sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Matar ou Morrer

por Körbes Hauschild

Uma guerra civil de tamanho nacional invade uma das capitais. Os Hospitais ficam turbulentos, pessoas implorando, brigando e se debatendo por medicamentos por todos os cantos, os médicos se apavoram e buscam por proteção política, desaparecem.

Enquanto, no último departamento do Hospital, em um quarto, duas mulheres, grávidas, saudáveis, fortes, famintas e abandonadas. Ali, entre as duas camas há um belo banquete, planejado e feito para garantir a alimentação de uma única mãe com seu filho. Se elas não comerem essa única refeição disponível, deixarão que seu filho faleça por subnutrição, o que causaria potencialmente uma morte dupla, da mãe, também, ou então elas morreriam primeiro, já que o feto busca alimentos deixados pelo corpo da própria mãe, matando-a, e depois fazendo a criança, nem nascida ainda, vir a falecer também. Se o almoço for arriscadamente repartido pelas mães, não terá alimento o suficiente para manter nutridos os dois corpos mães-filhos por se quer duas horas, até que haja forças para buscar ajuda ou lutar ali mesmo pelo futuro parto saudável, para ocorrer tudo bem. Sendo que será o único alimento que as mães conseguiriam em meio ao egoísmo da guerra civil e a situação de dependência jamais ouvida, já que o quarto está longe de movimentação humana, aquele banquete terá de alimentar uma única mãe, ou então a probabilidade de sobrevivência dos quatro é reduzida a quase zero. 

Mulheres, o que fariam? Deixariam que a vizinha comesse, assim determinando a sobrevida dela e a do filho enquanto assistiam sua morte entrar pela boca do adversário passivamente, repartiriam e teriam seus filhos com problemas mentais e físicos por subnutrição, tendo o risco de morte de ambos, ou fariam de tudo para ficar com o prato - o que seria encarar uma briga até a última gota de sangue -? 

Essa analogia relaciona-se com a natureza da sobrevivência de qualquer ser vivo, é básico, instintivo, mexe com a lógica do que é inconscientemente necessário para nossas mentes. É preciso lutar para vencer, ou esperar para ser escravo.

As espécies de seres vivos funcionam assim, com essa mesma lógica, ela é universal. Cada grupo consangüíneo ou genético lutará inconscientemente até o último pingo de suor para sobreviver e gerar uma descendência saudável, e é justamente por isso que desenvolvemos de tal forma. Aos que tinham tal instinto inconsciente, só lhes restava no final a recompensa da descendência, enquanto os outros apodreciam, fazendo com que os genes passivos não fossem propagados. Depois que esses dominaram o planeta, o quesito foi simplesmente a maior habilidade de adaptação (e isso requer níveis de inteligência cada vez mais altos), foram os grupos consangüíneos que se uniram, desenvolvendo-se geneticamente e selecionando os mais aptos para sustentar (fazer sobreviver e vencer) o mesmo grupo na próxima geração. 

Os lobos, as abelhas, os elefantes e humanos, todos funcionam assim. Escolher o mais hábil é manter a competição até que há somente um vencedor, e ninguém pode dizer melhor quem merece sobreviver do que a própria natureza, julgando friamente para manter a razão. As raças se segregaram sempre na natureza, o grupo consangüíneo que se saía melhor, que desenvolvesse melhor a saúde, a inteligência, habilidade e força, proporcionalmente, tinha o direito de sobreviver, e utilizar o que quisesse da conquista em prol de seu grupo. 

Essa é a lei da natureza. E é essa a lei que prova a capacidade superior do nacionalismo racial. 

Está mais do que certa a mulher que escolheria a terceira e última opção.

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