determinante mais importante; que em adição aos nossos direitos individuais nós possuímos obrigações sociais maiores, não apenas para com a geração presente de nossa Nação, mas com suas gerações passadas e futuras também; que o propósito primário de uma Nação não é econômico, mas a preservação e desenvolvimento de seu Povo, estando a Economia subordinada aos objetivos völkisch (raciais/nacionais) que devem ser a razão essencial da existência de uma Nação.

"O Estado-Nação em si mesmo," escreveu Hitler, "não possui relação alguma com qualquer conceito econômico determinado ou com um desenvolvimento econômico determinado. Ele não surge de um pacto feito entre partes contratantes, dentro de um certo território delimitado, para o propósito de servir fins econômicos. O Estado é uma comunidade de seres vivos que possui naturezas físicas e espirituais aparentadas, organizado para o propósito de garantir a conservação de seu próprio grupo e auxiliar na direção da realização daqueles fins que a Providência designou para aquela Raça ou grupo étnico particulares." (Mein Kampf, I, iv).


Em um sentido geral do termo o Nacional-Socialismo não é (teoricamente) inconsistente com as instituições democráticas, apesar da própria opinião de Hitler a respeito; seus verdadeiros antônimos são multirracialismo e globalismo unimundialista e capitalista. Nem é o Nacional-Socialismo inconsistente com uma visão americana de "Caldeirão" a respeito das etnias, desde que os vários grupos étnicos que compõem a Nação sejam suficientemente similares de modo a que cada um possa ver uma identidade comum e destino comum nos outros - isto é, na medida em que eles, apesar das diferenças étnicas, sejam "galhos" de uma mesma Raça e possam, portanto, ser efetivamente aculturados em um conjunto comum de ideais nacionais.

Eu considero Hitler menos um modelo a ser seguido do que uma avalanche de propaganda da qual devemos nos libertar. Nunca na história humana um único homem recebeu vilificação tão sustentada, cujo efeito e propósito básicos tem sido inibir Brancos de pensarem racialmente e de agirem em seu próprio interesse racial, como fazem todos as outras Raças e grupos étnicos. Aprender a verdade sobre Hitler é uma experiência liberadora. Por verdade eu não quero dizer um contra-mito idealizado ao mito pervasivo de Hitler como mal encarnado, mas o próprio homem, com defeitos e virtudes, forças e fraquezas. Uma vez que você o faça, uma vez que você descobriu o verdadeiro Hitler por baixo das mentiras e distorções que enterraram seu legado, você estará permanentemente imunizado contra a propaganda anti-Branca, porque você terá visto o pior/melhor que o Sistema tem a oferecer.

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