quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Memória Histórica. Falange um movimento romântico cara ao Sol.

"Cremos na aurora, nas estrelas e nos trigos”
Utrera Molina

“Espanha é para nós o fragmento mais íntimo deste Cosmos, uma parte bem acabada no Universo, que quer viver e realizar a harmonia divina, repetindo ritmicamente a Natureza do todo, na grande translação imperial rumo à unidade de destino, e na rotação e revolução nacional de sua consciência irrenunciável. Nem a Pátria é indiferente a Ordem Universal, nem as Artes podem ser indiferentes a Ordem da Pátria”.

Rafael Sánchez Mazas, 1940.

“Na alvorada imortal da Espanha, crescerão espigas de sangue, se amassará com elas o pão novo que será pão de sangue; e quando nossos filhos comam desse pão sobre a mesa da Pátria, expulsos os covardes e os sacrílegos, a geração de nossos filhos será a geração Nacional-Sindicalista invencível e ativa; porque toda a terra da Espanha, palmo a palmo, está tingida de nosso sangue, que é trigo eterno e semente fecunda; e nós temos a dura e gloriosa missão de abrir a fenda, de semear e de morrer; e desceremos a tumba com a intenção impassível e o rumor alegre das velhas canções.”

Antonio Díaz Rodríguez, 1938.

“A consciência de pertencer a um povo eleito, está presente na interpretação de nossa guerra como Cruzada e da Espanha como povo invocado a salvar o homem moderno do abismo em que se encontra caído”.

F. Javier Conde, 1942.

“A concepção falangista tem um perfil ardente e heróico. É dura. Homens ganhos com transigências, com táticas suaves não nos servem. Falem claro, sejam decididos e violentos em vossas palavras e em vossas obras. Não oculteis a ninguém vossa missão. Há que combater com nobreza: o que tenha medo, que o diga. Que chegue a todos por vós um estilo e uma maneira de ser. Não agüenteis a ninguém, não façam concessões, odiais as meias palavras, as transigências e as retiradas. Vossos primeiros homens hão de responder a estas condições e estar formados neste espírito; preferis um eficaz a muitos medianos”.

José Antonio Girón, 1943. “Hacia uma Nueva Aristocracia”.

“Quando o Estado se encontra no fundo do poço, quando as instituições estão podres, abandonadas ou desfeitas, quando a situação nacional é deplorável, quando um povo, como acontecia na Espanha, renunciava seu destino covardemente; quando um povo, como sucedia com o nosso, deixa arrebatar todas as suas instituições sem um tiro de defesa; quando um povo se declara vencido, está abatido, então o empurrão que lhe renova, a violência que lhe saca do normal, a revolução que lhe perturba, só lhe pode lançar pelo caminho ascensional da grandeza”.

Dionisio Ridruejo, 1938.

“A revolução que queremos consistem em voltar à autentica hierarquia dos valores, em saber, simplesmente, que por cima de nós está a Pátria e que por cima da Pátria está Deus, em saber que o homem não pode ser escravo do homem nem do dinheiro, que sobre a verdade econômica existe a verdade teológica e que a verdade teológica nós diz que não é justo que alguém morra de fome, enquanto outros desfrutam de todos os luxos. Numa palavra, a revolução que nós queremos é a revolução das idéias, que, ao fim, é a única que marca o rumo e os passos na marcha dos povos”.

José Luis Arrese, 1940.

“Nossa revolução é a do espírito contra a matéria. Da harmonia contra o numero. Da qualidade contra a quantidade. Dos corpos sociais contra as coletividades puramente numéricas. Da nação viva contra a pátria sem alma”.

José Antonio, 1935.

Traduzido do espanhol por Fidalgo.


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