domingo, 26 de dezembro de 2010

Origens do Politicamente Correto

por Bill Lind

De onde vem tudo isso que você ouviu esta manhã – o feminismo de vítima, o movimento de direitos homossexuais, as estatísticas inventadas, a história reescrita, as mentiras, as demandas, todo o resto – de onde vem? Pela primeira vez em nossa história, Americanos tem que ter medo do que dizem, do que escreve, e do que pensam. Eles tem que ter medo de usar a palavra errada, uma palavra denunciada como ofensiva ou insensível, ou racista, sexista, ou homofóbica.

Nós temos visto outros países, particularmente nesse século, onde esse tem sido o caso. E nós sempre os consideramos com uma mistura de piedade, e para sermos sinceros, espanto, porque nós atinge como tão estranho que as pessoas permitiriam uma situação se desenvolver em que elas tivessem medo de que palavras elas usavam. 

Mas agora nós temos essa situação em nosso país. Nós a temos primariamente em campus universitários, mas elas está se espalhando por toda a sociedade. De onde vem? O que ela é?

Nós a chamamos “Politicamente Correto”. O nome se originou como uma piada, literalmente em uma tirinha de jornal, e nós tendemos a pensar nela como apenas meio séria. Na verdade é mortalmente séria. É a maior doença de nosso século, é a doença que deixou dezenas de milhões de pessoas mortas na Europa, na Rússia, na China, de fato ao redor do mundo. É a doença da ideologia. PC n é engraçado. PC é mortalmente sério.

Se nós olharmos analiticamente, se nós olharmos historicamente, nós rapidamente descobrimos o que é. O Politicamente Correto é Marxismo Cultural. É Marxismo traduzido de termos econômicos para termos culturais. É um esforça que não se origina na década de 60 e os hippies e o movimento pacifista, mas que pode ser traçado até a Primeira Guerra Mundial. Se nós compararmos os dogmas básicos do Politicamente Correto com o Marxismo Clássico os paralelos são muito óbvios.

Primeiro de tudo, as duas são ideologias totalitárias. A natureza totalitária do Politicamente Correto não é revelada mais claramente em qualquer lugar se não nos campus universitários, muitos dos quais a essa altura são pequenas Coréias do Norte cobertas em marfim, onde o estudando ou professor que ousar cruzar qualquer dos limites impostos pela feminista ou pelos ativistas dos direitos homossexuais, os o grupo negro ou hispânico local, ou qualquer dos outros grupos de “vítimas” canonizadas ao redor dos quais PC gira, rapidamente se encontra em problemas judiciais. Dentro do sistema legal da universidade, elas enfrentam acusações formais e punição. Esse é um pequeno vislumbre no futuro que o Politicamente Correto intenciona para a nação como um todo. 

De fato, todas as ideologias são totalitárias porque a essência de uma ideologia é pegar alguma filosofia e dizer com base nessa filosofia que certas coisas devem ser verdadeiras – como que o todo da história de nossa cultura é a história da opressão das mulheres. Como a realidade contradiz isso, a realidade deve ser proibida. Deve ser proibido reconhecer a realidade de nossa história. As pessoas devem ser forçadas a viver uma mentira, e já que as pessoas são naturalmente relutantes em viver uma mentira, elas naturalmente usam seus ouvidos e olhos e dizem, “Espero um minuto. Isso não é verdade. Eu posso ver que não é verdade,” o poder do Estado deve ser colocado por trás da demanda de se viver uma mentira. É por isso que ideologia invariavelmente cria um estado totalitário.

Segundo, o Marxismo cultural do Politicamente Correto, como o Marxismo econômico, tem uma explicação da história fundada em um único fator. Marxismo econômico diz que o todo da história é determinado pela posse dos meios de produção. Marxismo cultural, ou o Politicamente Correto, diz que o todo da história é determinado pelo poder, pelas quais grupos definidos em termos de raça, sexo, etc., tem poder sobre outros grupos. Nada mais importa. Toda literatura, de fato, é sobre isso. Tudo no passado é sobre essa coisa.

Terceiro, assim como no Marxismo econômico clássico certos grupos, como trabalhadores e camponeses, são a priori bons, e outros grupos, como a burguesia e os donos de capital, são maus. No Marxismo cultural do Politicamente Correto certos grupos são bons – mulheres feministas, (apenas mulheres feministas, mulheres não-feministas devem ser consideradas inexistentes) negros, hispânicos, homossexuais. Esse grupos são determinados como “vítimas”, e portanto automaticamente boas independentemente do que elas façam. Similarmente, homens brancos são determinados como automaticamente maus, portanto tornando-se o equivalente da burguesia no Marxismo econômico. 

Quarto, tanto Marxismo econômico como cultural dependem de expropriação. Quando os Marxistas clássicos, os comunistas, tomam o poder como na Rússia, eles expropriaram a burguesia, eles tomaram sua propriedade. Similarmente, quando os Marxistas culturais tomam um campus universitário, eles expropriam através de coisas como cotas para admissão. Quando um estudando branco com qualificações superiores tem sua admissão negada a uma universidade em favor de um negro ou hispânico que não é tão bem qualificado, o estudante branco é expropriado. E de fato, ação afirmativa, em toda nossa sociedade hoje, é um sistema de expropriação. Empresas pertencentes a brancos não conseguem um contrato porque tal contrato é reservado para uma empresa pertencente a ,por exemplo, hispânicos ou mulheres. Assim expropriação é um instrumento primordial para as duas formas de Marxismo.

E finalmente, ambas tem um método de análise que automaticamente dá as respostas que eles querem. Para o Marxista clássico, é a economia Marxista. Para o Marxista cultural, é desconstrução. Desconstrução essencialmente pega qualquer texto, remove todo significado dele e re-insere qualquer significado desejado. Assim nós descobrimos, por exemplo, que tudo em Shakespeare é sobre a supressão das mulheres, ou que a Bíblia é, na verdade, sobre raça e gênero. Todos esses textos simplesmente se tornam lenha para a fogueira, que prova que “toda história é sobre quais grupos tem poder sobre quais outros grupos.” Então os paralelos são muito evidentes entre o Marxismo clássico com o qual estamos familiares em ação na União Soviética e o Marxismo Cultural que vemos hoje como o Politicamente Correto. 

Mas os paralelos não são acidentes. Os paralelos não vieram do nada. O fato é que o Politicamente Correto tem uma história, uma história que é bem mais longa do que muitas pessoas pensam fora de um pequeno grupo de acadêmicos que estudaram isso. E a história volta para, como eu disse, a Primeira Guerra Mundial, como o fazem muitas das patologias que estão hoje destruindo nossa sociedade, assim como nossa cultura.

A teoria Marxista dizia que quando viesse a guerra Européia geral(como de fato veio na Europa em 1914), o proletariado em toda a Europa se ergueria e derrubaria seus governos – os governos burgueses – porque os trabalhadores tinham mais em comum uns com os outros através de fronteiras nacionais do que tinham em comum com a burguesia e a classe governante em seu próprio país. Bem, 1914 veio e isso não ocorreu. Por toda a Europa, trabalhadores agruparam-se sob suas bandeiras e alegremente marcharam para combates uns aos outros. O Kaiser apertou as mãos dos líderes do Partido Marxista Social Democrata na Alemanha e disse que não havia mais partidos agora, havia apenas alemães. E isso aconteceu em cada país da Europa. Então algo estava errado.

Marxistas sabem que por definição não poderia ser a teoria. Em 1917, quando eles finalmente conseguiram um golpe Marxista na Rússia e parecia que a teoria estava funcionando, mas ela parou de novo. Ela não se espalhou e quando foram feitas tentativas para difundi-la logo após a guerra, com o levante Espartaquista em Berlim, e com o governo Bela Kuhn na Hungria, com o Soviete de Munique, o proletariado não os apoiou. 

Então os Marxistas tinham um problema. E dois teóricos Marxistas foram trabalhar nisso: Antonio Gramsci na Itália e Georg Lukacs na Hungria. Gramsci disse que os trabalhadores nunca veriam seus reais interesses de classe, como definidos pelo Marxismo, até que estivessem LIVRES DA CULTURA OCIDENTAL, e particularmente da religião Cristã – que eles são cegados pela cultura e pela religião para seus reais interesses de classe. Lukacs, que era considerado o teórico marxistas mais brilhante desde Marx, disse em 1919, “Quem nos salvará da Civilização Ocidental?” Ele também teorizou que o grande obstáculo para a criação de um paraíso Marxista era a cultura: a própria Civilização Ocidental.

Lukacs teve uma chance de colocar suas idéias em prática, porque quando governo bolchevique de Bela Kuhn (COHEN) foi estabelecido na Hungria em 1919, ele se tornou Comissário para Cultura, e a primeira coisa que ele fez foi introduzir educação sexual nas escolas húngaras. Isso garantiu que os trabalhadores não apoiariam o governo Bela Kuhn, porque o povo húngaro olhou para isso assombrado, trabalhadores assim como todos os outros. Mas ele já havia feito a conexão com a qual muitos de nós ainda estão surpresos, que nós consideramos como novidade.

Em 1923 na Alemanha, um think-tank é estabelecido que assume o papel de traduzir o Marxismo da esfera econômico para a cultura, e que cria o Politicamente Correto como o conhecemos hoje, e essencialmente criou suas bases nos fins da década de 30. Isso ocorre porque o muito rico e jovem filho de um comerciante milionário de nome Felix Weil se tornou um Marxista e tem muito dinheiro para gastar. Ele está perturbado pelas divisões entre os Marxistas, então ele financia algo chamado Primeira Semana de Trabalho Marxista, para onde ele leva Lukacs e muitos os pensadores alemães importantes por uma semana, trabalhando nas diferenças do Marxismo. 

E ele diz, “O que precisamos é de um think-tank.” Washington está cheia de think-tanks e nós pensamos neles como muito modernos. Na verdade eles se originaram a bastante tempo. Ele abre um instituto, associado com a Universidade de Frankfurt, estabelecido em 1923, que originalmente deveria ser conhecido como Instituto para o Marxismo. Mas as pessoas por trás disso decidiram no início que não seria para sua vantagem serem identificados abertamente como Marxistas. A última coisa que o Politicamente Correto quer é que as pessoas descubram que é uma forma de Marxismo. Então eles mudaram o nome para Instituto de Pesquisa Social.

Weil é bastante claro sobre seus objetivos. Em 1971, ele escreveu para Martin Jay o autor de um importante livro sobre a Escola de Frankfurt, como o Instituto de Pesquisa Social logo se tornou conhecido informalmente, e disse,”Eu queria que o instituto se tornasse conhecido, talvez famoso, por suas contribuições ao Marxismo.” Bem, ele teve sucesso. O primeiro diretor do Instituto, Carl Grunberg, um economista austríaco, concluiu seu discurso de abertura, segundo Martin Jay, “claramente afirmando sua lealdade pessoal ao Marxismo como metodologia científica.” Marxismo, ele disse, seria o princípio dirigente do Instituto, e isso jamais mudou.

O trabalho inicial no Instituto era bem convencional, mas em 1930 ele conseguiu um novo diretor chamado Max Horkheimer, e a visão de Horkheimer era bem diferente. Ele era praticamente um Marxista renegado. As pessoas que criaram e formaram a Escola de Frankfurt eram Marxistas renegados. Eles ainda eram bastante Marxistas em seu pensamento, mas haviam efetivamente fugido do partido. Moscou olhou para o que eles estavam fazendo e disse, “Hey, isso não é a gente, e nós não vamos abençoar isso.” 

A heresia inicial de Horkheimer é que ele era bastante interessado em Freud, e a chave para fazer a tradução do Marxismo de termos econômicos para culturais era essencialmente combina-lo com Freudismo. Novamente, Martin Jay escreve, “Se pode ser dito que nos primeiros anos de sua história, o Instituto preocupou-se primariamente com uma análise da sub-estrutura sócio-econômica da sociedade burguesa,” – e eu afirmo que Jay é bastante simpático a Escola de Frankfurt, eu não estou lendo de um crítico aqui – “nos anos após 1930 seus interesses primários estão na superestrutura cultural. De fato a formula Marxista tradicional quanto ao relacionamento entre os dois foi colocado em questão pela Teoria Crítica.”

O que nós temos ouvido essa manhã – o feminismo radical, os departamentos de estudos femininos, os departamentos de estudos homossexuais, os departamentos de estudos negros – tudo isso são ramos da Teoria Crítica. O que a Escola de Frankfurt essencialmente faz e se inspirar tanto em Marx como em Freud na década de 30 para criar essa teoria chamada Teoria Crítica. O termo é engenhoso porque você fica tentado a perguntar, “Qual é a teoria?” A teoria é criticar. A teoria é que o modo de derrubar a cultura Ocidental e a ordem capitalista é não deixar nenhuma alternativa. Eles explicitamente se recusam a fazer isso. Eles dizem que não pode ser feito, que não podemos imaginar como se pareceria uma sociedade livre ( a definição deles de sociedade livre). 

Enquanto continuarmos a viver sob repressão – a repressão de uma ordem econômica capitalista que cria (na teoria deles) a condição Freudiana, as condições que Freud descreve nos indivíduos da repressão – nós nem podemos imaginar. O sentido da Teoria Crítica é simplesmente criticar. Ela pede pelos tipos de críticas mais destrutivos possíveis, de todos os modos, desenvolvidos para derrubar a atual ordem. E, é claro, quando ouvimos das feministas que o todo da sociedade está perseguindo as mulheres e assim por diante, esse tipo de crítica é um derivativo da Teoria Crítica. Tudo isso vem da década de 30, não da de 60.

Outros membros-chave que se uniram nessa época foram Theodore Adorno e mais importante, Erich Fromm e Herbert Marcuse. Fromm e Marcuse introduzem um elemento que é central ao Politicamente Correto, e que é o elemento sexual. A particularmente Marcuse, que em seus escritos chama por uma sociedade de “perversidade polimórfica”, que é sua definição do futuro do mundo que eles almejam criar. Marcuse em particular na década de 30 está escrevendo um material bastante extremo sobre a necessidade de liberação sexual, mas isso permeia todo o Instituto. Assim como a maioria dos temas que vemos no Politicamente Correto, novamente na década de 30. Na visão de Fromm, masculinidade e feminilidade não são reflexos de diferenças sexuais “essenciais”, como os Românticos haviam pensado. Elas eram derivadas de diferenças em funções da vida, que são em parte socialmente determinadas.” Sexo é um construto; diferenças sexuais são um construto. 

Outro exemplo é a ênfase que nós vemos no ambientalismo. “Materialismo tão cedo quanto Hobbes levou a uma atitude dominadora e manipuladora em relação a natureza.” Isso foi escrito por Horkheimer em 1933 em Materialismus und Moral. “O tema da dominação da natureza pelo homem,” segundo Jay, “se tornaria uma preocupação central para a Escola de Frankfurt nos anos subseqüentes.” “O antagonismo de Horkheimer pela fetixização do trabalho, (aqui ele está obviamente se afastando da ortodoxia Marxista) expressou outra dimensão de seu materialismo, a demanda por felicidade humana e sensual.” Em outro de seus escritos, Egoísmo e o Movimento pela Emancipação, escrito em 1936, Horkheimer “discutiu a hostilidade pela gratificação pessoal inerente a cultura burguesa.” E ele especificamente se referiu ao Marquês de Sade, favoravelmente, por seu “protesto...contra o ascetismo em nome de uma moralidade superior.”

Como tudo isso nos afeta aqui? Como afeta nossas universidades, e de fato nossas vidas hoje? Os membros da Escola de Frankfurt são Marxistas, eles são também, cada um deles, judeus. Em 1933 os Nazistas chegaram ao poder na Alemanha, e não surpreendentemente eles fecharam o Instituto de Pesquisa Social. E seus membros fugiram. Eles fugiram para Nova Iorque, e o Instituo foi reaberto lá em 1933 com ajuda da Universidade de Columbia. E os membros do Instituto, gradualmente ao longo da década, apesar de muitos continuarem a escrever em alemão, mudaram o foco da Teoria Crítica sobre a sociedade alemã, crítica destrutiva sobre cada aspecto daquela sociedade, para uma Teoria Crítica dirigida contra a sociedade Americana. Houve uma outra transição importante com a vinda da guerra. Alguns deles foram trabalhar para o governo, incluindo Herbert Marcuse, que se tornou figura chave na OSS (o predecessor da CIA), e alguns, incluindo Horkheimer e Adorno, se mudaram para Hollywood. 

Essas origens do Politicamente Correto não significariam muito para nós hoje exceto por dois eventos subseqüentes. O primeiro foi a rebelião estudantil em meados da década de 60, que foi impulsionada principalmente pela resistência a conscrição e a Guerra do Vietnã. Mas os rebeldes estudantes precisam de teoria de algum tipo. Eles não poderiam simplesmente sair e dizer, “ Não, nós não vamos,” eles tinham que ter alguma explicação teórica por trás. Muitos poucos deles estavam interessados em folhear O Capital. Marxismo econômico, clássico não é leve, e a maioria dos radicais da década de 60 não era inteligente. Felizmente para eles, e infelizmente para nosso país hoje, e não apenas na universidade, Herbert Marcuse permaneceu na América quando a Escola de Frankfurt se mudou de volta para Frankfurt após a guerra. E enquanto o Sr.Adorno na Alemanha ficou amedrontado com a revolta estudantil quando ela irrompeu lá – quando os estudantes entraram na sala de aula de Adorno, ele chamou a polícia e os mandou prender – Herbert Marcuse, que permaneceu aqui, viu a rebelião estudantil como a grande chance. Ele viu a oportunidade de pegar o trabalho da Escola de Frankfurt e transforma-la na teoria da Nova Esquerda nos Estados Unidos.

Um dos livros de Marcuse foi o livro chave. Praticamente se tornou a Bíblia dos rebeldes estudantes da década de 60. Esse livro foi Eros e a Civilização. Marcuse argumenta que sob uma ordem capitalista), repressão é a essência da ordem e isso nos dá a pessoa que Freud descreve – a pessoa com todos os problemas, todas as neuroses, porque seus instintos sexuais são reprimidos. Nós podemos ver um futuro, se nós pudermos destruir essa ordem opressiva, nos quais liberaremos nosso Eros, liberaremos a libido, no qual nós temos um mundo de “perversidade polimórfica”, no qual você pode “fazer o que quiser”. E por falar nisso, nesse mundo não haverá mais trabalho, apenas brincadeira. 

Aliás, Marcuse também foi o cara que criou a frase, “Faça amor, não faça guerra.” Voltando a situação que as pessoas enfrentam nos campus, Marcuse define “tolerância liberadora” como intolerância por qualquer coisa vinda da Direita e tolerância por qualquer coisa vinda da Esquerda.

Em conclusão, a América hoje está a beira da maior e mais temível transformação em sua história. Nós estamos nos tornando um estado ideológico, um país com uma ideologia estatal oficial imposta com o auxílio do poder do Estado. Em “crimes de ódio” nós agora temos pessoas servindo na prisão por pensamentos políticos. E o Congresso está agora se movimentando para expandir essa categoria ainda mais. Ação Afirmativa é parte disso. O terror contra qualquer um que discorde do Politicamente Correto nos campus é parte disso. E é exatamente o que vimos acontecendo na Rússia, na Alemanha, na Itália, na China, e agora está chegando aqui. E nós não reconhecemos porque nós chamamos de Politicamente Correto e rimos. Minha mensagem hoje é de que isso não é engraçado, está aqui, está crescendo e eventualmente irá destruir tudo com o qual nós definimos nossa liberdade e nossa cultura. 

Tradução por Raphael Machado

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